Conteúdos sobre cinema na Gama Revista

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Filmes e seriados franceses no cinema

Oui, o Festival Varilux de Cinema Francês está de volta, após duas edições on-line, em 50 cidades com 17 filmes inéditos e uma novidade: a exibição de séries, como “Cheyenne e Lola”. Um dos destaques da programação é “O Acontecimento”, de Audrey Diwan, que mostra uma jovem que, nos anos 1960, decide fazer um aborto. Em 2021, o longa adaptado do romance da escritora Annie Ernaux ganhou o Leão de Ouro em Veneza. Até 6/7. (Ana Elisa Faria)
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Documentário da HBO sobre a imprensa em risco

Desde 2018, quando denunciou nas eleições campanha de fake news no Whatsapp, a repórter Patrícia Campos Mello tem sofrido constantes ataques online, chegando a ser insultada em uma CPI. Sua história e a de outros três jornalistas em risco é contada em “Endangered”, que aponta casos recentes de violência contra a imprensa. O filme, que estreia na HBO Max na terça (28), tem produção do vencedor do Pulitzer Ronan Farrow. (Leonardo Neiva)
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Um remake sobre um remake em série elogiada em Cannes

Um cineasta decidido a fazer um remake de um grande clássico do cinema mudo francês. Esse é o ponto de partida de “Irma Vep”, nova série do diretor Olivier Assayas (“Personal Shopper”, “Acima das Nuvens”), protagonizada por Alicia Vikander, que discute o estado do cinema e o atual cabo de guerra com os streamings. A série, cujos dois primeiros episódios estão disponíveis na HBO Max, é ela mesma um remake de um dos clássicos do cineasta. (Leonardo Neiva)
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Um mezzo faroeste em “Jesus Kid”

Publicado em 2004, o livro do escritor e quadrinista Lourenço Mutarelli acaba de ganhar as telas de cinema. Com o ator e cantor Paulo Miklos e Sérgio Marone no elenco, o longa acompanha a jornada de um autor de livros de faroeste em decadência. Um convite para se isolar num hotel de luxo e escrever um roteiro chega como a última esperança, mas nem tudo é o que parece ser nesta crítica feroz ao mercado editorial e cinematográfico. (Leonardo Neiva)
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Alain Resnais na Cinemateca de SP

Reaberta ao público em maio após quase dois anos, a Cinemateca Brasileira abriga até o próximo domingo (12) a mostra “100 Anos de Alain Resnais”, em homenagem ao celebrado cineasta francês, expoente da Nouvelle Vague. Filmes como “Noite e Neblina” (1956), “Hiroshima, Meu Amor” (1959, foto) e “Muriel” (1963) integram a programação. Os ingressos, gratuitos, começam a ser distribuídos uma hora antes das sessões. (Ana Elisa Faria)
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O manifesto contra a misoginia que venceu o Festival de Berlim

Em 2021, o filme “Má Sorte no Sexo ou Pornô Acidental”, uma crítica com humor ácido ao machismo, estreou arrebatando o Urso de Ouro. Agora, o longa está sendo lançado em circuito comercial no Brasil. Embora trate da realidade da Romênia, país do cineasta Radu Jude, este conto sobre o preconceito sofrido por uma professora que teve sua sex tape vazada encontra ressonância no mundo todo. (Leonardo Neiva)
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O Novíssimo Cinema Brasileiro na USP

"A Viagem de Pedro" (2019), "Marighella" (2019), e o stop motion "Bob Cuspe - Não Gostamos de Gente" (2021), que homenageia o ilustrador Angeli, são algumas das obras que estão em cartaz até o dia 15 de junho na mostra de cinema da USP, no Cinusp. Serão exibidos filmes cujas estreias foram prejudicadas pelo período de quarentena, e serão realizados ainda debates, além de uma homenagem ao cineasta Geraldo Sarno (1938-2022). (Andressa Algave)
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As críticas virais de Isabela Boscov no Youtube

“Eu imediatamente tenho crise de ansiedade”, “Isso só pode ser dívida de jogo – só alguém ameaçando quebrar as suas pernas é que você topa um trabalho desses” e outras frases icônicas que viraram meme no Tiktok e no Twitter. A jornalista que escreve sobre cinema e streaming há 22 anos na Veja, onde também é colunista, posta suas críticas ácidas e virais no canal pessoal do Youtube, que acumula 13 milhões de visualizações. (Andressa Algave)
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Cinema modernista brasileiro no CCBB de Brasília

Com filmes raros em 16 e 35mm, a mostra “Ecos de 1922 - Modernismo no Cinema Brasileiro” relembra o legado da Semana de 22 de forma crítica, evocando o trabalho de intelectuais paulistas como Oswald de Andrade e Mário de Andrade, e artistas indígenas contemporâneos, como Jaider Esbell e Denilson Baniwa. No domingo (8) às 19h, será exibido “Limite”, de Mario Peixoto, e "Ladrões de Cinema", de Fernando Coni Campos, ambos em 35mm. (Manuela Stelzer)
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"Flee", animação indicada ao Oscar, no cinema

