Conteúdos sobre filmes na Gama Revista

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6º Festival Internacional de Cinema LGBTI+

A descoberta da própria identidade, a homofobia e a transfobia e o amor entre idosos são alguns dos temas dos 20 filmes de 16 países que compõem a programação do festival, com exibição online e gratuita na plataforma do Sesc Digital até 8 de setembro. Há longas como o suíço “Beyto” (foto), sobre a paixão de um filho de imigrantes turcos pelo seu treinador, e curtas como o brasileiro “Marie”, história de uma mulher trans que volta à cidade natal após 15 anos para enterrar o pai. Veja a programação completa. (Amauri Arrais)
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A história do advogado abolicionista Doutor Gama

Baseado na trajetória do jurista e militante abolicionista Luiz Gonzaga Pinto da Gama, que utilizou as leis e os tribunais para libertar mais de 500 escravos, o filme “Doutor Gama” já está disponível no Globoplay. Com direção de Jeferson De, Gama é interpretado em diferentes idades por César Mello, Angelo Fernandes e Pedro Guilherme, narrando a história do baiano desde sua infância, quando foi vendido, até se tornar um dos advogados mais respeitados do país de sua época. (Andressa Algave)
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A história do craque italiano Roberto Baggio

Em 1994, ele te fez sorrir. Ao perder o pênalti na final da Copa do Mundo, o italiano Roberto Baggio tirou o Brasil de uma fila de 24 anos e sagrou a seleção brasileira tetracampeã mundial. Apesar do erro, que ficou marcado na história do jogador, Baggio foi um dos maiores futebolistas de seu tempo. Sua trajetória dentro e fora dos campos é revisitada pelo documentário "O Divino Baggio", que já está disponível na Netflix. (Daniel Vila Nova)
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Veja (ou reveja) o melhor do cinema de 2020

Acabou deixando de lado as principais estreias do cinema em meio ao caos que foi 2020? Pois o Festival Sesc Melhores Filmes pode te ajudar a recuperar o tempo perdido. Em sua 47ª edição, o evento, que vai até 5 de maio, traz em sua programação longas como “Retrato de uma Jovem em Chamas”, “Honeyland” e o nacional “Três Verões”, com Regina Casé. Todos podem ser acessados online e de graça na plataforma Sesc Digital. (Leonardo Neiva)
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A história de SP num casarão

Giselle Beiguelman e Ilê Sartuzi fazem uma releitura da história de São Paulo a partir da arquitetura do Palacete de Nhonhô Magalhães, em Higienópolis. No documentário experimental "Nhonhô", uma câmera atravessa ambientes da casa vazia enquanto a fala do narrador relaciona personagem, história do bairro e o presente da cidade. Com curadoria de Solange Farkas, a produção está disponível até dia 31 de março na Videobrasil. (Manuela Stelzer)
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Drama arqueológico na Netflix

Em 1939, o arqueólogo Basil Brown foi um dos pioneiros na descoberta de um navio anglo-saxão de 1.400 anos de idade em uma propriedade rural no sudeste da Inglaterra. Só recentemente, porém, foi reconhecido pelo feito. Sua história é contada no filme “The Dig”, com um elenco liderado por Ralph Fiennes e Carey Mulligan. O longa, disponível na Netflix, acrescenta várias pitadas de ficção a um relato histórico bastante interessante por si só. (Leonardo Neiva)
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O novo filme de Aaron Sorkin na Netflix

Um protesto pacífico contra a guerra do Vietnã se torna um violento confronto com a polícia e, posteriormente, um dos mais famosos julgamentos da história americana. Conhecidos como “Os 7 de Chicagos”, a história do grupo que desafiou o governo americano na década de 1960 se torna filme nas mãos de Aaron Sorkin, ganhador do Oscar por “A Rede Social” (2010). O longa, produzido pela Netflix, é uma das grandes apostas para varrer o Oscar do próximo ano e conta com um elenco estelar para isso, com nomes como Eddie Redmayne, Sacha Baron Cohen, Joseph Gordon-Levitt, Michael Keaton e Yahya Abdul-Mateen II.Bem recebido pela crítica internacional, o longa traça um paralelo com os protestos que acontecem nos dias de hoje e mostra que, onde há injustiça, há aqueles que lutam para superá-la.
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Luca Guadagnino volta à Itália para estrear na TV

