Conteúdos sobre povos indígenas na Gama Revista

povos indígenas

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Rap que fala sobre genocídio indígena

Criolo, Vincent Carelli e Sonia Guajajara são algumas das personalidades que participam do documentário musical "Meu Sangue É Vermelho", uma produção do rapper Owerá, indígena Guarani M’bya, em parceria com a produtora britânica Needs Must Film. O longa, que recebeu 17 prêmios ao redor do globo, acompanha Owerá em uma peregrinação pelas comunidades do Mato Grosso do Sul e Maranhão na tentativa de explicitar, por meio do rap, a realidade de indígenas brasileiros. O lançamento será na sexta (24), no Vimeo. (Manuela Stelzer)
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Podcast destrincha a história do Xingu

Primeira grande área indígena demarcada no Brasil, o parque em Mato Grosso, completou 60 anos em abril. O podcast “Xingu: Terra Marcada”, produzido pelo Instituto Moreira Salles, conta em cinco episódios a história da região e das pessoas que a habitam, abordando a luta constante das lideranças indígenas desde a época da demarcação até a pandemia de covid-19. (Betina Neves)
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Uma exposição sobre visões de árvore indígena ancestral

De etnia Makuxi, o artista indígena Jaider Esbell expõe na Galeria Millan, em São Paulo, sua mostra “Apresentação: Ruku”. São cerca de 60 obras, entre pinturas, desenhos e objetos baseados em visões sobre a árvore-pajé, ou Ruku, um “fruto-tecnologia e uma de minhas avós”, diz o artista, que já deu entrevista a Gama. É dela que sai a tinta usada por indígenas em pinturas corporais e rituais. Em cartaz até 20/3, a entrada é gratuita. (Leonardo Neiva)
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Morte na floresta

O que a pandemia de covid-19 significa para a Amazônia? No podcast Terra Arrasada quem responde são os moradores da região: em cinco episódios, indígenas, quilombolas e ribeirinhos relatam a destruição sistemática da floresta e explicam como isso se relaciona aos impactos devastadores do novo coronavírus por ali. Projeto do Le Monde Diplomatique Brasil, é produzido pelo jornalista e antropólogo Fábio Zuker e pela Trovão Mídia. (Mariana Payno)
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Cinema indígena urgente

Até o dia 15 de outubro, o Videocamp, uma plataforma que disponibiliza gratuitamente filmes com potencial de impacto, estreia a primeira edição da Mostra CineFlecha: (Re)Existir e Curar, com um conjunto de produções indígenas do cinema contemporâneo. Divididos em quatro sessões temáticas, os filmes apontam causas dos povos indígenas e suas mobilizações para resistir à mudança e à violência. Entre os títulos disponíveis estão: "Quiilpa - as lhamas floridas" (2019), que mostra uma tradição pré-colombiana das terras Altas da Bolívia; o "Cosmopista Maxakali" (2013), que reúne registros feitos por uma equipe de representantes Maxakali e Pataxó, cineastas indígenas e pajés, e pesquisadores não-indígenas; "Mãtãnãg, a Encantada" (2019), que relata a trajetória de uma mulher indígena na busca pelo espírito de seu marido pela aldeia dos mortos; e "Kipaexoti" (2020), que mostra a força do Povo Terena, da aldeia Cachoeirinha, em manter a sua dança tradicional viva. Além das produções, a plataforma disponibiliza lives com coletivos e cineastas da mostra, que ficam disponíveis no canal do Youtube.