sociedade

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"Na Sala dos Espelhos", de Liv Strömquist, no teatro do Sesc Ipiranga

Vaidade, julgamento, autoestima, consumo e distorção de como nós, mulheres, nos vemos, são os temas centrais da peça "Na Sala dos Espelhos", adaptação do quadrinho homônimo da socióloga sueca Liv Strömquist, que estreia no Sesc Ipiranga nesta sexta-feira (7). Dirigida por Michelle Ferreira e Maíra De Grandi e protagonizada pela atriz Carolina Manica, a obra investiga como a tirania da imagem molda nossos desejos e o nosso corpo. (Ana Elisa Faria) 
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IR Festival Zum 2025, em São Paulo

O festival é o lugar certo para conhecer os novos talentos e as tendências da foto em suas diversas possibilidades, por meio de debates, oficinas, exposições e feira de fotolivros que fazem parte da programação. No mesmo local, está em cartaz a exposição “A América Sou Eu", retrospectiva com cerca de 200 obras do fotógrafo Gordon Parks, com imagens realizadas entre as décadas de 1940 e 1970, além de filmes, periódicos e livros. No IMS Paulista, em 1 e 2/11. (Tereza Novaes)
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“A chacina sem capuz e a estatização das mortes”, na Piauí

Um texto de 2022 publicado na revista fala sobre como a atividade criminosa de grupos de extermínio foi substituída pela ação mortífera das polícias no Rio de Janeiro. Assinada por coordenadores do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), o texto recupera o histórico de violência estatal desde o governo de Leonel Brizola (1983-87 e 1991-94) até a chacina do Jacarezinho (2021), que havia sido, até então, a operação policial mais letal da história do estado. (Isabelle Moreira Lima) 
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“Arquivo Transformista”, com memórias da cena LGBTQIAPN+ de SP

O projeto digital do Acervo Bajubá reúne 250 fotografias e depoimentos de pioneiras do transformismo (prática que antecede a arte drag) em São Paulo. O material vem dos acervos pessoais de Aloma Divina, Kelly Cunha, Gretta Starr, Marcinha do Corintho e Victoria Principal, que atuaram na cena nos anos 1970 e 1980. A iniciativa documenta a vida noturna paulistana e reconhece essas artistas, em sua maioria mulheres trans e travestis, como figuras centrais da história da cultura LGBTQIAPN+ no país. (Amauri Terto)