Conteúdos sobre racismo na Gama Revista

racismo

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Como educar crianças contra o racismo?

Idealizado pelo Instituto Alana, "Por uma Educação Antirracista" é uma minissérie que convida para o debate do tema com as crianças. A cada episódio, uma família, entre as quais está a da jornalista Luana Génot, recebe em casa um livro feito especialmente para a série com uma história lúdica e uma atividade pedagógica. Em meio às narrativas, há reflexões de nomes como Ailton Krenak e Nilma Lino Gomes, alguns dos especialistas que participam da produção. Os episódios vão ao ar no GNT às 13h e ficam disponíveis no YouTube do canal. (Manuela Stelzer)
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A nova edição de ‘Má Feminista’, clássico de Roxane Gay

Um clássico contemporâneo do ativismo de gênero, o livro “Má Feminista”, lançado em 2014 pela escritora, professora e ativista americana Roxane Gay, acaba de ser relançado com nova edição pela Globo Livros. Com tradução de Raquel Souza, o livro conta com uma série de ensaios críticos de um feminismo ainda cheio de clichês -- e a dificuldade de se encaixar em alguns critérios dentro do movimento. Roxane expõe questões de raça, gênero e identidade nas bolhas do cotidiano e na cultura moderna, tratando de música, cinema, televisão e literatura. À venda no site da editora. (Andressa Algave)
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A história do advogado abolicionista Doutor Gama

Baseado na trajetória do jurista e militante abolicionista Luiz Gonzaga Pinto da Gama, que utilizou as leis e os tribunais para libertar mais de 500 escravos, o filme “Doutor Gama” já está disponível no Globoplay. Com direção de Jeferson De, Gama é interpretado em diferentes idades por César Mello, Angelo Fernandes e Pedro Guilherme, narrando a história do baiano desde sua infância, quando foi vendido, até se tornar um dos advogados mais respeitados do país de sua época. (Andressa Algave)
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Livro analisa a relevância do disco “Sobrevivendo no Inferno”, dos Racionais

Lançado em 1997 pelo selo independente Cosa Nostra, “Sobrevivendo no Inferno”, dos Racionais MC’s, vendeu mais de 1,5 milhão de cópias e é hoje considerado o álbum mais importante do rap brasileiro. Contendo “Diário de um Detento”, entre outros hits, ele agora virou tema da coleção O Livro do Disco, da editora Cobogó. “Racionais MC’s: Sobrevivendo no Inferno”, de Arthur Rocha, reúne uma miscelânea de vozes num panorama que busca refletir a relevância estética, social e política da obra. (Leonardo Neiva)
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A música negra brasileira, do glamour à criminalização

Oferecido gratuitamente pela plataforma Batekoo, o curso terá aula inaugural no dia 17 com a cantora Margareth Menezes e o músico Evandro Fióti. Depois, serão mais seis encontros com gente como o pesquisador e produtor Samuel Da Silva Lima e a educadora musical Nany Vieira discutindo temas como a glamourização e a criminalização do funk e a relação da educação com o movimento hip hop. Link para inscrições aqui. (Betina Neves)
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'Enciclopédia Negra' vira exposição na Pinacoteca

Depois do lançamento do compilado de biografias afro-brasileiras "Enciclopédia Negra" (Cia das Letras, 2021), a Pinacoteca de São Paulo inaugura uma exposição homônima. Gama conversou com um dos autores do livro para entender o processo por trás dos retratos que ilustram a publicação. A mostra reúne 103 trabalhos inéditos, alguns presentes no livro, e ficará disponível para visitação de maio a novembro. Os ingressos já estão disponíveis. (Manuela Stelzer)
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Terapia de (outros) casais

Você toparia abrir as suas sessões de terapia para o mundo? Na série "Terapia de Casal", a Dra. Orna nos conduz pelas sessões reais de terapia de quatro casais que aceitaram o desafio, e que tocam em temas como racismo, transsexualidade e violência doméstica. Se a princípio é fácil tentar escolher lados, as sessões mostram como cada casal é formado por duas pessoas, cada uma com seus desejos, traumas e vulnerabilidades. Os nove episódios da série e um especial da covid-19 estão disponíveis no Globoplay. (Thiago Quadros)
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Série vencedora do Globo de Ouro na Globoplay

Uma das séries de maior destaque da temporada, a antologia “Small Axe” está com seu primeiro episódio disponível na Globoplay. Criada e dirigida por Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”), a série narra cinco histórias de imigrantes negros caribenhos em Londres, abordando temas como racismo e violência policial. Além de John Boyega, que levou o prêmio de melhor ator no Globo de Ouro, o elenco também conta com nomes como Letitia Wright e Jack Lowden. (Leonardo Neiva)
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O elo entre o passado, o presente e o futuro racial