Baseado em uma história real, "Flee" acompanha a vida de um acadêmico afegão de sucesso na Dinamarca que se vê assombrado pelos traumas do passado. Pela primeira vez, decide contar sua história a um amigo, o diretor Jonas Poher Rasmussen, para quem revela ter sido um refugiado na infância. O filme, que fez história por disputar nas categorias animação, documentário e filme internacional no Oscar, chega aos cinemas brasileiros. (Manuela Stelzer)
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Indicado ao Oscar, japonês ‘Drive My Car’ estreia nos cinemas

Quem planeja assistir a todos os indicados do Oscar este ano já pode ir se preparando para comprar os ingressos. O drama japonês “Drive My Car”, que entrou em melhor filme, direção e roteiro, acaba de chegar às telas de cinema brasileiras. Com quase três horas de duração, o primeiro longa japonês indicado à maior categoria da cerimônia se baseia num conto do escritor Haruki Murakami e também já foi premiado em Cannes. (Leonardo Neiva)
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'Pequena Mamãe', novo filme de Céline Sciamma

Depois de se consagrar com "Retrato de uma Jovem em Chamas" (2019), a cineasta francesa retorna às telas nesta quinta (3), com um longa sobre luto – mas sob a ótica de uma criança. Ao lado dos pais, Nelly vai à casa onde sua mãe cresceu. Lá, conhece Marion, uma garota da sua idade estranhamente parecida consigo e que compartilha o nome da mãe. Passado e presente se misturam, e o título entrega a reflexão sobre empatia e família. (Manuela Stelzer)
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‘O Poderoso Chefão’ faz 50 e volta ao cinema

Para celebrar um dos filmes mais importantes de todos os tempos, a partir do dia 24, o mafioso Don Corleone está de volta às telonas do Brasil. Exibido pela primeira vez numa versão 4K HDR, o filme entra na programação do tradicional Noitão do Petra Belas Artes, em São Paulo, ao lado de clássicos como “Os Intocáveis”. Ah, e a partir de 22 de março, a trilogia original estará disponível na versão restaurada em plataformas de streaming. (Leonardo Neiva)
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'Licorice Pizza', com três indicações ao Oscar

O novo longa do cineasta Paul Thomas Anderson é uma carta de amor à Los Angeles dos anos 1970, onde o cineasta cresceu, composta ao redor das idas e vindas de uma aspiração de romance entre os carismáticos Gary, de 15 anos, e sua vizinha Alana, de 25. A narrativa leve, colorida, nostálgica e cheia de detalhes biográficos é possivelmente o trabalho mais acessível do diretor de "Magnólia" (1999) e "Boogie Nights" (1997). (Betina Neves)
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Harmonia e ritmo marcado na nova música de Beyoncé

Meio marcha, meio balada, com canto em harmonia e uma bateria pesada marcando o tempo, a canção "Be Alive" emociona e leva Beyoncé, sua coautora e intérprete, ao Oscar, na primeira indicação da estrela campeã de Grammys. A música é parte da trilha de "Kind Richard", biopic sobre o pai das tenistas Venus e Serena Williams. A letra fala de luta, perseverança, espírito de equipe e repete "como é bom estar vivo". Difícil é manter o rosto seco. (Isabelle Moreira Lima)
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Finalmente “Mães Paralelas”, novo filme de Pedro Almodóvar

O longa do diretor espanhol chega aos cinemas elogiadíssimo pela crítica. Com suas costumeiras marcas autorais – as cores, o universo feminino, o melodrama – “Mães Paralelas” parte do encontro entre Janis (Penelope Cruz) e Ana (Milena Smit) no hospital, no qual as duas dão à luz no mesmo dia. Suas relações e histórias familiares levam a reflexões sobre maternidade, hereditariedade e política. Também na Netflix a partir de 18/2. (Betina Neves)
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"Get Back" no topo do prédio e no cinema

Se o documentário “The Beatles: Get Back” reacendeu o beatlemaníaco que mora em você, o cinema deve ser sua próxima parada. O último show dos Fab Four, documentado na série da Disney +, foi adaptado e remasterizado para as telonas e será exibido em sessões IMAX entre os dias 10 e 13 deste mês. Para aqueles que desejam ver a icônica apresentação no terraço da Apple Corps, os ingressos são vendidos neste link. (Daniel Vila Nova)
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O filme ‘Fortaleza Hotel’

Uma amizade improvável entre uma mulher coreana, de passagem por Fortaleza para cuidar da cremação do marido morto, e a camareira do hotel em que está hospedada, vivida pela atriz Clébia Sousa (“Bacurau”). Eis a sinopse do novo longa do cearense Armando Praça que, em sua estreia como diretor com o ótimo “Greta” (2019), colocou Marco Nanini na pele de um enfermeiro que se apaixona por um jovem detento sob seus cuidados. Um cinema ao mesmo tempo vigoroso e delicado, em cartaz. (Amauri Arrais)
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Os filmes da 25ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes

Dos mais importantes festivais de cinema do país, o evento mineiro acontecerá este ano de forma online, repetindo o que aconteceu em 2021. Entre 21 e 29 de janeiro, a programação, totalmente gratuita, trará filmes, debates e oficinas com foco em obras de diretores e diretoras no início de suas trajetórias. É oportunidade de ter um panorama amplo do cinema independente brasileiro: são 166 longas e curtas de 21 estados. (Betina Neves)
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Jeremy Strong e os excessos cometidos por atores

Leonardo DiCaprio dormiu em uma carcaça de animal para seu papel em “O Regresso”. Seguidor do Método, prática que busca maior identificação entre ator e personagem, ele recebeu um Oscar pelo filme. Então por que Jeremy Strong, o Kendall de “Succession”, está sendo ridicularizado pela mesma prática? Será que deixamos de gostar de atores do Método? É o que aborda a reportagem do The Guardian, que analisa o status de atores que vão até as últimas consequências por seus personagens. (Leonardo Neiva)
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Os filmes do 23º Festival do Rio

Até domingo (19), a mostra internacional de cinema traz centenas de títulos de mais de 60 países – alguns inéditos, como “Belfast”, de Kenneth Branagh, e “O Beco do Pesadelo”, de Guillermo del Toro. Também o vencedor da Palma de Ouro, de Cannes, “Titane”, de Julia Ducournau (foto). Do Festival de Berlim, vem “Má Sorte no Sexo ou Pornô Acidental”, de Radu Jude, representante da Romênia no Oscar. E uma boa presença do cinema brasileiros, com 71 títulos, entre longas e curtas. Dividido em seis mostras, o festival acontece de forma presencial, e oferece algumas sessões gratuitas. (Manuela Stelzer)
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Um perfil sobre o ‘verdadeiro’ Will Smith

Ser uma celebridade nem sempre é fácil. Além do assédio da imprensa e de fãs, um astro do cinema deve construir e cuidar da sua imagem pública de forma meticulosa. Ao longo de três décadas, foi isso que Will Smith fez. Mas, nos últimos anos, o ator se cansou e decidiu revelar verdades inconvenientes sobre si mesmo — detalhes do seu casamento e sua postura nem sempre positiva com coadjuvantes de projetos em que trabalhou são só alguns dos exemplos citados no perfil feito pela GQ. Aos 50 anos, Smith conta como decidiu destruir a imagem que criou de mocinho de Hollywood. (Daniel Vila Nova)
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O remake de ‘Amor, Sublime Amor’, de Steven Spielberg

Da crítica social de “America” aos versos poeticamente melosos de “Tonight” e “Somewhere”, o musical está de volta às telas de cinema 60 anos depois do estrondoso sucesso da versão original. Um Romeu e Julieta envolvendo gangues locais e de imigrantes nos EUA, o longa venceu 10 Oscars em 1962. A nova adaptação do musical de Stephen Sondheim, morto em novembro, tem direção de Spielberg e vem recebendo elogios da crítica. (Leonardo Neiva)
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‘A Mão de Deus’, novo filme de Paolo Sorrentino

O diretor italiano, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro com “A Grande Beleza”, conta nesse drama com fortes traços autobiográficos a passagem da adolescência para a vida adulta de Fabietto Schisa, vivido por Filippo Scotti, na Nápoles dos anos 1980. A perda da virgindade, o desejo de ser cineasta, a família hilária e a paixão pelo ídolo Maradona são narrados com humor, poesia e tragédia. Vencedor do prêmio do júri em Veneza, o filme está em cartaz em poucas sessões nos cinemas, mas deve chegar à Netflix no próximo dia 15. (Amauri Arrais)
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Mostra de Cinema Coreano em São Paulo

Depois do sucesso de “Round 6”, os fãs da cultura coreana têm um novo evento para chamar de seu. Até 12 de dezembro, o Petra Belas Artes exibe 13 filmes na 10ª edição da mostra. Entre os títulos é possível ver “Honest Candidate”, a curiosa adaptação da comédia "O Candidato Honesto" (2014), com uma personagem feminina no papel de Leandro Hassum. Também estão na lista “Kim Ji-young: Born 1982”, longa que explora a visão feminista no país e a animação “Os Sete Anões e os Sapatos Mágicos”. As sessões são diárias e acontecem às 16h, 18h15 e 20h30, com entrada gratuita. (Manuela Stelzer)
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‘Ataque dos Cães’, filme da Netflix premiado em Veneza

Vencedor do Leão de Prata, entregue para a diretora Jane Campion no último Festival de Veneza, o longa, uma das apostas para a próxima cerimônia do Oscar, já está disponível na Netflix. O faroeste aclamado pela crítica retrata uma tensa briga familiar e conta com um elenco de peso, encabeçado por nomes como Benedict Cumberbatch, Kirsten Dunst, Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee. (Leonardo Neiva)
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‘Vingança & Castigo’, faroeste produzido por Jay Z

