Conteúdos sobre gastronomia na Gama Revista

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Festivais gastronômicos em São Paulo e pelo Brasil

Na volta dos eventos ao ar livre, acontece nos fins de semana de 15 a 17 e 22 a 24 de outubro o Taste of São Paulo. Sediado no Clube Hípico de Santo Amaro, vai dispor estandes de restaurantes como Jiquitaia, Komah e Mocotó, e outros com colabs interessantes como Paola Carosella fazendo arepas com Jefferson Rueda. Já o Fartura Gastronomia du Brasil terá jantares a quatro e a seis mãos com chefs de diferentes partes do país em São Paulo, Belo Horizonte, Belém, Fortaleza, Porto Alegre e Brasília. Veja a programação presencial no site. (Betina Neves)
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Um curso sobre a relação entre a escrita, a comida e a criatividade

É buscando apresentar as várias facetas da inspiração criativa que a jornalista especializada em gastronomia Luiza Fecarotta ministra o curso Língua e Linguagem, que contará com técnicas e estratégias para uma escrita variada por meio de sensações e emoções trazidas pela degustação de quitutes. As oficinas presenciais serão realizadas com um número reduzido de participantes e qualquer pessoa pode se inscrever, basta ter curiosidade sobre a relação entre a comida, a escrita e os sentidos. Serão cinco encontros, nos dias 19 e 26 de outubro e 9, 23 e 30 de novembro, na Escola Wilma Kovezi, em São Paulo, com inscrições abertas. (Andressa Algave)
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Almôndegas coreanas que salvam a refeição

Esta receita é uma mão na roda para quando se está sem tempo e não se quer sujar muito, porque são assadas no forno. As almôndegas pedem bolachas salgadas crocantes mas, mas se preferir algo menos ultraprocessado, vale ir na farinha de rosca mesmo. Um macete é pegar leve no alho, picar a cebolinha finíssima e preparar uma salada com molho de shoyu, gengibre e limão e um arroz glutinoso para acompanhar. Aqui uma versão mais apimentada. (Isabelle Moreira Lima)
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Rita Lobo, Paola Carosella e o alho

Um papo entre as duas divas da culinária brasileira: no novo episódio do podcast “Cadê a Receita, Rita Lobo?”, a criadora do Panelinha conversa com Paola Carosella. Seguindo as regras do programa, a chef do Arturito escolhe o alho como seu ingrediente preferido e compartilha receitas, além de falar da infância e da adolescência na Argentina, do começo da carreira, do dia a dia na cozinha em casa, nos negócios e nas redes sociais. (Mariana Payno)
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Uma massa com o sabor do Oriente

Um bom macarrão tem seu valor. Talvez seja a coisa mais simples que se pode fazer na cozinha para matar a fome sem ter trabalho, mas não é por isso que deve ser menosprezado. Se você é adepto da massa, mas está cansado de sugos e bolognesas, aqui vai uma boa ideia saída da coluna Prato do Dia, da jornalista Patrícia Ferraz, no Paladar: uma adaptação do tagliatelle com manteiga de especiarias que o gênio Yotam Ottolenghi publicou em seu livro “Plenty”. Com manteiga, cebolas e muitos temperos secos com o gosto misterioso do Oriente, a alegria vai à mesa em poucos minutos. Para finalizar, pinoles (que se você não tiver à mão, pode ser substituído amêndoas em fatias) e hortelã fresca. De quebra, você ainda encontra sugestões de harmonização para quem gosta de vinho (um Sauvignon Blanc bem aromático cai bem) ou cerveja (American Pale Ale). (Isabelle Moreira Lima)
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As mil e uma receitas do Líbano

Às vésperas da celebração dos 140 anos da imigração libanesa no Brasil, em novembro, a editora Ernest Books lança a versão em português do livro “Culinária Libanesa”. Trata-se de uma espécie de enciclopédia que traz mais de mil receitas da comida típica do país que são ao mesmo tempo instigantes e factíveis, sem exigir ingredientes misteriosos ou inalcançáveis (alô Ottolenghi!). A autora, Salma Hage, tem hoje 78 anos e conta um pouco da sua história, de como começou a cozinhar para ajudar a mãe, que teve 12 filhos; do seu fascínio ao receber uma panela de cobre cheia de melaço ainda na infância, antes mesmo de ter experimentado chocolate. Ela explica sobre a despensa e o jardim libaneses, ou seja, que temperos e ervas, legumes e hortaliças, dão vida a essa cozinha tão fresca quanto saborosa. De molho de romã a uma imensa variedade de pratos de cordeiro, o livro é riquíssimo. O investimento pode ser alto, mas vale para ter um livro de consulta vitalício.
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Uma receita inteligente e sem desperdício

