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Um encontro entre literaturas indígenas, com Daniel Munduruku e Daniela Catrileo

A cultura indígena, a herança colonial e a literatura serão debatidas na quinta (4/6) de Corpus Christi, numa conversa entre a autora chilena Mapuche Daniela Catrileo, de “Chilco” (DBA, 2025), romance sobre origem e pertencimento, e o escritor Daniel Munduruku, que trata de questões como memória e ancestralidade no romance “Fantasmas” (Record, 2025). Mediado pelo jornalista Leão Serva, o debate acontece às 14h30 no Palco da Praça.
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Shows de Mano Chao, Céu, Otto e mais de mil atrações na Virada Cultural, em SP

Neste fim de semana, SP se transforma em um grande circuito de música, cinema, literatura e performance. Entre os destaques, além de Manu Chao, a dobradinha dub dos jamaicanos do Scientist e Jah9, a festa dos 20 anos de carreira de Céu e Otto canta Reginaldo Rossi. Também vale pegar a sessão ao ar livre de “Frankenstein” (1931) no Museu da Casa das Rosas, e ouvir a ativista Vera Eunice, filha da escritora Carolina de Jesus, no Museu Afro Brasil. A programação está aqui. (Dolores Orosco)
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“Dercy, a Diva Debochada”, de Adriana Negreiros

Uma das maiores atrizes do teatro brasileiro no século 20 ficou mais conhecida pelos palavrões do que pela sua capacidade impressionante de improviso. A jornalista Adriana Negreiros, sua biógrafa, faz justiça com esse importante traço de sua personalidade artística neste novo livro, lançado pela Objetiva. Ela conta como, nascida em meio à pobreza, Dercy sofreu todo tipo de violência de gênero, mas nunca cedeu, para tornar-se a grande estrela da comédia brasileira. (Isabelle Moreira Lima)
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“Muito Romântico”, de Maui 

Na onda do álbum “Melodia&Barulho” que figurou em listas de melhores discos de 2025, o cantor Maui lança o EP "Muito Romântico". As cinco faixas são feitas ao redor de ideias de amor que fogem dos clichês e buscam retratar romances e afetos mais próximos da realidade brasileira. Unindo instrumentação acústica e produção eletrônica, a sonoridade é uma mistura de R&B e funk carioca. Com cara de tarde de domingo, o EP é digno de trilha sonora de novela. (Pedro Malta)
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“Caymmi”, álbum em que Alice Caymmi revisita a obra do avô Dorival

Para recolocar a obra do ícone baiano na boca do povo, a cantora carioca recria parte do repertório solar de Dorival Caymmi em seu novo trabalho de estúdio. São 12 canções do poeta do mar e da Bahia, incluindo as clássicas “O que é que a baiana tem”, “Modinha para Gabriela” e "Morena do Mar”, em roupagens renovadas, que vão do reggae ao trip-hop. A produção é assinada pelo parceiro de outras empreitadas, Iuri Rio Branco. (Amauri Terto)