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James Baldwin na Mostra Ecofalante

O escritor e ativista americano James Baldwin (1924-1987) revisita locais históricos de norte a sul dos EUA, por onde passou o Movimento dos Direitos Civis no país. Essa andança é mostrada no longa documental "I Heard it through the Grapevine", de Dick Fontaine e Pat Hartley, em cartaz na 12ª Mostra Ecofalante, em São Paulo. Na obra, intimista, o intelectual cruza com amigos, colegas de luta e da literatura, e relembra as frustrações da guerra contra o racismo. O festival é gratuito. (Ana Elisa Faria)
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De volta ao Aranhaverso

“Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” não estreará, mas explodirá na tela dos cinemas a partir desta quinta (1º). Ou pelo menos é o que diz a crítica nos quatro cantos do planeta, para quem, mais que um filme, é uma obra de arte com imagens incríveis, ideias fascinantes, temas complexos e personagens carismáticos. Sem dar spoilers, a trama envolve uma sociedade secreta de aranhas e um Miles Morales como o homem errado no lugar errado. (Isabelle Moreira Lima)
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Poemas que são filmes e viraram quadros

Em "La Ley del Deseo y Otras Películas" (Corsário Satã, 2023), Fabrício Corsaletti traz um poema para cada filme de Pedro Almodóvar. "Volver", "Carne Trêmula", "Madres Paralelas", estão todos lá. O curioso é que ele não para aí. Lança o livro neste sábado (15), das 15h às 20h, junto a uma exposição de 70 pinturas organizadas em séries que também falam dos filmes do espanhol, dos chamados "Bares Mentais" e das "Quase Casas" no Galpão Cru, em São Paulo. A curadoria é de Diego Matos. (Isabelle Moreira Lima)
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Uma nova dose de Paul Mescal no cinema

Mais um filme do novo queridinho de Hollywood chega às telas brasileiras. O irlandês Paul Mescal, astro do longa indie "Aftersun" e da série "Normal People", está em cartaz com "Criaturas do Senhor", de Anna Rose Holmer e Saela Davis. Na obra, um drama psicológico ambientado numa vila de pescadores irlandesa, ele interpreta Brian, filho de Aileen (Emily Watson), uma mãe que conta uma mentira para proteger a família. A ação testa o senso de Aileen do que é certo e errado e devasta a comunidade onde vivem. (Ana Elisa Faria)
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‘Medusa’, filme de terror brasileiro que fez bonito em Cannes

Dois anos após passar no festival francês, com elogios da crítica internacional, o longa “Medusa”, que mescla terror e crítica social, estreia nos cinemas brasileiros. Num cenário futurista, em que uma seita religiosa ultraconservadora dita de forma violenta o cotidiano da população, a cineasta Anita Rocha da Silveira narra a história de uma jovem devota (Mari Oliveira), que lida com seu despertar sexual. O elenco conta ainda com Bruna Linzmeyer e Thiago Fragoso. (Leonardo Neiva)
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A participação negra na formação do Rio

Da religiosidade ao êxtase que é o Carnaval, o Rio de Janeiro deve grande parte de sua cultura popular à contribuição de pessoas negras. É essa história que conta o documentário “Rio Negro”, de Fernando Sousa, que chega às telas de cinema. Com depoimentos de personalidades como Haroldo Costa, Mãe Meninazinha de Oxum e Luiz Antonio Simas, o filme discute esse impacto na formação da cidade maravilhosa, da monarquia à República. (Leonardo Neiva)
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Drama belga emocionante e indicado ao Oscar

O longa “Close”, que concorre a melhor filme estrangeiro no Oscar, é um dos exemplares mais emocionantes da safra de indicados deste ano. Dirigido por Lukas Dhont (“Girl”), o filme levou o Grand Prix em Cannes e conta a história de dois adolescentes que são o melhor amigo um do outro. Mas essa relação acaba sendo posta à prova pelas pressões sociais da juventude. (Leonardo Neiva)
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Fantasia futurista e política nacional nos cinemas

Com um elenco de atrizes ex-presidiárias, “Mato Seco em Chamas” mescla documentário e ficção no estilo do cineasta Adirley Queirós (“Branco Sai, Preto Fica”). Ao lado da diretora portuguesa Joana Pimenta, ele apresenta a história de uma gangue feminina da Ceilândia. Na fantasia política, as irmãs que comandam uma refinaria clandestina na periferia de Brasília se voltam contra as autoridades num cenário à la “Mad Max”, mas com raízes fincadas na realidade brasileira. (Leonardo Neiva)