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IR Festival Zum 2025, em São Paulo

O festival é o lugar certo para conhecer os novos talentos e as tendências da foto em suas diversas possibilidades, por meio de debates, oficinas, exposições e feira de fotolivros que fazem parte da programação. No mesmo local, está em cartaz a exposição “A América Sou Eu", retrospectiva com cerca de 200 obras do fotógrafo Gordon Parks, com imagens realizadas entre as décadas de 1940 e 1970, além de filmes, periódicos e livros. No IMS Paulista, em 1 e 2/11. (Tereza Novaes)
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"O Filho de Mil Homens" nos cinemas

Os personagens excêntricos do livro "O Filho de Mil Homens" (Biblioteca Azul, 2016), de Valter Hugo Mãe, ganharam outra forma de vida nas telas: as dos cinemas, nesta quinta-feira (30), e as do streaming, na Netflix, em 19/11. No longa homônimo de Daniel Rezende, Crisóstomo (Rodrigo Santoro) sonha em ser pai. Ele vê no órfão Camilo (Miguel Martines) a chance de realizar esse desejo e, na solitária Isaura (Rebeca Jamir), a oportunidade de formar uma família. (Ana Elisa Faria)
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“Arquivo Transformista”, com memórias da cena LGBTQIAPN+ de SP

O projeto digital do Acervo Bajubá reúne 250 fotografias e depoimentos de pioneiras do transformismo (prática que antecede a arte drag) em São Paulo. O material vem dos acervos pessoais de Aloma Divina, Kelly Cunha, Gretta Starr, Marcinha do Corintho e Victoria Principal, que atuaram na cena nos anos 1970 e 1980. A iniciativa documenta a vida noturna paulistana e reconhece essas artistas, em sua maioria mulheres trans e travestis, como figuras centrais da história da cultura LGBTQIAPN+ no país. (Amauri Terto)
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“Juízo Final", o primeiro álbum de Jup do Bairro

Sempre inventiva, a paulistana Jup do Bairro acaba de lançar o que chama de "trilha sonora do fim do mundo". O primeiro álbum completo da premiada multiartista dá continuidade aos elogiados EPs “Corpo Sem Juízo” (2020) e “In.corpo.ração” (2024). Político e experimental, o trabalho reflete o que é ter um corpo dissidente em meio a um sistema violento e opressivo. Do funk ao rock, passando pelo rap, “Juízo Final” traz participações da banda mineira Black Pantera e do maranhense Negro Leo. (Amauri Terto)
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Péricles e pagode no "Tiny Desk Brasil"

Alguns meses atrás, um "Tiny Desk Brasil" com o Péricles era ou sonho distante ou prompt de IA. Mas, após as ótimas apresentações de João Gomes e Metá Metá, a “mesinha” acerta de novo ao chamar o pagodeiro ex-exaltasamba. Com clássicos como “Melhor eu ir” e “Eu e Você Sempre”, Péricles e sua banda Classe Média Alta transformam o cenário em roda de samba, com uma performance que tem tudo para entrar no hall da fama da franquia. (Isabela Durão)
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A reportagem "Quem matou Raquel Acioli?", no site da Piauí

Nos últimos dias de "Vale Tudo" em 1988, a pergunta que não queria calar era a agora clássica "Quem matou Odete Roitman?". Mas, no remake que terminou na sexta-feira (17), os questionamentos do público focaram, além das pontas soltas envolvendo Odete (Debora Bloch), outra personagem: a protagonista Raquel Acioli, que foi limada das tramas centrais da novela. O repórter João Batista Jr., da Piauí, investigou essa polêmica. (Ana Elisa Faria)
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“O Lendário Martin Scorsese”, na Apple TV+

Entrevistas inéditas, desenhos da infância, os primeiros filmes. A série documental sobre o diretor de cinema norte-americano, autor de obras icônicas como “Taxi Driver” (1976) e “Os Bons Companheiros” (1990), traz um mergulho na sua história de vida e mostra como os temas que permeiam sua obra, como a presença do bem e do mal na natureza humana, a violência e a religião, sempre estiveram próximos dele. (Isabelle Moreira Lima)
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A psicodelia dançante de Tame Impala em “Deadbeat”

Multi-instrumentista e produtor badalado, Kevin Parker, mente por trás do Tame Impala, curtiu a juventude ao som de techno e house nas raves em áreas rurais da Austrália Ocidental, sua terra natal. A sensação de liberdade e caos dessa experiência foi a maior inspiração de seu quinto álbum, "Deadbeat", que mantém o rock psicodélico característico, agora combinado com grooves e experimentações eletrônicas. O contraponto está nas letras, sobre culpa e desconexão. (Amauri Terto)
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“Servir aos Super-Ricos”

Quem ficou fascinado pelo livro “Coisa de Rico”, do antropólogo brasileiro Michel Alcoforado, não vai se decepcionar com “Servir aos Super-Ricos: O que acontece entre os multimilionários e seus empregados a portas fechadas” (Vestígio, 2025), da socióloga francesa Alizée Delpierre. A autora se infiltrou como serviçal na nata da sociedade parisiense, em uma estrutura que faria os retratados no livro de Alcoforado se sentirem miseráveis. (Tereza Novaes)