literatura

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“Histórias Reais: 66 Relatos”, de Sophie Calle

A intimidade é o combustível do trabalho da francesa de 71 anos. Na fronteira entre a literatura e as artes visuais, sua obra aborda sua própria vida e a dos outros. Neste livro, com tradução de Marília Garcia, ela conta 66 histórias e as ilustra com fotos. Consagrada no campo das artes, ela já expôs em museus como MoMA e Pompidou, e, no Brasil, “Cuide de Você”, cujo cerne era uma carta de rompimento escrita por um ex, levou 50 mil pessoas ao Sesc Pompéia, em 2009. (Tereza Novaes)
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“O Beijo da Mulher Aranha” em nova tradução

A obra do argentino Manuel Puig é impactante, quer você a tenha conhecido em livro ou na adaptação de Héctor Babenco para as telas — que levou várias indicações e um Oscar para o ator William Hurt. Agora o clássico queer “O Beijo da Mulher Aranha” (Todavia, 2025) ganha nova versão traduzida por Sérgio Molina. Uma chance de descobrir ou redescobrir essa narrativa sobre o poder das conexões humanas nos lugares mais sombrios. (Leonardo Neiva)
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“Filha”, a história de um acerto de contas com a infância

Dezesseis anos depois de fugir de um ambiente doméstico opressivo, a caçula de sete irmãos descobre que o pai está muito doente. O retorno à casa familiar e a uma infância marcada pelo silêncio e a violência estão no centro do romance “Filha” (Companhia das Letras, 2025), da escritora e dramaturga Manoela Sawitzki. Com traços autobiográficos, a obra reflete sobre tornar-se mulher e as mudanças causadas pelo luto. (Leonardo Neiva)
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O episódio de “Livros no Centro” sobre Gaza e os livros

A relação entre livros e sobrevivência em meio à devastação de Gaza é o tema de episódio da nova temporada do podcast Livros no Centro. Apresentado pela curadora da Megafauna Rita Palmeira, o programa conta a história de Hend Salama Abo Helow, estudante de medicina e escritora palestina que nasceu e cresceu em meio aos livros. Hoje, eles são centrais para a sobrevivência de sua família, mas de uma forma que ela nunca imaginou. (Leonardo Neiva)
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De Dylan a Kendrick Lamar em “Do Vinil ao Streaming, vol. 2”

Após reunir 60 álbuns que contam a história da música pop internacional em um primeiro volume, o jornalista Daniel Setti retoma seu projeto musical pela editora Autêntica, para incluir artistas relevantes que não entraram no primeiro corte. O novo livro traz desde “Elvis Is Back!” (1960), e At Last! (1960), de Etta James, até “When We All Fall Asleep, Where Do We Go? (2019)”, de Billie Eillish, passando por “Bringing it all Back Home” (1965), de Dylan, e “To Pimp a Butterfly” (2015), de Lamar. Ouça também as playlists aqui. (Isabelle Moreira Lima)
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“A Maior Prisão do Mundo”, por Ilan Pappe

Escrito pelo historiador israelense que teve participação marcante na última Flip, e baseado em fontes de Israel, o livro que acaba de ser lançado pela editora Elefante desmonta a narrativa de que o genocídio promovido em Gaza é só uma resposta aos ataques do Hamas. Mostrando que a campanha integra um projeto de limpeza étnica iniciado na primeira metade do século 20, o livro faz uma dura reflexão sobre as reais intenções do governo israelense. (Leonardo Neiva)
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“Abolição”, os ensaios de Angela Davis sobre o sistema carcerário

Um olhar analítico e radical sobre as prisões, o encarceramento em massa e o racismo no sistema prisional, por uma das maiores vozes do movimento negro. Os ensaios de "Abolição: Políticas, práticas, promessas" (Companhia das Letras, 2025) cobrem cinco décadas do pensamento da ativista. Alvo de uma caçada policial injusta e presa por um ano e meio, Davis propõe aqui uma relação intrínseca entre cárcere e capitalismo. (Leonardo Neiva)