Ler, ouvir, ver

10 filmes natalinos para ver e rever

De “Grinch” a “Os Rejeitados”, uma seleção de 10 obras clássicas e novas para aquecer o clima de Natal  

25 de Dezembro de 2025

Enfeites ao redor da casa, luzes que piscam, presentes embrulhados, um pinheiro enfeitado (ainda que seja um país tropical) e uma ceia farta são algumas das tradições que ajudam a criar um clima natalino nas casas ao redor do mundo. Mas nem só de comida e decoração se faz o Natal. Os filmes com temática natalina também fazem parte das comemorações do aniversário de Jesus.

Goste ou não de “A Felicidade Não Se Compra” (1946) ou de “Esqueceram de Mim” (1990), algo você há de encontrar na lista preparada por Gama. Abaixo, confira dez obras — das mais clássicas até as recentes —, perfeitas para reunir a família e celebrar o Natal.

  • Imagem

    “A Felicidade Não Se Compra” (1946)

    de Frank Capra

    Se George Bailey, personagem interpretado por Jimmy Stewart em “A Felicidade Não Se Compra”, é essencial para Bedford Falls, a cidade em que vive, o filme dirigido por Frank Capra é igualmente essencial para o cinema natalino como um todo. No longa, Stewart é um homem que, não vê mais valor em sua vida e pretende se matar na véspera de Natal. Após uma visita do seu anjo da guarda, George percebe o impacto que suas ações tiveram na comunidade ao seu redor e como sua existência é valiosa. Doce, o filme em preto e branco se tornou a pedida certa na época do Natal e até hoje é referência no cinema natalino. Disponível no canal Looke, da Prime Video, e para aluguel e compra no YouTube.

  • Imagem

    “Ritmo de Natal” (2023)

    de Allan Fiterman

    Funk, Papai Noel, uma porção de tretas, rabanada, amor, humor e macarronese são os ingredientes de “Ritmo de Natal”, uma comédia romântica fofinha tipicamente natalina e brasileira. O filme acompanha a funkeira Mileny (Clara Moneke) e o violinista Dante (Isacque Lopes). Para ficar junto, o casal precisa superar alguns obstáculos: a família amalucada da cantora e a mãe esnobe (Taís Araújo) do músico. Disponível no Globoplay.

  • Imagem

    “Duro de Matar” (1988)

    de John McTiernan

    O atormentado policial John McClane, interpretado por um Bruce Willis ainda com alguns fios de cabelo, pode não ser a melhor encarnação do espírito natalino, mas “Duro de Matar” definitivamente é um filme de Natal. A noite do detetive McClane vira de ponta cabeça quando terroristas alemães atacam uma festa de confraternização do trabalho da esposa do policial. O detetive consegue escapar de ser feito refém, mas cabe a ele derrotar os terroristas e salvar o Natal de todos presentes naquele prédio. Troque a chaminé por dutos de ventilação, pisca-piscas por tiroteio e o papai Noel por um inspirado Alan Rickman (o tal vilão alemão), e “Duro de Matar” se torna um dos filmes de Natal mais alternativos — e também divertidos — que você pode sonhar em assistir no fim de ano. Disponível no Disney+.

  • Imagem

    “Um. Natal. Surreal.” (2025)

    de Michael Showalter

    Além de boas risadas, “Um. Natal. Surreal” promete reflexões acerca da sobrecarga materna. O lançamento estrelado por Michelle Pfeiffer, com Felicity Jones, Chloë Grace Moretz e Eva Longoria, acompanha uma mãe que é sempre a responsável por unir a família nas comemorações de fim de ano. Na preparação para um desses eventos, ela é esquecida pelos filhos e marido — momento que decide largar tudo para viver um Natal sem roteiros e pega a estrada sozinha rumo a um concurso que irá eleger a melhor mãe natalina. Disponível no Prime Video.

