literatura

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Um relato de uma prisioneira da Guerra do Paraguai

“No 25 de dezembro as senhoras destinadas a morrer de fome por ordem de López foram libertadas pelo Exército brasileiro. Eu sou uma delas; vivo e escrevo”, diz o relato que abre “Memórias de Dorothée Duprat de Lasserre: Relato de uma prisioneira na Guerra do Paraguai (1870)”, livro que comemora 20 títulos lançados pela editora Chão, especializada em não ficção histórica. Neste, as dificuldades de viver numa espécie de campo de concentração itinerante de mulheres. (Isabelle Moreira Lima)
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A religião que transforma o crime em “A Fé e o Fuzil”

Recusando estereótipos, o jornalista e pesquisador Bruno Paes Manso lança, pela Todavia, o livro que é um estudo sobre como as religiões evangélicas modificaram o panorama do crime no Brasil nas últimas décadas. Com depoimentos de ex-criminosos que mudaram suas vidas a partir da religião, o autor mostra como o crescimento desses grupos tem impacto profundo numa população exposta a diversas violências. (Leonardo Neiva)
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Pensadores, músicos e escritores na FLIM

O pensamento da escritora americana bell hooks sobre o amor, que, para ela, mais do que um sentimento, é uma prática diária e uma ação transformadora e libertadora da alma, guia as discussões da Festa Literomusical de São José dos Campos. A 9ª edição da FLIM, que ocorre a partir desta sexta-feira (15), reúne nomes como Daniel Munduruku, Eliane Robert Moraes, João Silvério Trevisan, Juliana Borges, Midria, Renato Noguera e Rita von Hunty. (Ana Elisa Faria)
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“Bioy & Borges”, uma história de amizade e literatura

Além de dois dos maiores expoentes da literatura latino-americana, Jorge Luis Borges e Adolfo Bioy Casares também foram grandes amigos. Para narrar de forma literária essa relação, a Companhia das Letras reúne em “Bioy & Borges” toda a obra escrita em colaboração entre os dois autores. São mais de 500 páginas com os romances, contos, crônicas e textos esparsos que os argentinos escreveram juntos durante meio século. (Leonardo Neiva)
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A gênese do preconceito contra o Nordeste na Piauí

“Mas você não tem cara de nordestino!”, ouviu o jornalista natalense Octavio Santiago ao ajudar uma senhora brasileira em Portugal. E é com essa anedota que ele explica e reconta o preconceito enfrentado pelo Nordeste, que segundo sua pesquisa de doutorado completa exatos cem anos, desde que uma série de reportagens foi publicada no Estado de S. Paulo sobre “a terra do sofrimento”, que é também uma “Babel de sangue deprimida”, de onde saem “esquálidos retirantes”. Vai de 1923 até hoje, com o governador de MG, Romeu Zema. (Isabelle Moreira Lima)
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Laboratório afro-ameríndio de narrativas gamificadas

E se os games que seus filhos jogam trouxessem narrativas orais e cosmologias indígenas e afro-brasileiras? Para que isso se torne realidade, a iniciativa internacional Tales of Us e o GatoMI?DIA criaram um laboratório de games para jovens criativos que inclui aprendizados em filosofias africanas, arte e literatura indígena, storytelling, design, programação e mais. Podem participar jovens negros e indígenas entre 15 e 29 anos. Inscrições até 3/9 no @gato.midia. (Luara Calvi Anic)