A nova produção da Netflix estreou esta semana. A história acompanha o bandido Nat Love (Jonathan Majors) que reúne um bando de criminosos para caçar o seu antigo rival, Rufus Buck (Idris Elba). Com direção de Jeymes Samuel e produção de Jay Z, o longa reimagina o papel de importantes figuras históricas negras do mundo dos cowboys e fora-da-lei. Regina King, LaKeith Stanfield e Zazie Beetz também acompanham Majors e Elba em um western que conta com um elenco principal formado somente por atores e atrizes negros. (Daniel Vila Nova)
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Documentário ‘The Velvet Underground’, na Apple TV+

Elogiado pela crítica nos EUA, o filme mergulha na grandiosidade criativa da banda, que se tornou uma referência atemporal para gerações de músicos. Do diretor Todd Haynes, já conhecido por retratar ícones da música, reconstrói o contexto de Nova York de meados dos anos 1960 para entender o surgimento da formação original, com entrevistas, performances inéditas e um grande acervo de gravações, tendo como clímax no lançamento do álbum “The Velvet Underground & Nico”, em 1967. (Betina Neves)
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A série de terror e comédia ‘What We Do in the Shadows’

Baseada no filme homônimo de Taika Waititi e Jemaine Clement, a série acompanha o dia a dia (ou melhor, o noite a noite) de quatro vampiros que dividem o mesmo teto há alguns séculos. Misturando terror com comédia, a série aposta no estilo mockumentary -- que faz paródia sobre o estilo documental, popularizado por “The Office” -- e entrega versões cruas, honestas e atrapalhadas das criaturas da noite. A terceira temporada acaba de ser exibida na TV e já está disponível no Star+. (Daniel Vila Nova)
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45ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Eis a chance de assistir em primeira mão a “Deserto Particular”, do diretor Aly Muritiba, premido no Festival de Veneza e candidato a representante brasileiro no Oscar de 2022. O longa narra a história de um ex-policial de Curitiba que parte até o sertão baiano à procura de uma mulher com quem trocava mensagens em um aplicativo de encontros. Esse e outros 263 filmes desta edição da mostra serão exibidos em cinemas e espaços abertos como o vão do Masp e o Vale do Anhangabaú até 3 de novembro. Parte deles também está disponível no streaming Mostra Play. (Betina Neves)
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‘Cabeça de Nêgo’, filme sobre aluno que reage a ataque racista

Inspirado por um livro dos Panteras Negras, o longa, destaque na Mostra de Cinema de Tiradentes, estreia nos cinemas brasileiros nesta semana. Dirigido pelo cearense Déo Cardoso, aborda o preconceito e o descaso com a educação na figura do protagonista adolescente Saulo, que é expulso da escola depois de reagir a um insulto racista. Quando mesmo assim se recusa a ir embora, ele acaba servindo como estopim para um levante estudantil. (Leonardo Neiva)
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Festival Internacional de Cinema de Curitiba

Até 14 de outubro, a mostra exibe sua programação de mais de 70 filmes, entre longas e curtas, todos online. A curadoria destaca as novas formas de linguagem cinematográfica, com obras abertas ao experimentalismo. São filmes como “Carro Rei”, com Matheus Nachtergaele, que levou o prêmio de ??Melhor Longa Brasileiro em Gramado. Além de produções de Rússia, Alemanha, Canadá, Colômbia, Venezuela, Argentina e Romênia. Todos ficam disponíveis por 24h no site oficial, com ingressos a R$ 5. (Amauri Arrais)
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O filme “A Última Floresta”, vencedor do prêmio do público em Berlim

Após ter conquistado o prêmio do público no Festival de Berlim, o longa chega aos cinemas num momento oportuno, em que os indígenas se mobilizam novamente por suas terras. Dirigido por Luiz Bolognesi, com roteiro escrito em parceria com Davi Kopenawa, mescla imagens documentais e encenação para mostrar a luta, a vida cotidiana e a cosmovisão dos yanomami. A história é inspirada no livro “A Queda do Céu”, em que Kopenawa, xamã e liderança, narra a relação do povo com a terra e sua religiosidade. (Amauri Arrais)
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O legado de Michael K. Williams

De “The Wire” à “Boardwalk Empire”, Michael K. Williams roubava a cena em qualquer lugar em
que estivesse. O ator, encontrado morto em sua casa na última segunda (8), tinha 54 anos e foi indicado ao Emmy de melhor ator coadjuvante por sua performance na série “Lovecraft Country”. Relembrado como um homem carinhoso por amigos, Williams era conhecido pela entrega completa a cada papel, não importa o tamanho, como afirma o obituário na The Atlantic. Parte do seu legado pode ser conferido em “The Wire”, como o icônico traficante Omar Little, e em “Lovecraft Country”, como Montrose Freeman. Ambas na HBO Max. (Daniel Vila Nova)
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6º Festival Internacional de Cinema LGBTI+

