Conteúdos sobre cinema na Gama Revista

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Um perfil de Omar Sy, protagonista de ‘Lupin’

Um dos homens mais populares da França e astro da série “Lupin” (2021), Omar Sy é um fenômeno em ascensão. Após o sucesso de “Intocáveis” (2011), filme francês que lhe rendeu um César, Sy partiu para Hollywood e vem conquistando cada vez mais espaço no cinema americano. No perfil escrito pela jornalista Lauren Collins, a vida, o charme, a insegurança e a carreira do ator são relatadas de maneira íntima e detalhada. Prepare-se para se apaixonar pelo ator. (Daniel Vila Nova)
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Documentários musicais para todos os gostos

Unindo a paixão por cinema e música, fica no ar até 27 de junho o 13º In-Edit, Festival Internacional do Documentário Musical. Com 50 filmes na programação, o evento acontece online e começa com uma homenagem a D.A. Pennebaker (1925-2019), diretor do clássico sobre Bob Dylan “Don’t Look Back”. Há longas para todos os gostos, do hip hop ao heavy metal, além dos focados em figuras como Jair Rodrigues e Luiz Melodia. Os nacionais podem ser acessados grátis, e os internacionais saem por R$ 3. (Leonardo Neiva)
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Uma nova geração de judeus & millennials

Uma hora e meia de filme, desconforto e risadas nervosas. “Shiva Baby”, da diretora Emma Seligman, acontece durante um shivá, cerimônia de luto no judaísmo. Nele, a jovem Danielle (Rachel Sennott) tem de lidar com a ex-namorada, o sugar daddy (acompanhado de esposa e filho) e uma família afetiva demais, intrometida demais. Tudo isso em volta de uma mesa deliciosamente recheada de quitutes judaicos. No Mubi. (Luara Calvi Anic)
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Veja (ou reveja) o melhor do cinema de 2020

Acabou deixando de lado as principais estreias do cinema em meio ao caos que foi 2020? Pois o Festival Sesc Melhores Filmes pode te ajudar a recuperar o tempo perdido. Em sua 47ª edição, o evento, que vai até 5 de maio, traz em sua programação longas como “Retrato de uma Jovem em Chamas”, “Honeyland” e o nacional “Três Verões”, com Regina Casé. Todos podem ser acessados online e de graça na plataforma Sesc Digital. (Leonardo Neiva)
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Por que meu eu adolescente deu passe livre para Woody Allen?

Na filmografia de Woody Allen, Manhattan (1979) ocupava uma posição de destaque graças ao equilíbrio entre a comédia neurótica e o drama existencial cosmopolita. Na esteira do documentário Allen v. Farrow e dos escândalos que têm marcado a vida do cineasta, a jornalista Ginia Bellafante reavalia o valor do longa-metragem e analisa como a história de amor entre o adulto de 42 anos e a adolescente de 17 pôde algum dia ser normalizada. (Guilherme Falcão)
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Aprendendo sobre arte sem sair de casa

Quer aprender mais sobre a história da arte ou o cinema africano? Esses e outros temas integram cursos online oferecidos por algumas das principais instituições artísticas do Brasil. No MIS, as inscrições estão abertas para cursos de audiovisual e fotografia, enquanto no Masp as principais opções são semestrais e focadas nas artes plásticas. A B_arco também oferece aulas sobre artes, audiovisual e escrita, para quem já atua ou quer atuar nessas áreas. (Leonardo Neiva)
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A videografia do Daft Punk

Ao longo da carreira do duo francês, a imagem teve tanto peso quanto o som, basta assistir com atenção seus videoclipes. Colaboraram com diretores de cinema tão experimentais quanto pop como Michel Gondry (“Around the World”) e Spike Jonze (“Da Funk”); e desenvolveram um anime com a lenda Kazuhisa Takenouchi (“Interstella 5555”) cuja trilha está em “Discovery”. E, na era “Human After All”, celebraram a cafonice oitentista do VHS. (Guilherme Falcão)
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As mentiras que Hollywood conta sobre garotinhas

De Drew Barrymore a Britney Spears, passando por Mara Wilson, de “Matilda”, muitas foram vítimas. Em texto ao New York Times, Wilson desabafou sobre os perigos de ser famosa ainda na infância, e como a indústria audiovisual cria meninas para destruí-las depois. A atriz se compara a Spears -- ambas foram sexualizadas pela mídia e tiveram namorados interesseiros. A diferença é que Wilson teve apoio familiar. (Manuela Stelzer)
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A trilha sonora da revolução

Um dos favoritos ao Oscar de 2021, "Judas e o Messias Negro" ainda não foi lançado no Brasil mas a sua ansiada trilha sonora já está entre nós. Jay-Z, Nas, A$AP Rocky e outros rappers cantam sobre o legado do ativista negro Fred Hampton, presidente dos Panteras Negras assassinado pelo FBI retratado no filme. O álbum, que conta com 22 músicas, é um ótimo aquecimento para o longa protagonizado por Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield. (Daniel Vila Nova)
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Cinema francês direto de casa

