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A série-pegadinha "Na Mira do Júri"

Sensação do momento no Amazon Prime Video, esta comédia falsamente documental faz rir de gargalhar e corar de constrangimento — palavra, aliás, conhecida pelos produtores, Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky, os mesmos de "The Office". A série acompanha os bastidores de um julgamento pelo olhar de um jurado, Ronald Gladden, que, sem saber, "contracena" com atores acreditando que faz parte de um júri real. (Ana Elisa Faria)
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O fim de “Sex Education”

Após quatro intensas temporadas, até dói se despedir dos jovens ingleses de Moordale, a quem vimos descobrir e se aventurar pelo sexo com tanta doçura, constrangimento e humor. Nos episódios que fecham as histórias de Otis e Mave e de Eric e Adam, os desafios de um relacionamento à distância e um possível revival estampam situações com alto potencial de identificação. E sem falar na trilha, a desculpa ideal para assistir a uma série supostamente adolescente. (Isabelle Moreira Lima)
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A classe média da música pop

O que acontece quando um popstar não é lá tão popular? É com essa pergunta que o New York Times investiga a “classe média da música pop”. Ao citar nomes como Carly Rae Jepsen, Kim Petras e Troye Sivan, o jornal analisa a trajetória de artistas que, apesar de não lotarem estádios, se comportam como estrelas. “Para eles, ser um popstar não é uma questão comercial, mas uma estética e uma sonoridade”, afirma a colunista Shaad D'Souza. (Daniel Vila Nova)