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“Jessé – As Canções de Zeca Pagodinho”, novo álbum de Teresa Cristina

A cantora carioca já dedicou discos inteiros às obras de Cartola, Noel Rosa e Paulinho da Viola. Agora, em seu novo trabalho de estúdio, ela ilumina o repertório autoral menos conhecido de outro mestre do samba: Jessé Gomes da Silva Filho, o nosso Zeca Pagodinho. Com produção musical de Pretinho da Serrinha, o álbum traz pérolas como “Voo de Paz” (1986), “Vem Pra Ser Meu Refrão” (1989) e “Falsa Alegria” (1992). (Amauri Terto)
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Timothée Chalamet como lenda do tênis de mesa em "Marty Supreme"

No filme de Josh Safdie que chega agora aos cinemas, o astro — principal candidato ao Oscar de melhor ator — dá vida a um malandro ambicioso que vive de golpes e trapaças. Na Nova York dos anos 1950, ele faz de tudo para chegar aonde deseja: tornar-se um mesa-tenista campeão e popularizar o esporte nos EUA. Vagamente inspirado na trajetória do jogador de pingue-pongue Marty Reisman, o longa concorre em nove categorias da premiação hollywoodiana. (Ana Elisa Faria)
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“Felicidade”, peça de Caco Galhardo com Martha Nowill e Zeca Baleiro, em SP

Nowill vive nos palcos uma mulher que acorda alegre e animada dia após dia, mesmo quando perde o emprego ou quando seu casamento se desfaz. A trama, escrita por Caco Galhardo, inspirado pela música "Menina Amanhã de Manhã", de Tom Zé, radicaliza a ideia de uma felicidade da qual não se tem saída. No elenco, Zeca Baleiro interpreta uma figura mística que vai mudar a vida da protagonista. Até 1º/2 no Teatro Sérgio Cardoso. Ingressos aqui. (Isabelle Moreira Lima)
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A newsletter e a coluna de Michel Alcoforado no jornal O Globo

Autor de “Coisa de Rico” (Todavia, 2025), best-seller sobre a vida das elites brasileiras, o antropólogo acaba de estrear uma newsletter e uma coluna no periódico carioca. O autor, que é comentarista da rádio CBN, consultor e palestrante, vai publicar aos sábados no Segundo Caderno, com a versão newsletter saindo sempre um dia antes, às sextas. Leia aqui a primeira coluna, sobre a versatilidade da palavra pai. (Leonardo Neiva)
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Acessibilidade e deslocamento na mostra de Luiza Sigulem no Ateliê397, em SP

A relação entre corpo, arquitetura e tempo é o eixo de “Manual para Percorrer a Menor Distância de um Ponto a Outro”. Por meio de vídeo-performances, intervenções e uma escultura em diálogo com a fotografia, a artista questiona a relação entre o ritmo do corpo e as expectativas de uma sociedade capitalista. Além das obras, a limitação arquitetônica do espaço expositivo foi pensada como um convite à reflexão crítica. A partir de 24/01.(Luara Calvi Anic)