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Live stream de Bad Bunny na Prime Video

O último de 30 shows realizados pelo cantor no Coliseu José Miguel Agrelot, em San Juan, capital de Porto Rico, será transmitido ao vivo neste sábado (20) a partir de 21h30. A transmissão gratuita acontece pelo aplicativo do Amazon Music, em seu canal de Twitch e na Prime Video. Gama recomendou o álbum que deu origem ao show e falou da importância da residência de Bad Bunny em seu país natal. Perfeito para organizar uma festinha em casa e assistir com os amigos. (Isabelle Moreira Lima)
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O álbum “Novo Testamento”, de Ajuliacosta

Pensamentos afiados sobre o mercado musical, relacionamentos, propósito e autoconhecimento dão corpo ao segundo álbum de estúdio da artista paulista, uma das principais vozes da nova geração feminina do rap nacional. Com 11 faixas e 25 minutos de duração, transita por sonoridades que vão do boombap clássico ao trap, passando pelo R&B. O disco conta com produção e parcerias de nomes celebrados da cena, incluindo KL Jay, Maffalda, Nave e Mu540. (Amauri Terto)
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Encontros musicais intimistas na Caixa Cultural São Paulo

Uma série de encontros inéditos entre diferentes gerações da música brasileira estão no Festival Dupla de Dois, que tem curadoria da jornalista Fabiane Pereira. Os shows são gratuitos e ocorrem de quinta a sábado, às 19h, e no domingo, às 18h. Na quinta (18), Marcelo Jeneci e Tiê recebem Joyce Moreno; na sexta (19), Mahmundi e Cícero recebem Letrux; no sábado (20), Juliana Linhares e Vanessa Moreno dividem o palco com João Cavalcanti; e no domingo (21), Suricato e Ana Cañas recebem Zé Renato. (Amauri Terto)
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O novo álbum de Brad Mehldau, “Ride into the Sun”

Em 16 faixas, o pianista norte-americano mescla folk e jazz para homenagear Elliott Smith (1969-2003), cantor, compositor e violonista difícil de categorizar em um único estilo, mas cujo som melódico e melancólico marcou os anos 1990. Acompanhado de Daniel Rossen, vocalista do Grizzly Bear e de uma orquestra de câmara, Mehldau toca 12 canções de Smith e quatro composições originais. Aqui você pode assistir ao encontro do pianista e o homenageado em um programa de TV. (Isabelle Moreira Lima)
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"Rock Doido”, o novo (e efervescente) álbum de Gaby Amarantos

Em seu quarto trabalho de estúdio, a artista paraense entrega uma das experiências audiovisuais mais impactantes de 2025. São 22 faixas e um curta em plano-sequência gravado na periferia de Belém (PA), que recriam a atmosfera das populares festas de aparelhagem da região. “Rock” aqui é gíria para farra, e o disco soa como um DJ set sem pausas e recheado de participações especiais, incluindo Viviane Batidão, Lauana Prado e Gang do Eletro. (Amauri Terto)
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De Dylan a Kendrick Lamar em “Do Vinil ao Streaming, vol. 2”

Após reunir 60 álbuns que contam a história da música pop internacional em um primeiro volume, o jornalista Daniel Setti retoma seu projeto musical pela editora Autêntica, para incluir artistas relevantes que não entraram no primeiro corte. O novo livro traz desde “Elvis Is Back!” (1960), e At Last! (1960), de Etta James, até “When We All Fall Asleep, Where Do We Go? (2019)”, de Billie Eillish, passando por “Bringing it all Back Home” (1965), de Dylan, e “To Pimp a Butterfly” (2015), de Lamar. Ouça também as playlists aqui. (Isabelle Moreira Lima)
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O álbum “Black Star", de Amaarae

Nome em ascensão na cena pop, a cantora ganense-americana lançou neste mês seu terceiro álbum, “Black Star”. Na capa, ela celebra sua identidade ocupando o lugar da estrela na bandeira de Gana. Já nas 13 faixas, entrega uma combinação inovadora de ritmos dançantes da diáspora negra, do funk brasileiro ao techno, passando pelo amapiano e afrobeats. O álbum traz ainda colaborações de peso, incluindo PinkPantheress, Naomi Campbell e Bree Runway. (Amauri Terto)
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O álbum de estreia do Deekapz

O duo acostumado a agitar pistas São Paulo afora com sets fervidos, sintoniza diversas referências em “Deekapz FM”. Simulação de estação de rádio, com direito à locução, vinheta, “anúncio” e até pedido de música, evoca a nostalgia das noites bem vividas — aquele climinha de uber na volta da balada de madrugada.  Com feats como Fat Family, Urias e DJ Marky, o disco passa por diferentes ritmos e atmosferas, sem perder o selo de qualidade Deekapz. (Isabela Durão)
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O podcast "Marília – O Outro Lado da Sofrência", no g1  

Rainha da sofrência, Marília Mendonça mudou os rumos da música no Brasil. Em vida, ao colocar as mulheres no centro das canções sertanejas — um universo machista — e ao estourar em números de lives, shows e streamings. Após a sua morte, aos 26 anos, em um acidente aéreo em 2021, a cantora e compositora continuou fazendo história e mudando a indústria musical. É o que conta o novo podcast do g1, apresentado pela repórter Carol Prado. (Ana Elisa Faria)
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ANOHNI and the Johnsons no “Tiny Desk”, no YouTube

É difícil não sair tocado desta performance. “Why Am I Alive Now?”, “Hopelessness” e “It Must Change” compõem os 20 minutos da estreia de ANOHNI and the Johnsons no pocket show da NPR, a rádio pública norte-americana. Entre piano, bateria, clarinete, guitarra e silêncios, a britânica, com mais de 25 anos de carreira, hipnotiza com uma voz tensa e sensível, convidando à reflexão sobre o colapso ambiental e a urgência de encarar quem se é. (Amauri Terto)