Até 15/2, o My French Film Festival exibe online 33 produções de uma das principais indústrias cinematográficas do mundo. Entre os destaques, estão a animação “Josep” (2020), que fez sucesso na Mostra de São Paulo, a comédia “Enorme” (2020), incluída no top 10 da revista Cahiers du Cinéma, e o clássico “Orfeu” (1950), de Jean Cocteau. Os longas estão disponíveis gratuitamente no Spcine Play, no Belas Artes à La Carte e no site do festival. (Leonardo Neiva)
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Scorsese e Lebowitz em Nova York

Além de estrela da série documental “Faz de Conta que NY É uma Cidade”, de Martin Scorsese, a humorista Fran Lebowitz é também grande amiga do cineasta. Agora, numa imperdível entrevista para o Times, traduzida pela Folha, os dois falam sobre a série, a cidade e a pandemia — que os impediu até de passar a última véspera de Ano Novo juntos —, desfilando uma química que só dois amigos de longa data conseguem compartilhar. (Leonardo Neiva)
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O cinema russo contemporâneo em oito filmes

Quando foi a última vez que você assistiu a um filme russo? Se a resposta for “um bocado de tempo”, há uma chance de tirar o atraso. No 1º Festival de Cinema Russo, o Spcine Play exibe gratuitamente filmes como “O Homem que Surpreendeu a Todos”, premiado no Festival de Veneza 2018. São oito produções do país em cartaz até dia 30, numa oportunidade única de desbravar esse cinema pouco explorado no Brasil. (Leonardo Neiva)
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Uma semana de cinema brasileiro

Uma adolescente trans e youtuber que precisa se adaptar à realidade e aos preconceitos de uma nova escola e o assassinato da vereadora Marielle Franco como inspiração de campanhas políticas de várias mulheres pretas pelo Brasil estão entre os destaques da tradicional Retrospectiva do Cinema Brasileiro do CineSesc, que chega à sua 21ª edição neste ano online e gratuita. “Alice Júnior” e “Sementes: Mulheres Pretas no Poder” estão entre os dez filmes da retrospectiva que ficarão em cartaz entre os dias 10 e 16 de dezembro e podem ser acessados no site da plataforma. Além disso, também haverá uma programação especial dedicada a curtas-metragens contemporâneos, exibidos ao longo de duas semanas, e uma retrospectiva da obra do grande cineasta Leon Hirszman, que permitirá rever alguns clássicos do nosso cinema como “Eles Não Usam Black-Tie” (1981) e “São Bernardo” (1972). (Leonardo Neiva)
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‘Cidadão Kane’ revisitado

Para quem gosta de cinema, não é nenhuma novidade exaltar o diretor prodígio Orson Welles ou sua obra-prima “Cidadão Kane”, considerada por muitos um dos maiores filmes de todos os tempos. Embora trate da conturbada produção de “Kane”, “Mank”, novo longa de David Fincher, no entanto, prefere não enfocar a trajetória do cineasta, e sim a de seu roteirista James L. Mankiewicz. Baseado num roteiro antigo, escrito pelo pai de Fincher, o projeto praticamente já nasceu como postulante ao Oscar, tanto por seu tema centrado nas glórias e mazelas de Hollywood quanto pelo talento por trás e em frente às câmeras. E as reações iniciais positivas parecem ter vindo só para confirmar essa aposta. Capitaneado por Gary Oldman no papel-título, o elenco é um dos quesitos mais celebrados e conta com Tom Burke na pele de Welles, Charles Dance como o magnata da imprensa William Hearst — em quem Kane foi inspirado — e uma elogiadíssima Amanda Seyfried vivendo a atriz Marion Davies. Já em cartaz nos cinemas brasileiros, a produção da Netflix chega às telas do streaming no dia 4 de dezembro. (Leonardo Neiva)
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Os 25 maiores atores e atrizes do século 21 (até hoje)

A lista compilada por Manohla Dargis e A.O. Scott, principais críticos de cinema do New York Times, já começa anunciando que "estamos numa era de ouro para a atuação". Num esforço louvável de inclusão e diversidade, os nomes variam entre os previsíveis como Nicole Kidman e Willem Dafoe; os inusitados como Melissa McCarthy e Oscar Isaac; e surpresas como o mexicano Gael Garcia Bernal, Mahershala Ali e a atriz chinesa Zhao Tao. Do Brasil, Sônia Braga entra na lista na esteira de suas colaborações com Kleber Mendonça em Aquarius e Bacurau. (Guilherme Falcão)
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O legado das mulheres negras na política