Depois de uma atípica incursão pelo terror com “Suspiria” (2018), versão atualizada do clássico setentista de Dario Argento em Berlim, o cineasta italiano Luca Guadagnino reencontra as paisagens do norte de seu país natal, já aproveitadas como o belíssimo cenário do filme “Me Chame pelo Seu Nome” (2017), vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado. Em “We Are Who We Are” (somos o que somos), a estreia do diretor em séries de televisão, a história não ocorre em um casarão ensolarado de veraneio, e sim numa base militar dos EUA na cidade de Chioggia, próxima a Veneza. Em foco, estão dois adolescentes americanos, interpretados por Jack Dylan Grazer (de “It - A Coisa” e “Shazam!”) e a estreante Jordan Kristine Seamón, em um elenco que também conta com atrizes como a americana Chloë Sevigny e a brasileira Alice Braga, além do rapper americano Kid Cudi. Sem grandes acontecimentos ou reviravoltas, a série, com produção da HBO, acompanha o cotidiano e a amizade dos dois jovens, que juntos passam por algumas das agruras tradicionais do amadurecimento, como conflitos familiares, relacionamentos amorosos e a descoberta da sexualidade.
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Charlie Kaufman e o terror de conhecer os sogros

Conhecer os pais do namorado pela primeira vez nunca é experiência fácil, mas o novo filme de Charlie Kaufman promete complicar ainda mais as coisas. “Estou Pensando em Acabar com Tudo”, baseado no livro de Ian Reid, é um suspense psicológico onde um encontro com os sogros se torna experiência surreal, que questiona a natureza do mundo e daqueles que o habitam. Depois de clássicos como “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” (2004) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), Kaufman estreia na Netflix na sexta-feira (4). O elenco conta com nomes como Jessie Buckley, Jesse Plemons e – para o deleite dos fãs de terror – Toni Collette.
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Um filme sobre o preço da fama

Uma estrela mirim que tinha tudo para ser um grande sucesso, mas se afasta dos palcos por motivos misteriosos. Essa é a premissa de “Ninguém sabe que eu estou aqui”, novo filme da Netflix e já disponível na plataforma. Isolado em uma fazenda no Chile, o agora adulto Memo, interpretado por Jorge García — o Hurley, de “Lost” —, tem dificuldades de se comunicar com outras pessoas e opta pela solidão. Com um toque de surrealismo, o diretor Gaspar Antillo conduz o espectador pelo labirinto que é a vida do ex-cantor, revivendo os traumas da juventude e os motivos pelos quais Memo não deu sequência a sua carreira musical. 
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O processo de um artista

A criação de um artista é dos assuntos mais enigmáticos que existem no mundo da arte. Há algo de encantador e misterioso no processo que transforma uma simples ideia em obra completa. “Eu Contra Eu”, novo curta metragem do diretor Marco Paoliello “Grilo”, explora a dinâmica de criador e criatura pela história do também diretor Vinícius Henrique “Vila Cesamo”. Acompanhamos as gravações de “Licionéia”, filme produzido por Vila Césamo em 2019 e entre gravações nos sets, passeios de bicicleta e o trabalho de chaveiro, o curta demonstra a inquietude de um criador que, para viver, tem de criar.
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Se você não vai ao cinema…

Um pouquinho dele vem de graça até você. Na plataforma #EmCasaComSesc há uma série de filmes em exibição para assistir em streaming, sob curadoria do CineSesc. Toda semana são disponibilizados quatro novos títulos, longas e documentários, para diferentes tipos de público. Entre os destaques, "Eu Sou Ingrid Bergman" (2015), que remonta a trajetória de uma das mais premiadas atrizes da história do cinema, e um clássico dos anos 1950, "A Carruagem de Ouro" (1952), que marca a volta do francês Jean Renoir à Europa depois de anos morando nos Estados Unidos. Só vale ter atenção às datas: os filmes têm permanência temporária.
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Arte brasileira no IMS digital

Crônicas de Ana Paula Maia, Cidinha da Silva, Geovani Martins e Itamar Vieira Junior; filmes da atriz e diretora Helena Ignez e do cineasta Takumã Kuikuro; vídeos dos artistas Edgar e Leona Vingativa e do fotógrafo Marcelo Rocha; e uma apresentação musical da Família Ernest Dias estão entre os primeiro trabalhos do programa IMS Convida. O Instituto Moreira Salles concebeu o programa como uma forma de dar apoio à prática artística durante a quarentena. Cerca de 60 artistas e coletivos produziram obras inéditas que levaram em conta a pluralidade e a diversidade do Brasil, que serão publicadas diariamente na plataforma. Na lista estão ainda nomes como os rappers Brô MCs, o cartunista Angeli, o cineasta Karim Aïnouz, o fotógrafo Roger Cipó e o coletivo Slam das Minas.
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Uma comunidade hippie inclusiva

Como um acampamento de férias hippie se transformou em um movimento pelos direitos de pessoas com deficiência? O documentário "Crip Camp: Revolução pela Inclusão" (2020) tem a resposta. Produzido pela família Obama, o filme conta a história do "Camp Jened", um camping americano para pessoas com deficiência. O ambiente liberal e inclusivo do local deu origem a uma geração de jovens politizados que, inspirados na luta por direitos civis americanos, formaram um movimento próprio e conseguiram mudar leis. O filme é uma lembrança que mudanças na sociedade só são conquistadas com muito esforço. Dirigido por Nicole Newnham e Jim Lebrecht, que frequentou a habitação, o documentário está disponível na Netflix.