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“Acampamento Miasma”, slasher queer com Gillian Anderson, nos cinemas

Em meio a uma avalanche de remakes capengas de terror, o longa de Jane Schoenbrun (“Eu Vi o Brilho da TV”) é um oásis de criatividade satírica. Ao menos é assim que a crítica tem descrito “Acampamento Miasma”, que acaba de estrear. Na história, uma cineasta queer com a missão de dirigir o novo filme de uma franquia slasher em decadência fica obcecada pela ideia de trazer de volta a “garota final” do longa original. (Leonardo Neiva)
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Um papo sobre “A Odisseia”, no “Nosso Podcast de Cinema”

O poeta Fabrício Corsaletti é um estudioso dos cantos que contam a saga de Odisseu para retornar à ilha de Ítaca, após 20 anos, e reencontrar a esposa Penélope. É uma aula (e uma delícia!), então, ouvir suas impressões sobre o filme de Christopher Nolan, na conversa com Marina Person e Gustavo Moura. De cara, aprendemos que falta churrasco, vinho, sexo e festa no filme e sobra uma culpa cristã que o mundo só conheceria séculos depois. (Isabelle Moreira Lima)
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A dramédia sexy "O Convite”, dirigida por Olivia Wilde, nos cinemas

Sabe a expressão que diz "a grama do vizinho é sempre mais verde"? Neste filme, é assim que Joe (Seth Rogen) e Angela (Wilde, que também atua) se sentem em relação aos moradores do andar de cima, um casal descolado com uma vida sexual ativa e barulhenta (vivido por Edward Norton e Penélope Cruz). Para agitar a rotina desgastada, eles recebem os vizinhos para jantar e, a partir daí, a noite tem de tudo: vergonha alheia, desejo, humor e melodrama. (Ana Elisa Faria)
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O Cinema Brasileiro no Século 21, mostra gratuita na Cinemateca, em SP

“Cidade de Deus”, “Bicho de 7 Cabeças”, “O Som ao Redor”, “Tatuagem”, "Aboio", “O Invasor” e “Que Horas Ela Volta?” estão entre as 23 obras em exibição na Cinemateca Brasileira. Grátis, a programação, que acontece até 18 de julho, reúne filmes que marcaram a cinematografia nacional entre 2001 e 2020. Para ampliar o debate, a mostra é acompanhada de quatro aulas sobre o tema, transmitidas pelo YouTube da instituição. (Mariana Pontes)
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O bonito e trágico "Um Triste e Belo Mundo", em cartaz nos cinemas

No filme do libanês Cyril Aris, um acidente de carro reúne Nino e Yasmina. No entanto, o que parecia um encontro casual logo se revela um reencontro: os dois eram apaixonados na infância. Entre as bagagens emocionais acumuladas ao longo dos anos e o agravamento da guerra e da crise econômica no Líbano, o vínculo entre eles parece sempre prestes a se romper. Ainda assim, seus caminhos insistem em se cruzar, numa história de amor tão bonita quanto trágica. (Pedro Malta)
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"Quinze Dias", adaptação do best-seller de Vitor Martins, nos cinemas

Felipe (Miguel Lallo) é um adolescente gay, gordo e introvertido que planejava férias escolares entre filmes e séries, bem longe do bullying que costuma sofrer. Seus planos são atrapalhados quando Caio (Diego Lira), o filho atlético da vizinha, passa duas semanas hospedado em sua casa. Dirigido por Daniel Lieff (“Tremembé”), o elogiado romance queer juvenil é embalado pelas descobertas e inseguranças de seus protagonistas, remetendo a “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” (2014), referência do gênero no Brasil. (Amauri Terto)
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O drama de estreia de Hasan Hadi “O Bolo do Presidente”, nos cinemas

Em meio à luta pela sobrevivência que a população iraquiana enfrenta nos anos 1990, cada escola deve preparar um bolo para comemorar o aniversário do presidente. O longa, premiado em Cannes com o Caméra d'Or (melhor filme de diretor estreante), acompanha Lamia, menina sorteada para a tarefa, em sua busca pelos escassos ingredientes do bolo exigido pelas autoridades, explorando a dolorosa realidade de guerra, fome e autoritarismo. (Mariana Pontes)
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Shows de Mano Chao, Céu, Otto e mais de mil atrações na Virada Cultural, em SP

Neste fim de semana, SP se transforma em um grande circuito de música, cinema, literatura e performance. Entre os destaques, além de Manu Chao, a dobradinha dub dos jamaicanos do Scientist e Jah9, a festa dos 20 anos de carreira de Céu e Otto canta Reginaldo Rossi. Também vale pegar a sessão ao ar livre de “Frankenstein” (1931) no Museu da Casa das Rosas, e ouvir a ativista Vera Eunice, filha da escritora Carolina de Jesus, no Museu Afro Brasil. A programação está aqui. (Dolores Orosco)