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Os filmes do 23º Festival do Rio

Até domingo (19), a mostra internacional de cinema traz centenas de títulos de mais de 60 países – alguns inéditos, como “Belfast”, de Kenneth Branagh, e “O Beco do Pesadelo”, de Guillermo del Toro. Também o vencedor da Palma de Ouro, de Cannes, “Titane”, de Julia Ducournau (foto). Do Festival de Berlim, vem “Má Sorte no Sexo ou Pornô Acidental”, de Radu Jude, representante da Romênia no Oscar. E uma boa presença do cinema brasileiros, com 71 títulos, entre longas e curtas. Dividido em seis mostras, o festival acontece de forma presencial, e oferece algumas sessões gratuitas. (Manuela Stelzer)
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O festival MITA, com atrações que vão de Gorillaz a Gilberto Gil

O calendário de festivais represados pela pandemia ganhou mais datas esta semana. Marcado para maio de 2022, o novo festival MITA (Music Is The Answer) vai levar um line-up de peso para São Paulo (14 e 15/5) e Rio (21 e 22/5). Entre as atrações gringas, há, além do Gorillaz, Two Door Cinema Club e The Kooks. Já a lista de brasileiros conta ainda com Marcelo D2, Marcos Valle, Marina Sena, Liniker, Luedji Luna e Letrux. Os valores do primeiro lote variam de R$ 350 (meia-entrada), R$ 395 (entrada social) a R$ 700 (inteira). (Betina Neves)
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Show de Marcos Valle, com participação de Bem Gil e Moreno Veloso

O músico, cantor e compositor carioca apresenta finalmente em São Paulo o repertório de “Cinzento”, disco lançado antes da pandemia que retoma a sonoridade de álbuns clássicos seus, como “Previsão do Tempo” (1973). Dois dos seus parceiros nas 12 faixas participam das apresentações no Sesc Pompeia: Bem Gil, com quem compôs “Se Proteja”, e Moreno Veloso, coautor de “Redescobrir”. Quem não conseguir comprar ingressos, pode acompanhar no sábado a transmissão ao vivo pelos canais do Sesc no Youtube e Instagram. (Amauri Arrais)
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Exposição recupera memória da ditadura brasileira

O Centro Maria Antonia da USP inaugura, a partir deste sábado (6), “MemoriAntonia: por uma memória ativa a serviço dos direitos humanos”. Composta por obras que se debruçam sobre os 21 anos de ditadura militar no Brasil, além de fotografias de Hiroto Yoshioka e Orlando Brito, a mostra pretende “produzir um movimento crítico neste momento difícil em que a democracia está tensionada no Brasil e as forças conservadoras ganham terreno”, diz a diretora Lucia Maciel Barbosa de Oliveira. A entrada é gratuita. (Manuela Stelzer)