A descoberta da própria identidade, a homofobia e a transfobia e o amor entre idosos são alguns dos temas dos 20 filmes de 16 países que compõem a programação do festival, com exibição online e gratuita na plataforma do Sesc Digital até 8 de setembro. Há longas como o suíço “Beyto” (foto), sobre a paixão de um filho de imigrantes turcos pelo seu treinador, e curtas como o brasileiro “Marie”, história de uma mulher trans que volta à cidade natal após 15 anos para enterrar o pai. Veja a programação completa. (Amauri Arrais)
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A história do advogado abolicionista Doutor Gama

Baseado na trajetória do jurista e militante abolicionista Luiz Gonzaga Pinto da Gama, que utilizou as leis e os tribunais para libertar mais de 500 escravos, o filme “Doutor Gama” já está disponível no Globoplay. Com direção de Jeferson De, Gama é interpretado em diferentes idades por César Mello, Angelo Fernandes e Pedro Guilherme, narrando a história do baiano desde sua infância, quando foi vendido, até se tornar um dos advogados mais respeitados do país de sua época. (Andressa Algave)
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Um perfil de Omar Sy, protagonista de ‘Lupin’

Um dos homens mais populares da França e astro da série “Lupin” (2021), Omar Sy é um fenômeno em ascensão. Após o sucesso de “Intocáveis” (2011), filme francês que lhe rendeu um César, Sy partiu para Hollywood e vem conquistando cada vez mais espaço no cinema americano. No perfil escrito pela jornalista Lauren Collins, a vida, o charme, a insegurança e a carreira do ator são relatadas de maneira íntima e detalhada. Prepare-se para se apaixonar pelo ator. (Daniel Vila Nova)
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Documentários musicais para todos os gostos

Unindo a paixão por cinema e música, fica no ar até 27 de junho o 13º In-Edit, Festival Internacional do Documentário Musical. Com 50 filmes na programação, o evento acontece online e começa com uma homenagem a D.A. Pennebaker (1925-2019), diretor do clássico sobre Bob Dylan “Don’t Look Back”. Há longas para todos os gostos, do hip hop ao heavy metal, além dos focados em figuras como Jair Rodrigues e Luiz Melodia. Os nacionais podem ser acessados grátis, e os internacionais saem por R$ 3. (Leonardo Neiva)
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Uma nova geração de judeus & millennials

Uma hora e meia de filme, desconforto e risadas nervosas. “Shiva Baby”, da diretora Emma Seligman, acontece durante um shivá, cerimônia de luto no judaísmo. Nele, a jovem Danielle (Rachel Sennott) tem de lidar com a ex-namorada, o sugar daddy (acompanhado de esposa e filho) e uma família afetiva demais, intrometida demais. Tudo isso em volta de uma mesa deliciosamente recheada de quitutes judaicos. No Mubi. (Luara Calvi Anic)
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Veja (ou reveja) o melhor do cinema de 2020

Acabou deixando de lado as principais estreias do cinema em meio ao caos que foi 2020? Pois o Festival Sesc Melhores Filmes pode te ajudar a recuperar o tempo perdido. Em sua 47ª edição, o evento, que vai até 5 de maio, traz em sua programação longas como “Retrato de uma Jovem em Chamas”, “Honeyland” e o nacional “Três Verões”, com Regina Casé. Todos podem ser acessados online e de graça na plataforma Sesc Digital. (Leonardo Neiva)
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Por que meu eu adolescente deu passe livre para Woody Allen?

Na filmografia de Woody Allen, Manhattan (1979) ocupava uma posição de destaque graças ao equilíbrio entre a comédia neurótica e o drama existencial cosmopolita. Na esteira do documentário Allen v. Farrow e dos escândalos que têm marcado a vida do cineasta, a jornalista Ginia Bellafante reavalia o valor do longa-metragem e analisa como a história de amor entre o adulto de 42 anos e a adolescente de 17 pôde algum dia ser normalizada. (Guilherme Falcão)
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Aprendendo sobre arte sem sair de casa

Quer aprender mais sobre a história da arte ou o cinema africano? Esses e outros temas integram cursos online oferecidos por algumas das principais instituições artísticas do Brasil. No MIS, as inscrições estão abertas para cursos de audiovisual e fotografia, enquanto no Masp as principais opções são semestrais e focadas nas artes plásticas. A B_arco também oferece aulas sobre artes, audiovisual e escrita, para quem já atua ou quer atuar nessas áreas. (Leonardo Neiva)
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A videografia do Daft Punk

Ao longo da carreira do duo francês, a imagem teve tanto peso quanto o som, basta assistir com atenção seus videoclipes. Colaboraram com diretores de cinema tão experimentais quanto pop como Michel Gondry (“Around the World”) e Spike Jonze (“Da Funk”); e desenvolveram um anime com a lenda Kazuhisa Takenouchi (“Interstella 5555”) cuja trilha está em “Discovery”. E, na era “Human After All”, celebraram a cafonice oitentista do VHS. (Guilherme Falcão)
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As mentiras que Hollywood conta sobre garotinhas

