Bloco de notas da Semana "Mãe sofre?" — Gama Revista
Mãe sofre?

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Bloco de notas

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O livro da escritora Tati Bernardi, um podcast com histórias de partos, a loucura de ser mãe no meio de uma pandemia. Eis a lista de conteúdos da equipe Gama sobre elas: as mães

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O livro da escritora Tati Bernardi, um podcast com histórias de partos, a loucura de ser mãe no meio de uma pandemia. Eis a lista de conteúdos da equipe Gama sobre elas: as mães

09 de Maio de 2021
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    Brenda Ann Kenneally / The New York Times

    Em uma matéria interativa, divertida (e preocupante), o New York Times fala da CRISE DAS MÃES NA PANDEMIA. Em isolamento, muitas delas precisaram lidar com todas as tarefas de casa, da limpeza ao almoço passando pelo conturbado cuidado com os filhos e as aulas virtuais. Algumas — ou melhor, a maioria — enfrentaram também o desemprego. Em um cenário como esse, não tinha outra saída senão o surto e o abalo da saúde mental.

  • Ser mãe não é bolinho — mas pode render boas fotografias. O perfil OLD SCHOOL MOMS é um tributo à figura da mãe retrô, e compartilha apenas fotos engraçadas e de tempos antigos. Mas não importa a época, as mensagens essenciais permanecem as mesmas: escute sua mãe, e pense duas vezes antes de fazer sexo sem proteção.

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    Reprodução / Life is Strange

    E nos videogames, ONDE ESTÃO AS FIGURAS MATERNAS? A paternidade tem seu palco montado, mas as mães ficaram de lado. Para o The Guardian, a jornalista de games Kate Gray ironiza ao dizer o que aprendeu sobre MATERNIDADE NOS VIDEOGAMES: “Você morre cerca de cinco minutos após o parto, sobrevivendo apenas o tempo suficiente para deixar uma lembrança ou uma carta que mais tarde servirá como motivação para seu filho fazer alguma grande missão”.

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    miljko / Getty Images

    A editora executiva da Gama Isabelle Moreira Lima é mãe, e depois da gravidez do segundo filho, foi se aventurar em uma aula de POLE DANCE (pois é) para a nossa seção TEST-DRIVE. Depois de anos de academia paga — e não frequentada –, ela conta dos perrengues, dos micos e da tentativa de retorno triunfal à sexualidade como mãe de dois.

  • MÃES PELA DIVERSIDADE é uma organização de mães de pessoas LGBTQIA+ que surgiu em 2014 para acolher e cuidar dessas famílias. A luta é contra o avanço da homotransfobia e pelos direitos civis de seus filhos e de toda a comunidade. A organização conta com a atuação de profissionais de diversas áreas, entre psiquiatras, psicólogos e advogados, que ajudam no acolhimento de mães de filhos LGBTQIA+.


  • Enquanto você lê este compilado de notas, vários bebês estão saindo das barrigas de suas mães para ganhar o mundo. Essas histórias de chegada são o cerne do podcast PARIR, que a cada episódio traz o relato de uma mulher sobre a experiência transformadora que é dar à luz um filho.

  • “Como alguém vai escrever um roteiro premiado de cinema se não ficar sozinha? Como alguém vai deitar no chão do banheiro com as pernas apoiadas na borda da banheira até passar a angústia se não ficar sozinha?”

    O trecho acima é do livro “VOCÊ NUNCA MAIS VAI FICAR SOZINHA” (Cia das Letras, 2020), escrito por Tati Bernardi. Uma história de neuras, traumas, obsessões, medos e amor desmesurado de uma mãe por sua filha, que está para chegar.

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    Seja para mães de primeira viagem ou para as já cheia de experiência, a newsletter PARENTING, do New York Times, é sempre uma boa pedida: traz uma seleção de conteúdos e dicas sobre filhos, que envolvem os temas da saúde, uso de telas, educação e diálogo, além de histórias pessoais e pequenas vitórias.


  • Do rock clássico ao pop contemporâneo, poucos são os artistas da música que não falam sobre a figura materna nas letras que compõem. De Elvis Presley a Taylor Swift, confira esta lista de 40 músicas que relatam a LIGAÇÃO ESPECIAL ENTRE MÃES E FILHOS.


  • Um vídeo com apenas 32 segundos de duração — mas, para que os que não vivem na pele de uma mãe, são primordiais para entender perfeitamente o sentimento de uma mulher com filhos ao ouvir a palavra “mãe” e suas variações MUITAS vezes ao dia. Se for capaz, assista até o final.

  • De que maneira a RELAÇÃO ENTRE MÃE E FILHO pode interferir no desenvolvimento do pequeno? A pesquisa Primeiríssima Infância – Interações, realizada pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal em 2020, investiga a conexão entre crianças de 0 a 3 anos com mães, pais ou adultos responsáveis, além de buscar entender como esse vínculo intervém no processo de aprendizagem e no desenvolvimento integral da criança. A pesquisa traz reflexões do pediatra Daniel Becker, da economista Flávia Ávila, da psicóloga Juliana Prates Santana e da comunicadora Tânia Savaget.