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Timothée Chalamet como lenda do tênis de mesa em "Marty Supreme"

No filme de Josh Safdie que chega agora aos cinemas, o astro — principal candidato ao Oscar de melhor ator — dá vida a um malandro ambicioso que vive de golpes e trapaças. Na Nova York dos anos 1950, ele faz de tudo para chegar aonde deseja: tornar-se um mesa-tenista campeão e popularizar o esporte nos EUA. Vagamente inspirado na trajetória do jogador de pingue-pongue Marty Reisman, o longa concorre em nove categorias da premiação hollywoodiana. (Ana Elisa Faria)
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Paul Mescal como Shakespeare no triste "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet"

Vencedor do Globo de Ouro de melhor filme dramático e forte concorrente ao Oscar, o longa de Chloé Zhao — oscarizada por "Nomadland" (2020) — acompanha a história de amor entre Shakespeare e a esposa, Agnes (Jessie Buckley). É ela quem narra a trama, que mostra o dia a dia do casal, as alegrias, tristezas e o luto após a morte do filho, Hamnet, 11 — experiência que pode ter inspirado a peça mais famosa do autor, "Hamlet". (Ana Elisa Faria)
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Rose Byrne cotada para o Oscar em "Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria"

Uma mãe prestes a entrar em colapso sem ninguém para ajudá-la protagoniza esta comédia dramática premiada em Berlim. Não faltam motivos: com a filha doente e o marido viajando, a personagem de Byrne vê parte do teto de seu apartamento desabar por causa de um vazamento e precisa se mudar para um hotel. A direção de Mary Bronstein usa closes sufocantes para detalhar a solidão da maternidade. Disponível nos cinemas. (Sarah Kelly)
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"Nouvelle Vague", de Richard Linklater, nos cinemas

Um crítico decide filmar um longa e entra para a história de um dos movimentos mais revolucionários do cinema, com rupturas narrativas e jump cuts — técnica de edição que faz a imagem "saltar" no tempo e no espaço. O criador é Jean-Luc Godard, e a criatura, "Acossado" (1960), com Jean Seberg e Jean-Paul Belmondo. É essa história, com o espírito libertário da época, que Linklater homenageia no filme "Nouvelle Vague". (Ana Elisa Faria)
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Clássicos da Nouvelle Vague, em cartaz na Mubi

O movimento francês que revolucionou o cinema entre 1950 e 1960, e reverbera até hoje, desafiou convenções com cortes radicais, longos planos e o uso de locações reais. Para marcar seis décadas dessa “nova onda” cinematográfica, e aguardar a estreia do filme "Nouvelle Vague", de Richard Linklater, a Mubi faz uma retrospectiva de obras dessa época, como "Os Incompreendidos", de François Truffaut, "Cléo das 5 às 7", de Agnès Varda, e "Muriel", de Alain Resnais. (Ana Elisa Faria)
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"Foi Apenas um Acidente", do diretor iraniano Jafar Panahi, nos cinemas

Um final perturbador, seco e sonoro. Tensão e humor. Personagens cativantes, dúvidas e política. Esses são os ingredientes que fazem deste filme, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, um dos melhores do ano e um dos principais concorrentes de "O Agente Secreto" no Oscar. Na obra, Vahid acredita ter encontrado, pelo ranger de uma perna mecânica, o homem que o torturou quando esteve preso e vendado. Será? (Ana Elisa Faria)
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O filme taiwanês “A Garota Canhota”, na Netflix

Três gerações de mulheres de uma família tentam se adaptar à vida na cidade grande e aos inúmeros preconceitos à sua volta neste elogiado longa taiwanês, um dos favoritos para a indicação a filme estrangeiro no Oscar. Mas o que “A Garota Canhota” (2025) faz de melhor é envolver seu intenso drama familiar em tons leves e até cômicos. Sem contar que a pequena protagonista Nina Ye é um show à parte de carisma e fofura. (Leonardo Neiva)
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Os filmes favoritos de Wagner Moura na Criterion Collection

Wagner Moura hoje vive entre salas de cinema e programas de TV, na campanha pelo filme “O Agente Secreto” (2025). Uma de suas participações mais interessantes é na série “Closet Picks”, da Criterion, em que o artista precisa escolher seus longas do coração entre os DVDs da distribuidora. Vale a pena conferir as escolhas do ator, que incluem “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), “O Emprego” (1961) e “Rosetta” (1999). (Leonardo Neiva)