De Drew Barrymore a Britney Spears, passando por Mara Wilson, de “Matilda”, muitas foram vítimas. Em texto ao New York Times, Wilson desabafou sobre os perigos de ser famosa ainda na infância, e como a indústria audiovisual cria meninas para destruí-las depois. A atriz se compara a Spears -- ambas foram sexualizadas pela mídia e tiveram namorados interesseiros. A diferença é que Wilson teve apoio familiar. (Manuela Stelzer)
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A trilha sonora da revolução

Um dos favoritos ao Oscar de 2021, "Judas e o Messias Negro" ainda não foi lançado no Brasil mas a sua ansiada trilha sonora já está entre nós. Jay-Z, Nas, A$AP Rocky e outros rappers cantam sobre o legado do ativista negro Fred Hampton, presidente dos Panteras Negras assassinado pelo FBI retratado no filme. O álbum, que conta com 22 músicas, é um ótimo aquecimento para o longa protagonizado por Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield. (Daniel Vila Nova)
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Cinema francês direto de casa

Até 15/2, o My French Film Festival exibe online 33 produções de uma das principais indústrias cinematográficas do mundo. Entre os destaques, estão a animação “Josep” (2020), que fez sucesso na Mostra de São Paulo, a comédia “Enorme” (2020), incluída no top 10 da revista Cahiers du Cinéma, e o clássico “Orfeu” (1950), de Jean Cocteau. Os longas estão disponíveis gratuitamente no Spcine Play, no Belas Artes à La Carte e no site do festival. (Leonardo Neiva)
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Scorsese e Lebowitz em Nova York

Além de estrela da série documental “Faz de Conta que NY É uma Cidade”, de Martin Scorsese, a humorista Fran Lebowitz é também grande amiga do cineasta. Agora, numa imperdível entrevista para o Times, traduzida pela Folha, os dois falam sobre a série, a cidade e a pandemia — que os impediu até de passar a última véspera de Ano Novo juntos —, desfilando uma química que só dois amigos de longa data conseguem compartilhar. (Leonardo Neiva)
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O cinema russo contemporâneo em oito filmes

Quando foi a última vez que você assistiu a um filme russo? Se a resposta for “um bocado de tempo”, há uma chance de tirar o atraso. No 1º Festival de Cinema Russo, o Spcine Play exibe gratuitamente filmes como “O Homem que Surpreendeu a Todos”, premiado no Festival de Veneza 2018. São oito produções do país em cartaz até dia 30, numa oportunidade única de desbravar esse cinema pouco explorado no Brasil. (Leonardo Neiva)
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Uma semana de cinema brasileiro

Uma adolescente trans e youtuber que precisa se adaptar à realidade e aos preconceitos de uma nova escola e o assassinato da vereadora Marielle Franco como inspiração de campanhas políticas de várias mulheres pretas pelo Brasil estão entre os destaques da tradicional Retrospectiva do Cinema Brasileiro do CineSesc, que chega à sua 21ª edição neste ano online e gratuita. “Alice Júnior” e “Sementes: Mulheres Pretas no Poder” estão entre os dez filmes da retrospectiva que ficarão em cartaz entre os dias 10 e 16 de dezembro e podem ser acessados no site da plataforma. Além disso, também haverá uma programação especial dedicada a curtas-metragens contemporâneos, exibidos ao longo de duas semanas, e uma retrospectiva da obra do grande cineasta Leon Hirszman, que permitirá rever alguns clássicos do nosso cinema como “Eles Não Usam Black-Tie” (1981) e “São Bernardo” (1972). (Leonardo Neiva)
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‘Cidadão Kane’ revisitado

Para quem gosta de cinema, não é nenhuma novidade exaltar o diretor prodígio Orson Welles ou sua obra-prima “Cidadão Kane”, considerada por muitos um dos maiores filmes de todos os tempos. Embora trate da conturbada produção de “Kane”, “Mank”, novo longa de David Fincher, no entanto, prefere não enfocar a trajetória do cineasta, e sim a de seu roteirista James L. Mankiewicz. Baseado num roteiro antigo, escrito pelo pai de Fincher, o projeto praticamente já nasceu como postulante ao Oscar, tanto por seu tema centrado nas glórias e mazelas de Hollywood quanto pelo talento por trás e em frente às câmeras. E as reações iniciais positivas parecem ter vindo só para confirmar essa aposta. Capitaneado por Gary Oldman no papel-título, o elenco é um dos quesitos mais celebrados e conta com Tom Burke na pele de Welles, Charles Dance como o magnata da imprensa William Hearst — em quem Kane foi inspirado — e uma elogiadíssima Amanda Seyfried vivendo a atriz Marion Davies. Já em cartaz nos cinemas brasileiros, a produção da Netflix chega às telas do streaming no dia 4 de dezembro. (Leonardo Neiva)
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Os 25 maiores atores e atrizes do século 21 (até hoje)

