cultura

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"Rock Doido”, o novo (e efervescente) álbum de Gaby Amarantos

Em seu quarto trabalho de estúdio, a artista paraense entrega uma das experiências audiovisuais mais impactantes de 2025. São 22 faixas e um curta em plano-sequência gravado na periferia de Belém (PA), que recriam a atmosfera das populares festas de aparelhagem da região. “Rock” aqui é gíria para farra, e o disco soa como um DJ set sem pausas e recheado de participações especiais, incluindo Viviane Batidão, Lauana Prado e Gang do Eletro. (Amauri Terto)
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36ª Bienal, para repensar a humanidade, a partir de Conceição Evaristo

Com curadoria do camaronês Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, esta edição da mostra, intitulada "Nem Todo Viandante Anda Estradas – Da humanidade como prática", parte de um enigmático poema da escritora Conceição Evaristo — "Da Calma e do Silêncio" — e convida os visitantes a repensarem o mundo e a existência. Gratuita, a Bienal abre neste sábado (6) com obras de 125 artistas e coletivos sobre temas como atenção, natureza e coexistência. (Ana Elisa Faria)
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“Capoeiras”, a nova aposta nacional do Disney+

Veneno (Raphael Logam) e Noivo (Sérgio Malheiros) cresceram como irmãos da capoeira na década de 1970. Após uma batida policial com desfecho trágico, a amizade dos dois é abalada e o reencontro só acontece 17 anos depois — em meio ao universo das lutas clandestinas, retomando questões sobre espiritualidade, ética e moral. Baseada no livro de Nestor Capoeira (1946-2025), a trama é criada e roteirizada por Eliana Alves Cruz e Tomás Portella. (Sarah Kelly)
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“Filha”, a história de um acerto de contas com a infância

Dezesseis anos depois de fugir de um ambiente doméstico opressivo, a caçula de sete irmãos descobre que o pai está muito doente. O retorno à casa familiar e a uma infância marcada pelo silêncio e a violência estão no centro do romance “Filha” (Companhia das Letras, 2025), da escritora e dramaturga Manoela Sawitzki. Com traços autobiográficos, a obra reflete sobre tornar-se mulher e as mudanças causadas pelo luto. (Leonardo Neiva)
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"O Último Azul", com Denise Weinberg e Rodrigo Santoro

Num Brasil distópico, o governo obriga os idosos a se mudarem para colônias isoladas, supostamente para “desfrutar” dos últimos dias de vida. Antes de ser exilada, Tereza, 77, que mora em uma cidade industrial amazônica, embarca em uma aventura pelos rios da região, vivendo experiências fantásticas e libertadoras em meio à natureza. É do que trata o filme “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro, vencedor do Urso de Prata do Festival de Berlim. (Ana Elisa Faria)