Dirigido por Éthel Oliveira e Júlia Mariano, o documentário "Sementes: Mulheres Pretas no Poder" acompanha a trajetória de seis candidatas negras aos cargos de deputada federal e estadual nas eleições de 2018. São mulheres que decidiram responder politicamente ao assassinato da vereadora Marielle Franco, que ocorreu no início do mesmo ano, disputando espaço no Congresso e na Assembleia Legislativa. O documentário está disponível no canal do Youtube da distribuidora Embaúba Filmes, e revela percursos e desafios das campanhas de Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Jaqueline de Jesus, Tainá de Paula e Talíria Petrone, todas no Rio de Janeiro, estado que teve maior número de candidatas autodeclaradas pretas concorrendo em 2018.
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A arte de dissecar o novo trabalho de Beyoncé

“Black is King” chegou à plataforma de streaming Disney+ na sexta 31 como um meteoro, dando muito o que falar -- até no Brasil, onde não está (oficialmente) disponível e nem tem previsão de chegar. O “álbum visual” de Beyoncé retoma “The Lion King: The Gift”, álbum musical lançado em 2019 com o filme da Disney “O Rei Leão”. Do que se trata? Como mostra este Expresso do Nexo, a partir da fábula da Disney, Beyoncé cria sua própria narrativa visual sobre a ancestralidade negra, as tradições e riquezas da África -- de onde surgiram as principais críticas. Artistas e pensadores africanos a acusaram de romantizar a África pré-colonial com representações das monarquias africanas e de “estereotipar” a cultura do continente. Debates sobre lugar de fala se seguiram, na esteira de críticas de pessoas não-negras à produção. Tão delicada é a tarefa de analisar tamanha empreitada de uma das maiores artistas dessa geração que o New York Times chamou seis críticos para analisar todos os aspectos da obra -- da moda à música, da dança às questões raciais e representações (e apropriações) da cultura africana.
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Um ciclo de filmes indígenas

Um olhar mais diverso e descolonizado sobre o cinema brasileiro autoral é o que promete o novo eixo da série Cinema #EmCasaComSesc. A partir da primeira semana de agosto, uma seleção de filmes realizados por diretores ou coletivos indígenas entrará mensalmente no catálogo (gratuito!) da plataforma de streaming do Sesc Digital. Dois documentários do cineasta guarani Alberto Alvares inauguram a nova iniciativa: "A Origem da Alma - Tekowe Nhepyrun" (2015), com depoimentos dos anciões da aldeia Yhowy, no Paraná; e "O Último Sonho" (2019), uma homenagem ao líder espiritual guarani Wera Mirim - João da Silva, da aldeia Sapukai, no Rio de Janeiro. A documentarista e antropóloga Júnia Torres, organizadora do Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte, foi a curadora convidada pelo Sesc São Paulo e pelo CineSesc para selecionar os títulos dessa pequena mostra mensal.
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Veja o cinema nacional do carro

Com a pandemia ressuscitando os clássicos cinemas drive-in, as produções brasileiras também revivem. Essa é a promessa do Drive-in Paradiso, que leva grandes filmes brasileiros gratuitamente ao estacionamento da Assembleia Legislativa no Ibirapuera, em São Paulo. A escolha da programação, que passa por títulos como "Bacurau" (2019), "Central do Brasil" (1998) e "De Pernas pro Ar 3" (2019), é da atriz e cineasta Marina Person, com cocuradoria de Rayanne Layssa para a faixa #vidasnegrasimportam — dedicada a filmes de diretores negros, como o premiado "Café com Canela" (2017), de Glenda Nicácio e Ary Rosa.
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Se você não vai ao cinema…

Um pouquinho dele vem de graça até você. Na plataforma #EmCasaComSesc há uma série de filmes em exibição para assistir em streaming, sob curadoria do CineSesc. Toda semana são disponibilizados quatro novos títulos, longas e documentários, para diferentes tipos de público. Entre os destaques, "Eu Sou Ingrid Bergman" (2015), que remonta a trajetória de uma das mais premiadas atrizes da história do cinema, e um clássico dos anos 1950, "A Carruagem de Ouro" (1952), que marca a volta do francês Jean Renoir à Europa depois de anos morando nos Estados Unidos. Só vale ter atenção às datas: os filmes têm permanência temporária.
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A retomada alternativa do cinema

Aos poucos ir ao cinema deve deixar de ser uma realidade distante. O Memorial da América Latina, em parceria com o Cine Petra Belas Artes, abre nesta semana como drive-in, com uma programação que inclui 27 títulos transmitidos em 43 sessões de terça a domingo. Entre eles estão os inéditos “Os Melhores Anos de uma Vida”, de Claude Lelouch; a nova versão do clássico de Francis Ford Coppola, “Apocalipse Now – Final Cut”; e o brasileiro “Partida”, dirigido por Caco Ciocler. Os ingressos podem ser comprados no site do Cine Petra Belas Artes, com número limitado de carros.
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Spike Lee está de volta (e na hora certa)

