literatura

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A trajetória de Ruth Rocha, mestra da literatura infantil, no Itaú Cultural, em SP

A nova edição da série Ocupação, do Itaú Cultural, espaço localizado na avenida Paulista, celebra com uma exposição interativa a autora nonagenária que ajudou a formar gerações de leitores. Em cartaz a partir deste sábado (9) — até 2/8 —, a mostra gratuita percorre quase 60 anos de trabalho da escritora com fotos, vídeos, documentos e uma seleção de livros, como o clássico “Marcelo, Marmelo, Martelo”, que completa cinco décadas. (Ana Elisa Faria)
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“Ser Escritor”, novo livro de Roberto Taddei

Em nove textos centrados no ato da escrita, Taddei investiga as complexidades daquilo que sustenta a criação de uma voz literária. Autor de “A Segunda Morte” (Companhia das Letras, 2023) — leia um trecho aqui —, em “Ser Escritor” (idem, 2026), ele parte da leitura de clássicos e contemporâneos, como Tchekhov, Clarice Lispector e Cidinha da Silva, explorando as forças que agem para tornar sua escrita verdadeiramente sua. (Leonardo Neiva)
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“Verão na Névoa”, o novo livro de Michel Laub

O gaúcho reúne em sua obra mais recente dois ícones inusitados da arte: o cantor Renato Russo e o escritor sul-africano J.M. Coetzee, vencedor do Nobel de Literatura. Em “Verão na Névoa” (Companhia das Letras, 2026), o autor de “Diário da Queda” mescla memória e ensaio cultural usando como fio condutor a relação dos dois artistas com as drogas, numa obra que ironiza elementos da psicanálise e das narrativas de superação. (Leonardo Neiva)
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“O Que Podemos Saber”, um romance futurista de Ian McEwan

O celebrado autor britânico de “Reparação” (Companhia das Letras, 2002) está de volta às prateleiras com um romance que imagina um futuro não tão distante destruído pelas catástrofes climáticas. Descrito como “o melhor livro de Ian McEwan em muito tempo” pelo New York Times, a obra questiona o lugar da arte e da literatura diante do apocalipse iminente, numa provocação com ecos profundos sobre a realidade atual. (Leonardo Neiva)
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A nova versão de “O Estrangeiro”, pelo cineasta François Ozon, no cinema

Exibido no último festival de Veneza, o longa elogiado pela crítica traz aos cinemas brasileiros um olhar contemporâneo sobre o colonialismo, numa adaptação do livro de Albert Camus que segue fascinando novas gerações. O filme, todo em preto e branco, amplia os papéis femininos dentro da história do apático francês que acaba cometendo um assassinato. Com Benjamin Voisin, Rebecca Marder e Denis Lavant no elenco. (Leonardo Neiva)