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As mil e uma receitas do Líbano

Às vésperas da celebração dos 140 anos da imigração libanesa no Brasil, em novembro, a editora Ernest Books lança a versão em português do livro “Culinária Libanesa”. Trata-se de uma espécie de enciclopédia que traz mais de mil receitas da comida típica do país que são ao mesmo tempo instigantes e factíveis, sem exigir ingredientes misteriosos ou inalcançáveis (alô Ottolenghi!). A autora, Salma Hage, tem hoje 78 anos e conta um pouco da sua história, de como começou a cozinhar para ajudar a mãe, que teve 12 filhos; do seu fascínio ao receber uma panela de cobre cheia de melaço ainda na infância, antes mesmo de ter experimentado chocolate. Ela explica sobre a despensa e o jardim libaneses, ou seja, que temperos e ervas, legumes e hortaliças, dão vida a essa cozinha tão fresca quanto saborosa. De molho de romã a uma imensa variedade de pratos de cordeiro, o livro é riquíssimo. O investimento pode ser alto, mas vale para ter um livro de consulta vitalício.
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Uma receita inteligente e sem desperdício

Diga adeus ao descarte dos talos de vegetais como couve, brócolis e beterraba. Essa parte das plantas que geralmente não comemos — mas que é nutritiva e saborosa — vira protagonista na receita de arroz de talos da chef Paola Carosella. Usando a técnica do risotto (leia-se: colocar um caldo bem quente aos pouquinhos, mexer bastante até quase secar, repetir), ela transforma o arroz branco do dia a dia em um prato leve, colorido e cremoso com os galhinhos que sobram das verduras. É mais barato e mais rápido que o preparo clássico com arroz arbóreo e, de quebra, você aprende uma forma de cozinhar superadaptável a outros ingredientes.