Diga adeus ao descarte dos talos de vegetais como couve, brócolis e beterraba. Essa parte das plantas que geralmente não comemos — mas que é nutritiva e saborosa — vira protagonista na receita de arroz de talos da chef Paola Carosella. Usando a técnica do risotto (leia-se: colocar um caldo bem quente aos pouquinhos, mexer bastante até quase secar, repetir), ela transforma o arroz branco do dia a dia em um prato leve, colorido e cremoso com os galhinhos que sobram das verduras. É mais barato e mais rápido que o preparo clássico com arroz arbóreo e, de quebra, você aprende uma forma de cozinhar superadaptável a outros ingredientes.
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Food porn latino-americano

Dos criadores de “Chef’s Table”, “Street Food: América Latina” segue o sucesso da primeira temporada, que foca no continente asiático. O programa explora a comida de rua de seis cidades latinas: Buenos Aires, Salvador, Oaxaca, Lima, Bogotá e La Paz. Em uma época em que viagens internacionais parecem cada vez mais distantes, “Street Food” dá uma chance de se deliciar, mesmo que apenas visualmente, com pratos incríveis e de mergulhar na rica cultura e tradição culinária latino-americana.
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Uma receita com segredo de chef…

E ridiculamente fácil para os amadores. Para fazer este bolo de laranja do cozinheiro Leonardo Paixão, basta bater todos os ingredientes no liquidificador, colocar no forno e esperar enquanto a casa é tomada por aquele cheirinho cítrico — mas atenção à dica preciosa do chef mineiro: a fruta, que vai com casca e tudo, tem que ser laranja-baía. Dá para usar outro tipo? Até dá, mas não fica igual. Por ter a casca mais grossa e ser mais aromática, a laranja-baía deixa o bolo mais cremoso e saboroso, cheio de pedacinhos no meio da massa.
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Receitas e histórias de uma jornalista de gastronomia

Se a reclusão trazida pela pandemia o deixou perdido entre panelas, “Comida Cheia de História” (Editora Senac, 2017), da jornalista Patrícia Ferraz pode ajudá-lo. Tudo parece ficar mais gostoso quando há uma história por trás, e é o caso aqui. Patrícia, que foi editora de gastronomia do jornal "O Estado de S. Paulo" por anos reúne, além de receitas, crônicas em que conta como provou cada prato pela primeira vez, o que geralmente envolve casos divertidas de chefs famosos e celebridades em 240 páginas. No que diz respeito às receitas, todas foram testadas e produzidas em sua pequena cozinha, o que traz um incentivo extra ao leitor.
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Amasse a massa do pão

Nenhuma tendência gastronômica é mais forte hoje do que fazer o próprio pão. Presos em casa há mais de um mês, cada lida com o isolamento social de uma maneira. E a panificação oferece muitos elementos aliviadores de estresse: desde requerer concentração, o que tira sua cabeça de outros problemas, até o manuseio da massa, que no caso dos sovados, pode aliviar fisicamente as emoções negativas. Se você ainda não entrou nessa mas está interessado pode tentar uma das receitas mais famosas da estrela da culinária americana Mark Bittman, o “No-Knead Bread”. Outra opção é o site da nutricionista Neide Rigo, onde ela ensina a fazer um pão de levain do zero.
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Se depender dela, você não vai passar fome

Gênia da cozinha prática e criadora do site Panelinha, Rita Lobo preparou um compilado de receitas, listas de compras, orientações para higienizar e congelar alimentos e vídeos para os dias de distanciamento social. Ela tem feito lives direto da cozinha de casa, de onde ensina pratos e bota a família para cozinhar com ela - o marido Ilan Kow aprendeu ao vivo a preparar feijão. Na última semana, até o humorista Fábio Porchat, que não frita um ovo, dividiu a tela com Rita e se aventurou a preparar uma omelete com a esposa Nataly. Há ainda um vídeo didático de como fazer pão chato com fermento biológico (de bolo) em poucos minutos.