povos indígenas

Imagem de destaque do post
Ir

Krenak e Baniwa na montagem de “O Guarani”

Possivelmente a ópera brasileira mais conhecida da história, afinal sua abertura é tema da Hora do Brasil, “O Guarani”, de Carlos Gomes, agora é encenada no Theatro Municipal de São Paulo, pela Orquestra Sinfônica Municipal com ampla participação indígena. O filósofo, ambientalista e escritor Ailton Krenak assina a concepção geral do espetáculo e o artista visual Denilson Baniwa fez a codireção artística e a cenografia. O coro tem ainda cantores do povo Guarani do Jaraguá. (Isabelle Moreira Lima)
Imagem de destaque do post
Assistir

Narrativas indígenas no cinema e na TV

Na semana do Dia dos Povos Indígenas, o público ganha opções para se aprofundar no tema tanto na TV quanto no cinema. Com um elenco indígena, o filme “Para’í”, de Vinicius Toro, chega ao cinema, contando a história de uma garota guarani em busca de sua identidade. Já o especial “Falas da Terra”, na Globoplay, é protagonizado por três atrizes indígenas e conta a história de jovens amigas que vão fazer um trabalho no Mato Grosso do Sul, se deparando com um ambiente de destruição. (Leonardo Neiva)
Imagem de destaque do post
Assistir

A diversidade das línguas indígenas

Conhecê-las é também uma maneira de visitar jeitos de ver e de estar no mundo. Inaugurando a Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032), instituída pela ONU e coordenada pela UNESCO, a exposição "Nhe'? Porã: Memória e Transformação" – em versão online e presencial em SP, no Museu da Língua Portuguesa – trata da diversidade linguística do Brasil. Com 175 línguas faladas por 305 etnias, engana-se quem pensa que somos um país de uma língua só. Até 23/4. (Luara Calvi Anic)
Imagem de destaque do post
Ler

A linguagem kaiowá traduzida para o português

Apoiado pelo projeto Rumos Itaú Cultural e idealizado pela professora de história indígena Graciela Chamorro, o primeiro dicionário kaiowá-português já está disponível online no site da editora Javali. O dicionário conta com 6 mil verbetes, ilustrações da artista kaiowá Misael Concianza, fotos e depoimentos de colaboradores indígenas. A versão impressa deve ser lançada em 2023, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. (Andressa Algave)
Imagem de destaque do post
Ler

Ancestralidade sul-americana no novo livro de Carola Saavedra

“O Manto da Noite” (Companhia das Letras, 2022) toca na ancestralidade indígena e na história violenta que circunda o continente. A autora de “Flores Azuis” traça uma viagem pela Cordilheira sul-americana, em que identidade e ancestralidade se confundem. Uma história em que “nada é somente o que diz ser”, nas palavras da também escritora Natalia Borges Polesso. (Leonardo Neiva)