O que os sete pecados capitais têm a ver com as mulheres? É a forma como, sem perceber, muitas delas acabam internalizando regras morais opressoras baseadas em pecados como a preguiça e a gula que a escritora estadunidense Elise Loehnen explora em “Bem-Comportadas” (Sextante, 2024). Best-seller do The New York Times, o livro faz uma vasta pesquisa histórica para mostrar caminhos de libertação dessas amarras. (Leonardo Neiva)
As duas autoras discutem se literatura tem cor e gênero no evento que marca o mês da Mulher no Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil, do Rio de Janeiro. Felinto, que é colunista da Gama, foi escolhida em votação no Instagram da instituição, em que “As Mulheres de Tijucopapo” (Ubu Editora, 2021) está entre os mais votados. O debate será realizado na quarta (13), às 17h30, com participação da poeta Viviane Mosé. Grátis. (Emilly Gondim)
Romance de estreia da cineasta paranaense Ana Johann, "História Para Matar a Mulher Boa", pela editora Nós, propõe a morte simbólica de uma mulher comum, que só é considerada "boa" por colocar sempre à frente as necessidades alheias — as do marido abusivo, da filha pequena, dos pais que a criaram num ambiente conservador. Nessa jornada em busca de si mesma, a protagonista questiona sua história para renascer mais consciente de seus desejos. (Dolores Orosco)
A Cinemateca Brasileira, em São Paulo, recebe até 17 de dezembro a mostra Mulheres Pioneiras no Cinema, com obras de cineastas invisibilizadas e esquecidas, apesar da sua contribuição crucial para a linguagem audiovisual. Além da exibição de longas de diretoras como Alice Guy, Lois Weber e Lotte Reiniger, a Cinemateca oferece um curso sobre o tema, abordando pioneiras de diferentes países, como a brasileira Cléo de Verberena. (Leonardo Neiva)