Dentro do debate racial, olhar o passado é também entender as vivências dos seus antepassados e como eles tornaram possível a existência da luta antirracista em meio a tanto sofrimento escravocrata, ainda que as tentativas de apagamento da história existam. Publicado na revista Piauí, “Passado escravista que o mar não levou”, de Rogério Pacheco Jordão, fala sobre como a memória que tenta esquecer se revolta e invade a atualidade. (Dandara Franco)
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Como a escravidão atrasou a industrialização no Brasil

As cicatrizes da escravidão são sentidas até hoje no Brasil, mas além da desigualdade e do preconceito racial um estudo busca provar que ela também atrasou a industrialização do país. A pesquisa, das universidades de Manchester e Bonn com a Fundação Getulio Vargas, desmente a tese de que a exploração é benéfica para o crescimento de um país e aponta que a escravidão beneficiou apenas uma pequena parcela da elite brasileira. (Daniel Vila Nova)
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As várias peles negras e o racismo que as une

Nove tons de pele, nove histórias, uma única realidade: racismo. O documentário “Dentro da Minha Pele”, já disponível na Globoplay, aborda um tema universal, mas que se desdobra de diferentes maneiras ao longo da vida de uma pessoa negra no Brasil. Do médico ao garçom, da modelo à trabalhadora doméstica, o longa explora e desvenda a discriminação racial, velada ou não, ao apresentar o dia a dia de nove pessoas com diferentes tons de pele preta na cidade de São Paulo. Selecionado para o Festival de Documentários da Holanda, o filme de Val Gomes e Toni Venturi conta com a presença de artistas como Chico César e Luedji Luna, além dos intelectuais Sueli Carneiro, Cida Bento e Jessé de Souza. (Daniel Vila Nova)
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O legado das mulheres negras na política

Dirigido por Éthel Oliveira e Júlia Mariano, o documentário "Sementes: Mulheres Pretas no Poder" acompanha a trajetória de seis candidatas negras aos cargos de deputada federal e estadual nas eleições de 2018. São mulheres que decidiram responder politicamente ao assassinato da vereadora Marielle Franco, que ocorreu no início do mesmo ano, disputando espaço no Congresso e na Assembleia Legislativa. O documentário está disponível no canal do Youtube da distribuidora Embaúba Filmes, e revela percursos e desafios das campanhas de Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Jaqueline de Jesus, Tainá de Paula e Talíria Petrone, todas no Rio de Janeiro, estado que teve maior número de candidatas autodeclaradas pretas concorrendo em 2018.
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40 tons de Rihanna

A carreira musical de Rihanna pode estar – para desespero dos fãs – em um longo hiato, mas isso não significa que a rainha de Barbados esteja parada. A Fenty Beauty, marca de cosméticos criada pela cantora em 2017 e que revolucionou ao oferecer produtos destinados a uma enorme variedade de tons de peles, finalmente chega ao Brasil. Com mais de 40 tons diferentes de base, os cosméticos garantem diversidade para negros e negras – algo incomum na indústria. Quer saber mais sobre as aventuras de Rihanna no mundo da beleza? É só dar uma olhada neste texto da Elle – além de contar tudo sobre a marca, eles ainda bateram um papo com a Priscilla Ono, maquiadora-global da Fenty Beauty.
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A arte de dissecar o novo trabalho de Beyoncé

“Black is King” chegou à plataforma de streaming Disney+ na sexta 31 como um meteoro, dando muito o que falar -- até no Brasil, onde não está (oficialmente) disponível e nem tem previsão de chegar. O “álbum visual” de Beyoncé retoma “The Lion King: The Gift”, álbum musical lançado em 2019 com o filme da Disney “O Rei Leão”. Do que se trata? Como mostra este Expresso do Nexo, a partir da fábula da Disney, Beyoncé cria sua própria narrativa visual sobre a ancestralidade negra, as tradições e riquezas da África -- de onde surgiram as principais críticas. Artistas e pensadores africanos a acusaram de romantizar a África pré-colonial com representações das monarquias africanas e de “estereotipar” a cultura do continente. Debates sobre lugar de fala se seguiram, na esteira de críticas de pessoas não-negras à produção. Tão delicada é a tarefa de analisar tamanha empreitada de uma das maiores artistas dessa geração que o New York Times chamou seis críticos para analisar todos os aspectos da obra -- da moda à música, da dança às questões raciais e representações (e apropriações) da cultura africana.
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Poemas para enfrentar a calamidade

