No ar em “Três Graças” como a personagem Lena, uma mulher que, após algumas perdas gestacionais, decide participar de um esquema criminoso para comprar um bebê, a atriz carioca é formada pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) e pela escola O Tablado. Estreou na TV Globo no ano de 2016, na novela “Velho Chico”, e emendou trabalhos nas minisséries “Dois Irmãos” e “Os Dias Eram Assim”, ambas de 2017. Em 2022, Barbara Reis se destacou como a vilã Débora em “Todas as Flores”, trama do Globoplay. Um ano depois, em 2023, interpretou a primeira protagonista da carreira, em horário nobre — ela viveu Aline, de “Terra e Paixão”.

  • 1

    Qual é sua ideia de felicidade perfeita?

    Uma manhã sem pressa, criando com as mãos (fazendo cerâmica), rodeada de pessoas que amo, com café forte e conversas leves. Aquele sentimento de que o dia foi inteiro vivido.

  • 2

    Qual é o seu maior medo?

    Viver no automático, sem estar presente, sem perceber que a vida está passando enquanto eu deixo as coisas importantes de lado.

  • 3

    Que característica mais detesta em você?

    A autocrítica exagerada que às vezes sufoca mais do que ajuda — aquela voz interna que insiste em cobrar mais, mesmo quando já fiz o melhor que podia.

  • 4

    Que característica mais detesta nos outros?

    Arrogância disfarçada de sinceridade, quando alguém usa “franqueza” como desculpa para ser duro ou desrespeitoso.

  • 5

    Que pessoa viva você mais admira?

    Mulheres que conseguem criar, cuidar de quem está ao redor e, ainda assim, não se apagam. As que vivem com intensidade e verdade, sem pedir desculpas por isso.

  • 6

    Qual é a sua maior extravagância?

    Priorizar tempo, seja para criar, para respirar ou para simplesmente estar com quem eu amo, mesmo que pareça um luxo num mundo que valoriza a urgência.

  • 7

    Qual é o seu estado mental atual?

    Criativamente inquieta, com ideias borbulhando, e emocionalmente em processo, conectando pensamentos, sentimentos e projetos num movimento constante.

  • 8

    Que virtude considera superestimada?

    Produtividade a qualquer custo. Acho que o valor real está no que a gente cria com significado, não no quanto a gente conseguiu "riscos na lista".

  • 9

    Em que ocasião você mente?

    Quando me falta coragem para enfrentar conflitos desnecessários ou quando quero poupar o outro de algo que não vai somar, ainda que nem sempre seja o ideal.

  • 10

    O que menos gosta sobre sua aparência?

    A pressão que eu e tantas outras sentimos por padrões que nem são nossos — e a tendência que tenho de internalizar isso às vezes.

  • 11

    Que pessoa viva você mais despreza?

    Quem desvaloriza o trabalho e a sensibilidade dos outros, como se só existisse valor na velocidade e na aparência de sucesso.

  • 12

    Que qualidade mais admira em um homem?

    Presença emocional e gentileza. Homens que escutam, se arriscam na vulnerabilidade e cuidam com respeito.

  • 13

    Que qualidade mais admira em uma mulher?

    A coragem de ser quem é, mesmo diante de expectativas externas. Mulheres que abraçam suas contradições e atravessam seus caminhos com força.

  • 14

    De que palavras ou frases você abusa?

    “Então…”, “faz sentido” e, muitas vezes, risadinhas no meio da frase como se o riso fosse um jeito de deixar tudo mais leve.

  • 15

    O que ou quem é o maior amor da sua vida?

    A minha profissão, que me desafia e nutre, e o meu marido, meu parceiro de vida e afeto. Cada um no seu lugar especial no meu coração.

  • 16

    Quando e onde você foi mais feliz na vida?

    Em momentos simples que pareciam comuns na hora, como um almoço rindo demais, uma tarde criando sem pressa, e que depois percebi que eram pequenos pontos de felicidade pura.

  • 17

    Que talento você mais gostaria de ter?

    Proatividade. Aquela habilidade de tirar as ideias do papel com menos hesitação e seguir sem me sabotar no meio do caminho.

  • 18

    Se você pudesse mudar uma coisa sobre você, o que seria?

    A pressa em me entender completamente. Gostaria de mais paciência comigo, sem tanta cobrança por respostas imediatas.

  • 19

    O que considera sua maior conquista?

    Ter transformado sensibilidade em força criativa e usar minha forma de ver o mundo como combustível para criar, ensinar e conectar.

  • 20

    Se você morresse e voltasse como uma coisa ou uma pessoa, o que você gostaria de ser?

    Como algo feito à mão, com história, com marcas e memórias; como uma peça de cerâmica que carrega vivências.

  • 21

    Onde você mais gostaria de morar?

    Num lugar onde a vida seja mais lenta, o sol entre pelas janelas grandes e a rotina permita respirar fundo todos os dias.

  • 22

    Qual é o seu pertence mais estimado?

    Algo que carrega afeto e memória; não necessariamente caro, mas profundamente ligado a momentos e afetos.

  • 23

    O que você considera o nível mais baixo da desgraça?

    Viver desconectada de mim mesma; quando a rotina, a pressa ou a inércia me tiram do centro da minha própria vida.

  • 24

    Qual sua ocupação favorita?

    Criar, seja com barro entre os dedos, ideias na cabeça ou palavras no papel — a sensação de dar forma ao que pulsa dentro de mim.

  • 25

    Qual sua característica mais marcante?

    Sensibilidade com senso de humor: sentir intensamente e rir disso tudo com leveza e inteligência.

  • 26

    O que você mais valoriza em seus amigos?

    Escuta verdadeira, presença real e carinho sem condições. Aquelas pessoas que celebram e acolhem com sinceridade.

  • 27

    Quais os seus escritores favoritos?

    Autores que escrevem com verdade, que olham para a vida sem máscaras e que tocam pelo que dizem, não pelo que aparentam.

  • 28

    Quem é seu herói na ficção?

    Personagens imperfeitos que continuam tentando, mesmo com medo, erros e recomeços. Os heróis humanos.

  • 29

    Com qual figura histórica você mais se identifica?

    Mulheres artistas que criaram apesar de tudo, que transformaram desafios em arte e significado.

  • 30

    Quem são seus heróis na vida real?

    Pessoas comuns que seguem, mesmo cansadas, que cuidam de outros e de si com coragem e persistência.

  • 31

    Quais são seus nomes favoritos?

    Nomes que soam como história e afeto, que despertam memória, carinho e música ao pronunciar.

  • 32

    O que você mais detesta?

    Falta de empatia; quando se ignora o outro em nome do próprio conforto ou do ego.

  • 33

    Qual seu grande arrependimento?

    Ter duvidado de mim em alguns momentos, deixando oportunidades passarem por medo.

  • 34

    Como gostaria de morrer?

    Em paz, tendo vivido com sentido, amor e verdade, sem arrependimentos que me pesem.

  • 35

    Qual é o seu lema?

    Com verdade, afeto e um pouco de coragem sempre.

Foto de Gabi Andrade

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