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“Sincerely”, o álbum de Kali Uchis sobre amor, luto e recomeços

O nascimento do primeiro filho e a perda da mãe em um intervalo de um ano inspiraram o quinto e mais íntimo álbum da cantora norte-americana de raízes colombianas. Com sua voz etérea e aveludada, Uchis apresenta 14 faixas autorais que exploram o amor maternal, o luto, a espiritualidade e a busca por alegria em meio à dor. Destaque para “Sunshine & Rain...”, que traz um áudio da mãe de Uchis dizendo “Good morning, sunshine” ao neto. (Amauri Terto)
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A cinebiografia do ícone Ney Matogrosso

“Homem com H”, longa dirigido por Esmir Filho e estrelado por Jesuíta Barbosa, leva para a telona, a partir desta quinta (1), a trajetória singular de Ney Matogrosso. Da infância rebelde sob a rigidez de um pai militar ao estrelato como símbolo de transgressão e liberdade na música brasileira, o filme percorre o sucesso com o Secos & Molhados, a reinvenção na carreira solo, além dos amores e perdas durante a epidemia de AIDs nos anos 80 e 90. (Amauri Terto)
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O novo single de Lana Del Rey

Depois de um ano longe dos holofotes e dois desde seu último trabalho de estúdio, a cantora volta com “Henry, Come On”. O single é a primeira faixa do disco “The Right Person Will Stay”, previsto para maio e que deve ser voltar para o country. Dessa vez, para contar o fim de um amor sem ressentimentos, Lana Del Rey volta com vocais suaves e sensuais em arranjos assinados por Luke Laird, Zach Dawes e Drew Erickson. (Sarah Kelly)
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Bad Bunny e sua ode à Porto Rico no Tiny Desk

Após alcançar (mais uma vez) o topo das paradas, jogar luz sobre o complexo status social e político de Porto Rico e reacender o orgulho latino-americano ao redor do mundo, Bad Bunny brilha em sua estreia no Tiny Desk Concert — hoje um dos palcos mais influentes da música na internet. Acompanhado por sete jovens músicos da ilha, ele apresenta versões acústicas do aclamado “Debí Tirar Más Fotos” e compartilha reflexões sobre o álbum. Disponível no YouTube. (Amauri Terto)
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“Movediça”, o EP dançante e envolvente de Enme

Trap, afrobeat, reggae e amapiano se misturam nas quatro faixas do novo EP da maranhense Enme. Com letras de apelo pop, o trabalho conta com colaborações da pernambucana Uana ("Lua Cheia") e do rapper mineiro FBC (“Esperando o Sinal"). O lançamento sucede “Atabake” (2022), álbum de estreia que apresentou Enme como nome promissor da cena pop LGBTQIA+ brasileira — combinando tambores afro com a atitude hip hop. (Amauri Terto)
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Achamos que vale

"Coisas Naturais", novo álbum de Marina Sena

Do funk carioca ao reggaeton, passando pelo samba e a bossa nova, Marisa Sena está mais latina do que nunca em seu novo trabalho. Com direção musical do produtor Janluska, também guitarrista da cantora, e gravado com membros de seu antigo grupo, A Outra Banda Da Lua, o terceiro disco solo da mineira de Taiobeiras reúne 13 faixas autorais, que versam sobre amores e desejos em cenários ensolarados e paradisíacos. (Amauri Terto)
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Achamos que vale

“Novo Mundo”, de Arnaldo Antunes 

Antena do nosso tempo, o cantor, compositor, poeta e “titã” paulistano se debruça sobre as tensões, sentimentos e contradições deste mundo em crise num álbum que transita entre eletricidade e leveza. Produzido por Pupillo, o novo trabalho é recheado de colaborações precisas: a amiga de longa data Marisa Monte, Vandal, Ana Frango Elétrico e David Byrne, líder do Talking Heads — nas faixas bilíngues “Body Corpo” e “Não Dá Pra Ficar Parado Aí na Porta”. (Amauri Terto)
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Achamos que vale

A nova edição da biografia de Elis Regina

Vencedor do prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) em 2015, a obra publicada pela Companhia das Letras foi revista e ampliada para celebrar os 80 anos de Elis (1945-1982). Agora, traz novas entrevistas e uma caderneta recuperada com os planos da cantora para 1982 — que incluíam um disco e uma turnê inédita. O autor e repórter Julio Maria explora o caráter ambíguo da intérprete enquanto fala de seu legado para gerações futuras. (Sarah Kelly)
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“Quanto Mais Eu Como, Mais Fome eu Sinto”, de Djonga

“Usando roupa cara pra fazer valer / O algodão colhido pelos ancestrais / Isso é Deus escrevendo em suas linhas tortas”, dispara Djonga logo nos primeiros minutos de seu oitavo álbum. Nele, um dos rappers mais influentes do país reflete sobre os desdobramentos do sucesso, angústias e decepções. Destaque para "Melhor Que Ontem", com sample de Los Hermanos e as parcerias com Milton Nascimento ("Demoro a Dormir"), e Samuel Rosa (“Te Espero Lá"). (Amauri Terto)