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As andanças de Vivian Gornick em novo livro

Com seus passeios pelas ruas de Manhattan, a escritora e crítica estadunidense traça um mapa de ritmos, encontros casuais e amizades que compõem a vida em Nova York. Autora de “Afetos Ferozes” (Todavia, 2019), eleito pelo New York Times o melhor livro de memórias dos últimos 50 anos, em “Uma Mulher Singular” (idem, 2023) ela traça um autorretrato impactante, que vai de sua atração pela solidão até o que significa ser uma intelectual feminista num mundo hostil para mulheres. (Leonardo Neiva)
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Wanderléa estreia no choro

A cantora lança, pelo Selo Sesc, o primeiro álbum do gênero de sua carreira. Nele, a dona de hits como "Foi Assim" e "Prova de Fogo" homenageia nomes como Pixinguinha, Waldir Azevedo, João de Barro e outros ícones do choro em 12 faixas. Há ainda a inédita "Um chorinho para Wandeca", composta por Douglas Germano e João Poleto em homenagem à intérprete. Ficará disponível em todas as plataformas de streaming. (Andressa Algave)
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Krenak e Baniwa na montagem de “O Guarani”

Possivelmente a ópera brasileira mais conhecida da história, afinal sua abertura é tema da Hora do Brasil, “O Guarani”, de Carlos Gomes, agora é encenada no Theatro Municipal de São Paulo, pela Orquestra Sinfônica Municipal com ampla participação indígena. O filósofo, ambientalista e escritor Ailton Krenak assina a concepção geral do espetáculo e o artista visual Denilson Baniwa fez a codireção artística e a cenografia. O coro tem ainda cantores do povo Guarani do Jaraguá. (Isabelle Moreira Lima)
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Mostra "Bará", de Gustavo Nazareno, celebra Exu

A partir deste sábado (13), o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, abrigado no Parque Ibirapuera, recebe a exposição do artista mineiro Gustavo Nazareno. A mostra reúne cerca de 150 trabalhos, entre pinturas a óleo sobre linho e desenhos em carvão, que partem de inspirações em contos de fada, fabulação e a fé em Exu na qualidade de Elegbara, uma das denominações do orixá do movimento e da comunicação. Até 1/10. (Ana Elisa Faria)