A lista compilada por Manohla Dargis e A.O. Scott, principais críticos de cinema do New York Times, já começa anunciando que "estamos numa era de ouro para a atuação". Num esforço louvável de inclusão e diversidade, os nomes variam entre os previsíveis como Nicole Kidman e Willem Dafoe; os inusitados como Melissa McCarthy e Oscar Isaac; e surpresas como o mexicano Gael Garcia Bernal, Mahershala Ali e a atriz chinesa Zhao Tao. Do Brasil, Sônia Braga entra na lista na esteira de suas colaborações com Kleber Mendonça em Aquarius e Bacurau. (Guilherme Falcão)
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O legado das mulheres negras na política

Dirigido por Éthel Oliveira e Júlia Mariano, o documentário "Sementes: Mulheres Pretas no Poder" acompanha a trajetória de seis candidatas negras aos cargos de deputada federal e estadual nas eleições de 2018. São mulheres que decidiram responder politicamente ao assassinato da vereadora Marielle Franco, que ocorreu no início do mesmo ano, disputando espaço no Congresso e na Assembleia Legislativa. O documentário está disponível no canal do Youtube da distribuidora Embaúba Filmes, e revela percursos e desafios das campanhas de Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Jaqueline de Jesus, Tainá de Paula e Talíria Petrone, todas no Rio de Janeiro, estado que teve maior número de candidatas autodeclaradas pretas concorrendo em 2018.
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A arte de dissecar o novo trabalho de Beyoncé

“Black is King” chegou à plataforma de streaming Disney+ na sexta 31 como um meteoro, dando muito o que falar -- até no Brasil, onde não está (oficialmente) disponível e nem tem previsão de chegar. O “álbum visual” de Beyoncé retoma “The Lion King: The Gift”, álbum musical lançado em 2019 com o filme da Disney “O Rei Leão”. Do que se trata? Como mostra este Expresso do Nexo, a partir da fábula da Disney, Beyoncé cria sua própria narrativa visual sobre a ancestralidade negra, as tradições e riquezas da África -- de onde surgiram as principais críticas. Artistas e pensadores africanos a acusaram de romantizar a África pré-colonial com representações das monarquias africanas e de “estereotipar” a cultura do continente. Debates sobre lugar de fala se seguiram, na esteira de críticas de pessoas não-negras à produção. Tão delicada é a tarefa de analisar tamanha empreitada de uma das maiores artistas dessa geração que o New York Times chamou seis críticos para analisar todos os aspectos da obra -- da moda à música, da dança às questões raciais e representações (e apropriações) da cultura africana.
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Um ciclo de filmes indígenas

Um olhar mais diverso e descolonizado sobre o cinema brasileiro autoral é o que promete o novo eixo da série Cinema #EmCasaComSesc. A partir da primeira semana de agosto, uma seleção de filmes realizados por diretores ou coletivos indígenas entrará mensalmente no catálogo (gratuito!) da plataforma de streaming do Sesc Digital. Dois documentários do cineasta guarani Alberto Alvares inauguram a nova iniciativa: "A Origem da Alma - Tekowe Nhepyrun" (2015), com depoimentos dos anciões da aldeia Yhowy, no Paraná; e "O Último Sonho" (2019), uma homenagem ao líder espiritual guarani Wera Mirim - João da Silva, da aldeia Sapukai, no Rio de Janeiro. A documentarista e antropóloga Júnia Torres, organizadora do Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte, foi a curadora convidada pelo Sesc São Paulo e pelo CineSesc para selecionar os títulos dessa pequena mostra mensal.
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Veja o cinema nacional do carro

Com a pandemia ressuscitando os clássicos cinemas drive-in, as produções brasileiras também revivem. Essa é a promessa do Drive-in Paradiso, que leva grandes filmes brasileiros gratuitamente ao estacionamento da Assembleia Legislativa no Ibirapuera, em São Paulo. A escolha da programação, que passa por títulos como "Bacurau" (2019), "Central do Brasil" (1998) e "De Pernas pro Ar 3" (2019), é da atriz e cineasta Marina Person, com cocuradoria de Rayanne Layssa para a faixa #vidasnegrasimportam — dedicada a filmes de diretores negros, como o premiado "Café com Canela" (2017), de Glenda Nicácio e Ary Rosa.
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Se você não vai ao cinema…

Um pouquinho dele vem de graça até você. Na plataforma #EmCasaComSesc há uma série de filmes em exibição para assistir em streaming, sob curadoria do CineSesc. Toda semana são disponibilizados quatro novos títulos, longas e documentários, para diferentes tipos de público. Entre os destaques, "Eu Sou Ingrid Bergman" (2015), que remonta a trajetória de uma das mais premiadas atrizes da história do cinema, e um clássico dos anos 1950, "A Carruagem de Ouro" (1952), que marca a volta do francês Jean Renoir à Europa depois de anos morando nos Estados Unidos. Só vale ter atenção às datas: os filmes têm permanência temporária.
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A retomada alternativa do cinema

