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Fantasia futurista e política nacional nos cinemas

Com um elenco de atrizes ex-presidiárias, “Mato Seco em Chamas” mescla documentário e ficção no estilo do cineasta Adirley Queirós (“Branco Sai, Preto Fica”). Ao lado da diretora portuguesa Joana Pimenta, ele apresenta a história de uma gangue feminina da Ceilândia. Na fantasia política, as irmãs que comandam uma refinaria clandestina na periferia de Brasília se voltam contra as autoridades num cenário à la “Mad Max”, mas com raízes fincadas na realidade brasileira. (Leonardo Neiva)
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A nova balada folk-trap de Lana del Rey

Depois de quase dois anos sem lançamentos, a cantora norte-americana está de volta com "A&W", abreviação de "american whore" (prostituta americana), como se refere a si mesma na letra do single. Com desafiadores sete minutos, a balada tem duas partes, a primeira de estilo folk e com cantos em harmonia, e a segunda que, surpreendentemente, vira um trap de batidas secas. Vale ouvir em loop para um bom efeito hipnótico. (Isabelle Moreira Lima)
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Museus que tratam da escravidão e do legado do povo negro

Ainda que o Museu da Escravidão e da Liberdade, um projeto da secretária municipal de Cultura do Rio de Janeiro, não tenha saído no papel, há no Brasil instituições importantes que tratam do legado do povo negro e de seus descendentes. Reportagem da Folha de S.Paulo listou algumas após fala de Fred Nicácio, integrante do BBB 23, que reclamou da inexistência de tais espaços. São elas: Museu Afro Brasil (SP), o Instituto Pretos Novos (RJ), o Museu do Escravo (MG), o Museu da Abolição (PE), entre outras. (Luara Calvi Anic)