cultura

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A segunda temporada de “Cangaço Novo”, no Prime Video

A série que causou burburinho ao reinventar as regras do cangaço para a realidade atual está de volta. E “Cangaço Novo” (2026-) agora lida com horizontes mais amplos e riscos muito maiores. No lugar de um protagonista hesitante, Ubaldo (Allan Souza Lima) assume de vez o manto de líder na gangue dos Vaqueiros. Só uma coisa não mudou: a atriz Alice Carvalho segue roubando a cena como a destemida Dinorah. (Leonardo Neiva)
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O argentino Milo J no “Tiny Desk”, no YouTube 

Está cada vez mais difícil discordar que são da América Latina os nomes mais quentes da música na atualidade. Prova disso é a performance do artista de 19 anos no escritório da NPR. Nascido em Morón, na Grande Buenos Aires, e fenômeno em seu país natal, ele faz um manifesto cultural ao lado do Agarrate Catalina, célebre grupo de murga uruguaia, trazendo ritmos tradicionais, como candombe e milonga, além de rock e rap. O repertório faz parte de seu último álbum, “La Vida Era Más Corta” (2025). (Amauri Terto)
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“Ser Escritor”, novo livro de Roberto Taddei

Em nove textos centrados no ato da escrita, Taddei investiga as complexidades daquilo que sustenta a criação de uma voz literária. Autor de “A Segunda Morte” (Companhia das Letras, 2023) — leia um trecho aqui —, em “Ser Escritor” (idem, 2026), ele parte da leitura de clássicos e contemporâneos, como Tchekhov, Clarice Lispector e Cidinha da Silva, explorando as forças que agem para tornar sua escrita verdadeiramente sua. (Leonardo Neiva)
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“O Que Podemos Saber”, um romance futurista de Ian McEwan

O celebrado autor britânico de “Reparação” (Companhia das Letras, 2002) está de volta às prateleiras com um romance que imagina um futuro não tão distante destruído pelas catástrofes climáticas. Descrito como “o melhor livro de Ian McEwan em muito tempo” pelo New York Times, a obra questiona o lugar da arte e da literatura diante do apocalipse iminente, numa provocação com ecos profundos sobre a realidade atual. (Leonardo Neiva)