Uma poesia une o político americano John Lewis, pioneiro do movimento por direitos civis nos EUA, a Nelson Mandela, líder sul-africano que desestruturou o apartheid. "Invictus", do escritor britânico W. E. Henleys foi inspiração para esses dois líderes, mesmo que tenham vivido tempos, lugares e situações tão diferentes das do autor. Henleys passou boa parte da vida sofrendo cronicamente de tuberculose, entre outros problemas de saúde, e morreu em 1903. Seus versos de resistência diante da dor permanecem universais e atemporais; são perfeitos para quem precisa de inspiração para passar pela calamidade e permanecer em pé. Por isso estão entre as obras que este texto da The Atlantic recomenda para o momento em que precisamos recobrar a resiliência, suportar adversidades e nos fortalecer pela provação. Desesperado, mas exausto de redes sociais e videoconferências? A dica da publicação americana é revisitar os ensinamentos de quem já viveu períodos mais atrozes.
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O desabafo de Dave Chapelle

8:46 foi o horário que o humorista considerado um dos maiores comediantes stand up de todos os tempos nasceu. Foi também o tempo em que George Floyd foi asfixiado por um policial americano e morto. Em seu novo especial de stand up, “8:46”, Chappelle abre mão da comédia que o fez tão famoso para discursar sobre a polícia e o racismo nos Estados Unidos. Cobrindo tópicos como a morte de Kobe Bryant e a pressão pública pelo posicionamento político de famosos, o comediante demonstra que acima de qualquer piada, é uma voz lúcida e um ótimo contador de histórias. “8:46” está disponível no canal do YouTube da Netflix.
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Spike Lee está de volta (e na hora certa)

Nem mesmo o isolamento social foi capaz de conter manifestações do movimento negro que varreram as cidades norte-americanas nos últimos dias. "Vidas negras importam" é também a mensagem transmitida pelo cineasta americano Spike Lee em seu novo filme “Destacamento Blood”. Selecionado para estrear no Festival de Cannes, que foi cancelado pela pandemia, o longa chega às telas de casa pela Netflix nesta sexta-feira (12). A história, de quatro veteranos de guerra que retornam ao Vietnã em busca de uma riqueza escondida, vai além da caça ao tesouro. Exibe também a visão de Lee sobre como a guerra afetou a vida dos homens negros, obrigados a lutar por uma causa que não era a sua. O recorte da década de 1970 faz repensar sobre o que se vive hoje, uma especialidade do cineasta.
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O protesto musical de Bruno Capinan

Certas dores deveriam ser globais. Seja ela advinda de algo que ocorreu em Salvador, onde o músico Bruno Capinan nasceu, em Toronto, onde é radicado, ou em Minneapolis, onde George Floyd morreu. “Oitenta”, primeiro single do novo álbum do artista brasileiro, escancara a violência policial e o descaso brasileiro direcionado à população preta. Em uma atmosfera melancólica, Capinan relembra os 80 tiros disparados pela polícia militar que vitimaram o músico Evaldo dos Santos Rosa. “A polícia tá matando lá no Vidigal, a polícia tá matando em Vigário Geral, a polícia tá matando lá em Salvador, a polícia tá matando no interior do Brasil. Matando preto como nunca se viu”, canta. O single será lançado na sexta-feira (5) e o novo álbum de Capinan está previsto para o segundo semestre.
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Debates sobre racismo na ponta do ouvido

Racializar debates é uma das melhores estratégias para ser antirracista. Foi pensando nisso que o escritor de ficção científica e fantasia afroamericana Ale Santos criou o “Infiltrados no Cast”, que investiga e discute o racismo no Brasil, das políticas que o fortaleceram aos atos de resistência que o enfrentaram. Uma das séries do programa é “Os Maiores Racistas da História Brasileira”, onde Santos contextualiza a obra dos brasileiros que fundamentaram o racismo científico no país. Nomes como Raimundo Nina Rodrigues, João Batista de Lacerda e Monteiro Lobato são temas de episódios que duram entre 30 e 40 minutos. O podcast está disponível no Spotify e na Deezer.
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Quem tem Baco vai à rima

Vinho, saúde mental e muito sexo. Pode parecer a descrição do deus romano Baco, mas são apenas os temas cantados por Baco Exu do Blues. Isso pode já ter virado meme na internet, mas o rapper baiano surfa no ódio das redes sociais e está de volta com seu novo EP “Não Tem Bacanal na Quarentena”. O terceiro álbum de Baco, “Bacanal”, estava previsto para este ano, mas o artista o adiou por conta da pandemia. Ainda com vontade de criar, juntou-se a alguns amigos e em três dias deu vida a nove músicas que formam o EP. Há referências à COVID-19, a panelaços contra Bolsonaro e até a Babu Santana, ator e participante do "Big Brother Brasil".