literatura

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De cenografia ao cinema de terror japonês, os cursos do MIS-SP

A fim de embarcar num novo curso ainda neste início de ano? Pois o MIS-SP oferece uma série de aulas variadas ligadas à arte ao longo de todo o mês de março. Se você tem interesse por temas como fotografia, cinema de horror, discotecagem, história da arte ou a jornada do Pequeno Príncipe, vale a pena fazer sua inscrição no site do museu. Há opções online e presenciais, com valores que vão de R$ 100 a no máximo R$ 300.
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“Uma História da Literatura Brasileira Contemporânea”, de Regina Dalcastagnè

Quando falamos em história, geralmente pensamos no passado, mas como falar dela enquanto ainda está acontecendo? Esse é o desafio a que se propõe a professora de literatura da UnB Regina Dalcastagnè em “Uma História da Literatura Brasileira Contemporânea” (Todavia, 2026). A partir de décadas de pesquisa, a autora faz uma abordagem crítica da variada escrita de ficção publicada no Brasil nas últimas décadas.
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“As Vozes da Noite”, romance clássico de Natalia Ginzburg

Num livro encharcado de solidão, encontros e despedidas, a italiana Natalia Ginzburg evoca as cores e sons da sua infância e juventude. A obra acompanha a tímida Elsa e as vivências de sua família nos anos de fascismo e no período pós-Segunda Guerra. Publicado originalmente em 1961, “As Vozes da Noite” (Companhia das Letras, 2025) narra a melancólica descoberta da realidade num período turbulento. (Leonardo Neiva)
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O livro “Canto de Rainhas”, de Leonardo Bruno

O que seria do samba brasileiro sem Alcione, Beth Carvalho, Clara Nunes, Dona Ivone Lara e Elza Soares? Por meio da história desses cinco ícones do gênero, o jornalista Leonardo Bruno escreve sobre a importância das mulheres na história do gênero no livro lançado pela Agir em 20221. Esta é uma das 12 obras sobre a história do samba e do Carnaval que Gama seleciona nesta lista, para que você possa curtir a folia de formas variadas e mesmo sem sair de casa. (Leonardo Neiva)
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Um crime brutal e uma mente perturbada em “O Adversário”, de Emmanuel Carrère

Para sua família, Jean-Claude Romand era um renomado médico a serviço da Organização Mundial de Saúde. Durante 20 anos, viveu essa mentira e, quando seria descoberto, preferiu matar a mulher, os filhos, os pais. Carrère conta a história de um dos mais infames assassinos da França, e como foi a correspondência com ele antes e após o julgamento, em um relato que mostra uma investigação profunda permeada por empatia. (Isabelle Moreira Lima)
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A reedição de “O Livro Amarelo do Terminal", de Vanessa Barbara, pela Fósforo

O cotidiano, os personagens e as histórias das pessoas que passam pelo segundo maior terminal rodoviário do mundo, o do Tietê, em São Paulo. Lançado originalmente em 2008, e premiado com o Jabuti de reportagem, o livro da jornalista e escritora navega por histórias absurdas, como um braço mecânico esquecido no setor de Achados e Perdidos, e faz de seu livro um dos grandes exemplos do jornalismo literário no país. No prefácio, João Moreira Salles escreve que Barbara “chegou à conclusão de que o Terminal Rodoviário do Tietê […] é uma versão condensada do mundo”. Do Brasil, certamente. (Luara Calvi Anic)
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"As Irmãs Nardal", livro sobre pioneiras do feminismo negro

Hoje pouco lembradas, sete irmãs nascidas na Martinica iniciaram, na Paris do entre-guerras, uma revolução silenciosa rumo a uma consciência negra global. Em "As Irmãs Nardal" (Bazar do Tempo, 2025), a jornalista Léa Mormin-Chauvac resgata a história dessas primeiras mulheres negras a entrarem na Sorbonne, que criaram em seu apartamento na periferia parisiense um dos grandes salões intelectuais da diáspora. (Leonardo Neiva)