  • Imagem

    “O Estranho Mundo de Jack” (1993)

    de Henry Selick e Tim Burton

    E se o Natal e o Halloween se encontrassem? Foi com essa pergunta em mente que o diretor Henry Selick se juntou à Tim Burton para produzir “O Estranho Mundo de Jack”. A animação em stop-motion conta a história de Jack Skellington, o Rei das Abóboras, e da sua tentativa de trazer o Natal para a cidade do Halloween. O clima trevoso e as músicas soturnas de Danny Elfman dão um toque único ao filme. Disponível no Disney+.

  • Imagem

    “Tudo Bem no Natal Que Vem” (2021)

    de Roberto Santucci

    A maior pérola nacional do gênero natalino dos últimos anos — quiçá de todos — não podia faltar nesta lista. O longa protagonizado por Leandro Hassum conta a história de Jorge, que faz aniversário no mesmo dia que Jesus Cristo e é um verdadeiro hater do Natal — em parte por motivos bem terrenos, como o trânsito, a maratona de compras e os conflitos familiares típicos da ceia. Tudo muda em 2010, quando ele sofre um acidente vestido de Papai Noel e passa a viver um estranho ciclo: todo dia 24, acorda sem se lembrar do ano que passou e só desperta novamente no Natal do ano seguinte. Disponível na Netflix.

  • Imagem

    “O Grinch” (2000)

    de Ron Howard

    Jim Carrey já interpretou até o célebre rabugento Ebenezer Scrooge, personagem principal de “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens, em “Os Fantasmas de Scrooge” (2009), mas foi o seu papel como o terrível Grinch que o colocou no panteão de clássicos natalinos. Uma das mais icônicas adaptações da obra de Dr. Seuss, “O Grinch” de 2009 é o segundo filme de Natal mais visto de todos os tempos, atrás apenas de “Esqueceram de Mim” (1990). Apesar da conturbada produção, Carrey é a versão definitiva do demônio verde. Disponível no Prime Video.

  • Imagem

    “Klaus” (2019)

    de Sergio Pablos

    Reinventando a origem do Papai Noel, o filme acompanha Jesper, um carteiro mimado enviado para uma ilha gelada onde ninguém se fala — até ele conhecer Klaus, um lenhador solitário e habilidoso com brinquedos. A partir dessa amizade improvável, pequenos gestos de gentileza começam a transformar a cidade. Dirigido, animado e roteirizado pelo espanhol Sergio Pablos (“Meu Malvado Favorito”), a animação emociona tanto crianças quanto para adultos. Na dublagem brasileira, as vozes são de Rodrigo Santoro, Daniel Boaventura e Fernanda Vasconcellos. Disponível na Netflix.

  • Imagem

    “Simplesmente Amor” (2003)

    de Richard Curtis

    Se é açúcar que você procura nas festas de final de ano, o filme de Richard Curtis é feito sob medida para você. Contando não uma ou duas, mas dez histórias românticas, “Simplesmente Amor” tem um elenco estelar e uma boa dose de drama e comédia. Hugh Grant, Colin Firth, Emma Thompson, Liam Neeson, Alan Rickman, Keira Knightley, Rowan Atkinson, Bill Nighy, Martin Freeman, Laura Linney, Chiwetel Ejiofor e o brasileiro Rodrigo Santoro são alguns dos nomes que transformaram o filme em um clássico moderno. Disponível no canal Filmelier+, do Prime Video, e para compra no Apple TV.

  • Imagem

    “Os Rejeitados” (2023)

    de Alexander Payne

    É no clima triste do Natal em um internato, onde ninguém gostaria de passar as festas, que se ambienta “Os Rejeitados”, de Alexander Payne, diretor de obras como “Nebraska” (2013) e “Os Descendentes” (2011). A dramédia é centrada nos personagens de um professor odiado (Paul Giamatti), um estudante (Dominic Sessa) e uma cozinheira (Da’Vine Joy Randolph) que ficam isolados ali e são obrigados a conviver, compartilhando dores e vazios. Disponível na Netflix.

Quer mais dicas como essas no seu email?

Inscreva-se nas nossas newsletters

  • Todas as newsletters
  • Semana
  • A mais lida
  • Nossas escolhas
  • Achamos que vale
  • Life hacks
  • Obrigada pelo interesse!

    Encaminhamos um e-mail de confirmação