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“Caminhos Selvagens", o novo (e dramático) álbum de Catto

Dois anos após encantar público e crítica com “Belezas São Coisas Acesas Por Dentro”, no qual imprime intensidade roqueira ao repertório de Gal Costa, Catto apresenta novo trabalho totalmente autoral. Em seu quinto álbum de estúdio, a artista gaúcha radicada em São Paulo passa a limpo paixões, dores, desejos e superações. São oito faixas de versos cortantes, entre arranjos orquestrais e guitarras sujas, que evocam o melhor do rock alternativo dos anos 1990. (Amauri Terto)
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Aparelhagem Crocodilo, na Virada Cultural

O fenômeno paraense que mistura show e instalação artística estreia em São Paulo com uma maratona de 24 horas ininterruptas de música, efeitos pirotécnicos e identidade amazônica no Vale do Anhangabaú. Das 18h de sábado (24) às 18h de domingo (25), o espetáculo será embalado pelo tecnobrega e seus subgêneros, com DJs residentes e convidados como Gaby Amarantos, Gang do Eletro, Jaloo, Viviane Batidão, Liniker e João Gomes. Chance imperdível de sentir de perto a energia da cultura de Belém. (Amauri Terto)
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“Sincerely”, o álbum de Kali Uchis sobre amor, luto e recomeços

O nascimento do primeiro filho e a perda da mãe em um intervalo de um ano inspiraram o quinto e mais íntimo álbum da cantora norte-americana de raízes colombianas. Com sua voz etérea e aveludada, Uchis apresenta 14 faixas autorais que exploram o amor maternal, o luto, a espiritualidade e a busca por alegria em meio à dor. Destaque para “Sunshine & Rain...”, que traz um áudio da mãe de Uchis dizendo “Good morning, sunshine” ao neto. (Amauri Terto)
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A cinebiografia do ícone Ney Matogrosso

“Homem com H”, longa dirigido por Esmir Filho e estrelado por Jesuíta Barbosa, leva para a telona, a partir desta quinta (1), a trajetória singular de Ney Matogrosso. Da infância rebelde sob a rigidez de um pai militar ao estrelato como símbolo de transgressão e liberdade na música brasileira, o filme percorre o sucesso com o Secos & Molhados, a reinvenção na carreira solo, além dos amores e perdas durante a epidemia de AIDs nos anos 80 e 90. (Amauri Terto)
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O novo single de Lana Del Rey

Depois de um ano longe dos holofotes e dois desde seu último trabalho de estúdio, a cantora volta com “Henry, Come On”. O single é a primeira faixa do disco “The Right Person Will Stay”, previsto para maio e que deve ser voltar para o country. Dessa vez, para contar o fim de um amor sem ressentimentos, Lana Del Rey volta com vocais suaves e sensuais em arranjos assinados por Luke Laird, Zach Dawes e Drew Erickson. (Sarah Kelly)
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Bad Bunny e sua ode à Porto Rico no Tiny Desk

Após alcançar (mais uma vez) o topo das paradas, jogar luz sobre o complexo status social e político de Porto Rico e reacender o orgulho latino-americano ao redor do mundo, Bad Bunny brilha em sua estreia no Tiny Desk Concert — hoje um dos palcos mais influentes da música na internet. Acompanhado por sete jovens músicos da ilha, ele apresenta versões acústicas do aclamado “Debí Tirar Más Fotos” e compartilha reflexões sobre o álbum. Disponível no YouTube. (Amauri Terto)
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“Movediça”, o EP dançante e envolvente de Enme

Trap, afrobeat, reggae e amapiano se misturam nas quatro faixas do novo EP da maranhense Enme. Com letras de apelo pop, o trabalho conta com colaborações da pernambucana Uana ("Lua Cheia") e do rapper mineiro FBC (“Esperando o Sinal"). O lançamento sucede “Atabake” (2022), álbum de estreia que apresentou Enme como nome promissor da cena pop LGBTQIA+ brasileira — combinando tambores afro com a atitude hip hop. (Amauri Terto)
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Achamos que vale

"Coisas Naturais", novo álbum de Marina Sena

Do funk carioca ao reggaeton, passando pelo samba e a bossa nova, Marisa Sena está mais latina do que nunca em seu novo trabalho. Com direção musical do produtor Janluska, também guitarrista da cantora, e gravado com membros de seu antigo grupo, A Outra Banda Da Lua, o terceiro disco solo da mineira de Taiobeiras reúne 13 faixas autorais, que versam sobre amores e desejos em cenários ensolarados e paradisíacos. (Amauri Terto)
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Achamos que vale

“Novo Mundo”, de Arnaldo Antunes 

Antena do nosso tempo, o cantor, compositor, poeta e “titã” paulistano se debruça sobre as tensões, sentimentos e contradições deste mundo em crise num álbum que transita entre eletricidade e leveza. Produzido por Pupillo, o novo trabalho é recheado de colaborações precisas: a amiga de longa data Marisa Monte, Vandal, Ana Frango Elétrico e David Byrne, líder do Talking Heads — nas faixas bilíngues “Body Corpo” e “Não Dá Pra Ficar Parado Aí na Porta”. (Amauri Terto)