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“Before the World Blows”, álbum de Erykah Badu e The Alchemist

O jejum de 11 anos sem mixtapes e de 16 sem um álbum de estúdio chegou ao fim. A rainha do neo-soul está de volta, bem longe do óbvio. Nesta parceria com o produtor The Alchemist, ela mergulha no hip-hop underground. O mundo à beira do colapso, a ansiedade digital e a convivência com os filhos  ganham versos numa atmosfera densa, hipnótica e psicodélica. Com participações de Kamasi Washington, Thundercat e Steve Lacy. (Amauri Terto)
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Os 10 anos de “A Seat at the Table", de Solange, em dois podcasts

O terceiro álbum da irmã de Beyoncé, aclamado pela crítica como um dos mais importantes dos anos 2010 e um marco antirracista, completa uma década e é revisitado em episódios especiais de Vamos Falar Sobre Música, com Cleber Facchi e Brenda Vidal, e Do Vinil ao Streaming, de Daniel Setti. Do movimento Black Lives Matter à abordagem sóbria de feridas abertas, os jornalistas dissecam o trabalho para explicar seu impacto cultural. (Amauri Terto)
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“Gentlewoman”, novo (e elegante) álbum de Cleo Sol

O quinto trabalho de estúdio da cantora e compositora londrina é mais uma joia do neo-soul para os seus headphones. Doce voz do aclamado coletivo Sault, a artista entrega 15 faixas intimistas e reflexivas sobre fé, maternidade e autocuidado. Com produção assinada por Inflo, líder do coletivo e parceiro de vida da cantora, que intercala baladas conduzidas ao piano com arranjos que ecoam reggae, gospel e jazz. (Amauri Terto)
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O novo álbum do rapper Vandal, "Vanguardah”

Pioneiro do drill e do grime, subgêneros enérgicos da música urbana, o rapper explora fé, memória e a identidade baiana neste trabalho dirigido por Russo Passapusso (BaianaSystem) e produzido por Tiago Simões. Em dez faixas, ele vai do samba-reggae ao pagodão baiano, acompanhado da Orquestra Afrosinfônica. A lista de colaborações traz o próprio Passapusso, Josyara, Livia Nery, Giovani Cidreira, Hiran e KL Jay. (Amauri Terto)
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“Lost Weekend”, terceiro álbum solo de Phoebe Bridgers

Com o elogiado “Punisher”, de 2020, a cantora-compositora americana Phoebe Bridgers definiu uma espécie de benchmark para o estilo triste e confessional pelo qual ficou conhecida. Seis anos se passaram desde então, e sua visibilidade só cresceu, por meio de colaborações com Julien Baker e Lucy Dacus (as três formam o grupo Boygenius) e namoros com os atores Paul Mescal e Bo Burnham. O novo disco explora sua relação conflituosa com a fama e o luto pela morte de seu pai. (Fredy Alexandrakis)
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Clube de Leitura do Rap no Sesc Vila Mariana, em SP

Já imaginou participar de um clube de leitura com o autor presente? Essa é a proposta, mas em vez de livros, a discussão é sobre letras de rap. Depois de sete edições itinerantes, o clube retorna recebendo Parteum, MC Hariel e Rico Dalasam para discutirem suas composições. Com mediação de Nerie Bento, Marco Aurélio e Viny Rodrigues, o primeiro dos três encontros acontece em 22/8, no Sesc Vila Mariana. A entrada é gratuita, sem necessidade de retirada de ingresso. (Pedro Malta)
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“Kokoroko” em versão brasileira

Em parceria com alguns dos artistas brasileiros mais interessantes do momento, o coletivo inglês Kokoroko acaba de lançar o EP “Tempos Difíceis Sempre Passam”, uma releitura de seu último álbum, “Tuff Times Never Last” (2025). A obra expande ainda mais o universo musical já extenso do grupo londrino, com participações de Luedji Luna, Bruno Berle, Nyron Higor e Aleh Ferreira. Passeando pelo funk, jazz, neo-soul e R&B, o EP trava um belíssimo diálogo com o groove e a sensibilidade da música contemporânea brasileira. (Isabela Durão)