literatura

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Uma excelente leva de newsletters

Boas reflexões e dicas sobre cultura e comportamento na sua caixa de email é o que prometem quatro incríveis newsletters feitas por jornalistas experientes e bons de texto: de Marie Kondo a panquecas, Heloisa Lupinacci, especialista em cervejas, escreve sobre o cotidiano em Caracteres com Espaço; Gaía Passareli sobre as ansiedades de todos nós em Tá Todo Mundo Tentando; Guilherme Werneck dá dicas incríveis de arte e cultura em Ladrilho Hidráulico e Tércio Silveira lê trechos de livros que valem a pena na Forno a Letra. (Isabelle Moreira Lima)
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Salman Rushdie fala após ataque

Seis meses após o atentado a faca que tirou parte da sua visão e quase paralisou sua mão direita, o escritor Salman Rushdie revela à revista “New Yorker” que sofre de estresse pós-traumático e tem encontrado dificuldade para voltar a escrever. O autor de “Os Versos Satânicos” e “Os Filhos da Meia-Noite”, porém, não quer ser visto como vítima. Seu novo romance, “Victory City”, pronto desde antes do incidente, começa a ser vendido nesta semana pelo mundo. (Leonardo Neiva)
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Cursos para mandar bem na escrita

Para quem quer começar ou se aprimorar na arte de escrever, este início de ano apresenta uma série de oportunidades de cursos e oficinas. O Estadão lista cinco opções pagas ou gratuitas, incluindo aulas online com autores como Lourenço Mutarelli, Noemi Jaffe e Luana Chnaiderman e cursos tradicionais oferecidos pela Casa das Rosas e o LABPUB. Outra opção é a pós-graduação em escrita criativa do Instituto Vera Cruz, em SP, com inscrições abertas. (Leonardo Neiva)
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Tom Verlaine pelos olhos de Patti Smith, na New Yorker

Intitulado "Ele era Tom Verlaine", Smith homenageia seu grande amigo, morto em 28/1. Ícones da cultura do final do século 20, se conheceram em 1973 e dividiram interesses. Ela relata com detalhes a primeira vez que o viu se apresentar, em abril do ano seguinte. "O que vimos naquela noite foi familiar, nosso futuro, uma fusão perfeita entre poesia e rock’n’roll. Enquanto via Tom tocar, pensei: Se eu fosse um menino, teria sido ele", escreveu. (Manuela Stelzer)