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“Mais Forte Que a Dúvida’”, o segundo álbum de Melly

Nome em ascensão na cena nacional, a cantora e compositora baiana transforma os questionamentos sobre sua trajetória em uma obra de afirmação pessoal e artística. Com produção de Iuri Rio Branco, o álbum incorpora pagodão, arrocha, afrobeat e outros ritmos ligados à musicalidade baiana. Em letras marcadas pelo lirismo, Melly canta sobre amor, identidade, fé e ancestralidade. Com participações de Anitta, Léo Santana, Liniker e Luedji Luna. (Amauri Terto)
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“Cacau 50% Vol. II”, de Afreekassia

Dona de um dos melhores flows do hip-hop brasileiro hoje, ela mostra a conclusão de uma jornada pessoal neste EP. Se no primeiro volume Afreekassia tentava lidar com dores, mágoas e frustrações, a segunda parte é um relato de renovação e autoconfiança: mais leve e reflexiva, evoca artistas como Lauryn Hill, Erykah Badu e Alcione. É interessante ouvir o todo e entender o amadurecimento da artista em sua busca por uma vida com mais leveza e equilíbrio. (Isabela Durão)
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Um encontro entre literaturas indígenas, com Daniel Munduruku e Daniela Catrileo

A cultura indígena, a herança colonial e a literatura serão debatidas na quinta (4/6) de Corpus Christi, numa conversa entre a autora chilena Mapuche Daniela Catrileo, de “Chilco” (DBA, 2025), romance sobre origem e pertencimento, e o escritor Daniel Munduruku, que trata de questões como memória e ancestralidade no romance “Fantasmas” (Record, 2025). Mediado pelo jornalista Leão Serva, o debate acontece às 14h30 no Palco da Praça.
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Shows de Mano Chao, Céu, Otto e mais de mil atrações na Virada Cultural, em SP

Neste fim de semana, SP se transforma em um grande circuito de música, cinema, literatura e performance. Entre os destaques, além de Manu Chao, a dobradinha dub dos jamaicanos do Scientist e Jah9, a festa dos 20 anos de carreira de Céu e Otto canta Reginaldo Rossi. Também vale pegar a sessão ao ar livre de “Frankenstein” (1931) no Museu da Casa das Rosas, e ouvir a ativista Vera Eunice, filha da escritora Carolina de Jesus, no Museu Afro Brasil. A programação está aqui. (Dolores Orosco)
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“Dercy, a Diva Debochada”, de Adriana Negreiros

Uma das maiores atrizes do teatro brasileiro no século 20 ficou mais conhecida pelos palavrões do que pela sua capacidade impressionante de improviso. A jornalista Adriana Negreiros, sua biógrafa, faz justiça com esse importante traço de sua personalidade artística neste novo livro, lançado pela Objetiva. Ela conta como, nascida em meio à pobreza, Dercy sofreu todo tipo de violência de gênero, mas nunca cedeu, para tornar-se a grande estrela da comédia brasileira. (Isabelle Moreira Lima)
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“Muito Romântico”, de Maui 

Na onda do álbum “Melodia&Barulho” que figurou em listas de melhores discos de 2025, o cantor Maui lança o EP "Muito Romântico". As cinco faixas são feitas ao redor de ideias de amor que fogem dos clichês e buscam retratar romances e afetos mais próximos da realidade brasileira. Unindo instrumentação acústica e produção eletrônica, a sonoridade é uma mistura de R&B e funk carioca. Com cara de tarde de domingo, o EP é digno de trilha sonora de novela. (Pedro Malta)