Aos poucos ir ao cinema deve deixar de ser uma realidade distante. O Memorial da América Latina, em parceria com o Cine Petra Belas Artes, abre nesta semana como drive-in, com uma programação que inclui 27 títulos transmitidos em 43 sessões de terça a domingo. Entre eles estão os inéditos “Os Melhores Anos de uma Vida”, de Claude Lelouch; a nova versão do clássico de Francis Ford Coppola, “Apocalipse Now – Final Cut”; e o brasileiro “Partida”, dirigido por Caco Ciocler. Os ingressos podem ser comprados no site do Cine Petra Belas Artes, com número limitado de carros.
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Spike Lee está de volta (e na hora certa)

Nem mesmo o isolamento social foi capaz de conter manifestações do movimento negro que varreram as cidades norte-americanas nos últimos dias. "Vidas negras importam" é também a mensagem transmitida pelo cineasta americano Spike Lee em seu novo filme “Destacamento Blood”. Selecionado para estrear no Festival de Cannes, que foi cancelado pela pandemia, o longa chega às telas de casa pela Netflix nesta sexta-feira (12). A história, de quatro veteranos de guerra que retornam ao Vietnã em busca de uma riqueza escondida, vai além da caça ao tesouro. Exibe também a visão de Lee sobre como a guerra afetou a vida dos homens negros, obrigados a lutar por uma causa que não era a sua. O recorte da década de 1970 faz repensar sobre o que se vive hoje, uma especialidade do cineasta.
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Arte brasileira no IMS digital

Crônicas de Ana Paula Maia, Cidinha da Silva, Geovani Martins e Itamar Vieira Junior; filmes da atriz e diretora Helena Ignez e do cineasta Takumã Kuikuro; vídeos dos artistas Edgar e Leona Vingativa e do fotógrafo Marcelo Rocha; e uma apresentação musical da Família Ernest Dias estão entre os primeiro trabalhos do programa IMS Convida. O Instituto Moreira Salles concebeu o programa como uma forma de dar apoio à prática artística durante a quarentena. Cerca de 60 artistas e coletivos produziram obras inéditas que levaram em conta a pluralidade e a diversidade do Brasil, que serão publicadas diariamente na plataforma. Na lista estão ainda nomes como os rappers Brô MCs, o cartunista Angeli, o cineasta Karim Aïnouz, o fotógrafo Roger Cipó e o coletivo Slam das Minas.
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Um teatro de sombras lynchiano

David Lynch se tornou um YouTuber. Em seu canal, onde posta previsões do tempo diárias, lançou o curta de animação “Fire(Pozar)”, escrito, desenhado e dirigido por Lynch em 2015. O filme de dez minutos de duração é fruto da parceria do diretor com o músico polonês Marek Zebrowski e o animador japonês Noriko Miyakawa. Ainda que tentar explicar uma obra de Lynch em algumas linhas seja perda de tempo, aqui vai: árvores, tempestades e criaturas inomináveis tomam a tela na animação em preto e branco, que lembra um teatro de sombras. O curta pode ser visto no YouTube.
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Um olhar brasileiro sobre a crise dos refugiados

Um dos grandes problemas do nosso tempo, a crise dos refugiados é discutida por um viés mais humanista. “Aeroporto Central”, novo documentário do cineasta cearense Karim Aïnouz (“Madame Satã” e “A Vida Invisível”), conta a história de pessoas que saíram do Oriente Médio e acabaram habitando um antigo aeroporto nazista, hoje um asilo para milhares de refugiados. O filme ganhou o prêmio da Anistia Internacional da Mostra Panorama, no 68º Festival de Berlim, e está disponível em diversas plataformas digitais.
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50 filmes franceses premiados em streaming

Godard, Truffaut ou Rohmer? E qual seu filme francês favorito? Se você não sabe o que responder quando esse papo começa (ou, ainda, se é a pessoa que puxa esse tipo de papo), o “Festival Varilux Em Casa” é feito para você. Após o cancelamento da edição de 2020, o Festival Varilux optou por disponibilizar o acervo de filmes exibidos nas últimas edições de forma gratuita. São 50 títulos que vão da mais boba comédia, como “A Última Loucura de Claire Darling”, a thrillers, como “Branca Como a Neve”. Para assistir aos filmes, é preciso acessar o site e se cadastrar.
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Contra fake news, cinema verdade

No momento em que o perigo das fake news pode custar vidas e que se vive o distanciamento social como regra, o Festival É Tudo Verdade resolve não adiar sua realização totalmente (alguns filmes serão projetados em setembro) e disponibiliza 31 documentários em streaming. O diretor e fundador do festival, Almir Labaki, diz inclusive que, no ano em que comemora a 25ª edição, num contexto de desinformação, nunca se fizeram tão necessários documentários de qualidade. Ao todo, são 64 horas de cinema que incluem títulos clássicos premiados em outras edições como ‘A Pessoa É Para o Que Nasce’, de Roberto Berliner; ‘Nós Que Aqui Estamos, Por Vós Esperamos’, de Marcelo Masagão; ‘A Negação do Brasil’, de Joel Zito Araújo; e ‘Rocha que Voa’, de Eryk Rocha. Há ainda uma homenagem a Zé do Caixão e um programa com títulos apenas de diretoras, como Renata Druck, Helena Solberg e Veronique Ballot.