Nem mesmo o isolamento social foi capaz de conter manifestações do movimento negro que varreram as cidades norte-americanas nos últimos dias. "Vidas negras importam" é também a mensagem transmitida pelo cineasta americano Spike Lee em seu novo filme “Destacamento Blood”. Selecionado para estrear no Festival de Cannes, que foi cancelado pela pandemia, o longa chega às telas de casa pela Netflix nesta sexta-feira (12). A história, de quatro veteranos de guerra que retornam ao Vietnã em busca de uma riqueza escondida, vai além da caça ao tesouro. Exibe também a visão de Lee sobre como a guerra afetou a vida dos homens negros, obrigados a lutar por uma causa que não era a sua. O recorte da década de 1970 faz repensar sobre o que se vive hoje, uma especialidade do cineasta.
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Arte brasileira no IMS digital

Crônicas de Ana Paula Maia, Cidinha da Silva, Geovani Martins e Itamar Vieira Junior; filmes da atriz e diretora Helena Ignez e do cineasta Takumã Kuikuro; vídeos dos artistas Edgar e Leona Vingativa e do fotógrafo Marcelo Rocha; e uma apresentação musical da Família Ernest Dias estão entre os primeiro trabalhos do programa IMS Convida. O Instituto Moreira Salles concebeu o programa como uma forma de dar apoio à prática artística durante a quarentena. Cerca de 60 artistas e coletivos produziram obras inéditas que levaram em conta a pluralidade e a diversidade do Brasil, que serão publicadas diariamente na plataforma. Na lista estão ainda nomes como os rappers Brô MCs, o cartunista Angeli, o cineasta Karim Aïnouz, o fotógrafo Roger Cipó e o coletivo Slam das Minas.
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Um teatro de sombras lynchiano

David Lynch se tornou um YouTuber. Em seu canal, onde posta previsões do tempo diárias, lançou o curta de animação “Fire(Pozar)”, escrito, desenhado e dirigido por Lynch em 2015. O filme de dez minutos de duração é fruto da parceria do diretor com o músico polonês Marek Zebrowski e o animador japonês Noriko Miyakawa. Ainda que tentar explicar uma obra de Lynch em algumas linhas seja perda de tempo, aqui vai: árvores, tempestades e criaturas inomináveis tomam a tela na animação em preto e branco, que lembra um teatro de sombras. O curta pode ser visto no YouTube.
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Um olhar brasileiro sobre a crise dos refugiados

Um dos grandes problemas do nosso tempo, a crise dos refugiados é discutida por um viés mais humanista. “Aeroporto Central”, novo documentário do cineasta cearense Karim Aïnouz (“Madame Satã” e “A Vida Invisível”), conta a história de pessoas que saíram do Oriente Médio e acabaram habitando um antigo aeroporto nazista, hoje um asilo para milhares de refugiados. O filme ganhou o prêmio da Anistia Internacional da Mostra Panorama, no 68º Festival de Berlim, e está disponível em diversas plataformas digitais.
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50 filmes franceses premiados em streaming

Godard, Truffaut ou Rohmer? E qual seu filme francês favorito? Se você não sabe o que responder quando esse papo começa (ou, ainda, se é a pessoa que puxa esse tipo de papo), o “Festival Varilux Em Casa” é feito para você. Após o cancelamento da edição de 2020, o Festival Varilux optou por disponibilizar o acervo de filmes exibidos nas últimas edições de forma gratuita. São 50 títulos que vão da mais boba comédia, como “A Última Loucura de Claire Darling”, a thrillers, como “Branca Como a Neve”. Para assistir aos filmes, é preciso acessar o site e se cadastrar.
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Contra fake news, cinema verdade

No momento em que o perigo das fake news pode custar vidas e que se vive o distanciamento social como regra, o Festival É Tudo Verdade resolve não adiar sua realização totalmente (alguns filmes serão projetados em setembro) e disponibiliza 31 documentários em streaming. O diretor e fundador do festival, Almir Labaki, diz inclusive que, no ano em que comemora a 25ª edição, num contexto de desinformação, nunca se fizeram tão necessários documentários de qualidade. Ao todo, são 64 horas de cinema que incluem títulos clássicos premiados em outras edições como ‘A Pessoa É Para o Que Nasce’, de Roberto Berliner; ‘Nós Que Aqui Estamos, Por Vós Esperamos’, de Marcelo Masagão; ‘A Negação do Brasil’, de Joel Zito Araújo; e ‘Rocha que Voa’, de Eryk Rocha. Há ainda uma homenagem a Zé do Caixão e um programa com títulos apenas de diretoras, como Renata Druck, Helena Solberg e Veronique Ballot.