Conteúdos sobre livros na Gama Revista

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A obra de Salinger em uma caixa

A Todavia acaba de embalar numa caixa quatro títulos do escritor norte-americano J.D. Salinger (1919-2010), tido como um dos que melhor traduziu o clima do pós-guerra, além de ser criador de personagens incríveis. “O apanhador no campo de centeio”, “Nove histórias”, “Franny & Zooey” e “Erguei bem alto a viga carpinteiros & Seymour: uma introdução” foram traduzidos por Caetano W. Galindo, e o lançamento inclui um ciclo de debates. (Isabelle Moreira Lima)
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Novo livro de Olga Tokarczuk, ganhadora do Nobel

Depois de “Sobre os ossos dos mortos” (Todavia, 2019), que teve vendas expressivas no Brasil, “Correntes” (Todavia, 2021) é uma nova oportunidade de conhecer essa interessantíssima escritora polonesa, Nobel de Literatura em 2019. No livro, a autora mistura sua vida com a ficção em relatos, comentários e contos sobre viagens no tempo e no espaço, indo de causos de personagens históricos a reflexões sobre o ato de viajar. “Minha energia vem do movimento — do chacoalhar dos ônibus, do barulho dos aviões, do balançar das balsas e dos trens”, diz a narradora. (Betina Neves)
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Reportagem esmiúça o pesadelo de Britney Spears

Em um determinado ponto da trajetória de Britney Spears, já uma estrela pop famosa desde os 16 anos e perseguida por paparazzi, a amiga Paris Hilton teve que ensiná-la a usar o Google. Na reportagem de Ronan Farrow (que revelou a rede de assédio na indústria do entretenimento em “Operação Abafa”) e Jia Tolentino (de “Falso Espelho”) para a New Yorker, é possível entender os fatos que levaram a cantora de 39 anos a viver os últimos 13 sob a tutela do pai e de uma rede de advogados que controlam sua carreira, gastos e decisões pessoais. (Amauri Arrais)
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Livro analisa a relevância do disco “Sobrevivendo no Inferno”, dos Racionais

Lançado em 1997 pelo selo independente Cosa Nostra, “Sobrevivendo no Inferno”, dos Racionais MC’s, vendeu mais de 1,5 milhão de cópias e é hoje considerado o álbum mais importante do rap brasileiro. Contendo “Diário de um Detento”, entre outros hits, ele agora virou tema da coleção O Livro do Disco, da editora Cobogó. “Racionais MC’s: Sobrevivendo no Inferno”, de Arthur Rocha, reúne uma miscelânea de vozes num panorama que busca refletir a relevância estética, social e política da obra. (Leonardo Neiva)
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Você realmente conhece João Gilberto?

Há anos definido como um gênio musical exigente, João Gilberto acaba de ganhar nova biografia -- a primeira escrita por uma pessoa próxima ao músico. Em título publicado pela Lazuli, o poeta Luiz Galvão, dos Novos Baianos, desvenda uma personalidade totalmente diferente do artista recluso que conhecíamos. O caráter ranzinza ainda está ali, mas junto a ele, emerge entre as palavras um homem simpático, brincalhão e generoso com os amigos. (Manuela Stelzer)
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Os livros de Philip Roth e o livro sobre ele

Quer entender por que o nome de Philip Roth não sai das manchetes mais de três anos após sua morte? Em duas reportagens, o Times analisa o legado controverso deixado pelo autor de “Pastoral Americana”. Enquanto uma delas trata da doação de Roth à biblioteca de Newark, outra aborda a polêmica envolvendo o biógrafo do escritor acusado de abuso sexual — o que despertou dúvidas sobre o tratamento que Roth reservava às mulheres. (Leonardo Neiva)
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O vencedor do Oscar agora em livro

Você já pode ter assistido, mas muito dificilmente leu “Nomadland” (2020), grande ganhador do último Oscar. Isso porque a primeira versão em português do livro que serviu de base para o longa chega em 30/5, pela Rocco. A obra de Jessica Bruder retrata americanos afetados pela crise, que vivem em trailers e pegam trabalhos sazonais. A reportagem inspirou o filme dirigido por Chloé Zhao e com Frances McDormand — ambas premiadas. (Leonardo Neiva)
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Chimamanda e a perda do pai

Em "Notas sobre o luto" (Companhia das Letras, 2021), a autora nigeriana narra a dor, a raiva e a solidão que seguiram a morte do pai, em junho de 2020, além das dificuldades do sepultamento na pandemia, com aeroportos fechados e funerárias lotadas. “O luto é uma forma cruel de aprendizado. (...) É um tormento não apenas do espírito, mas também do corpo. Carne, músculos, órgãos, tudo fica comprometido. Nenhuma posição é confortável.” (Betina Neves)
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O fim da livraria mais antiga do Rio

Uma livraria que passou por seis endereços, uma guerra mundial e duas ditaduras. Parece ficcção, mas trata-se da história da Livraria São José -- considerada a mais antiga do Rio de Janeiro. O proprietário, seu Germano, começou a trabalhar na loja aos 12 como faxineiro, acompanhou a sobrevivência da livraria à especulação imobiliária e até à ditadura, mas aos 83 não conseguiu resistir à pandemia e às reduções de vendas. (Dandara Franco)
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Lygia Fagundes Telles em festival literário

Com participações ilustres como as de José Eduardo Agualusa, Letrux e Michel Laub, a Flima (Festa Intenacional de Literatura da Mantiqueira) acontece 100% online pela primeira vez em sua história, entre os dias 18 e 21. Homenageada da edição, a autora Lygia Fagundes Telles é tema de dois debates e terá um conto inédito lido durante o evento. Para assistir às conversas, saraus e leituras, basta acessar gratuitamente o YouTube do evento. (Leonardo Neiva)
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A amiga genial de Simone Beauvoir

Com a promessa de ser o romance mais íntimo da filósofa e escritora Simone de Beauvoir - que tem papel fundamental na luta feminista e no ativismo político - o inédito “As Inseparáveis” (2021) relata a sua forte história de amizade com Élisabeth “Zaza” Lacoin, com quem partilhou grandes momentos da vida desde os nove anos, como conta esse texto da revista Quatro Cinco Um. O livro chega ao Brasil após 34 anos da morte da autora. (Dandara Franco)
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O olhar de Claudia Jaguaribe sobre a pandemia

Atenta aos detalhes do cotidiano, a fotógrafa Claudia Jaguaribe não deixou escapar as cenas pandêmicas: depois de registrar uma São Paulo vazia no começo da quarentena, ela volta às ruas clicando pessoas que retomam a rotina de máscara. No novo livro “Duplo”, com posfácios da pneumologista Margareth Dacolmo e do filósofo Victor Stirnimann, os personagens contrastam com cenários urbanos em uma nova realidade do dia a dia. (Mariana Payno)
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Uma Megafauna no centro da cidade

Notícia animadora para quem acompanhou os esforços do meio editorial durante a pandemia: nesta semana, a livraria Megafauna começou a funcionar no piso térreo do Edifício Copan, no centro de São Paulo (Av. Ipiranga, 200 - loja 53). O espaço dedicado ao livro e à difusão das artes e das ciências deve sediar debates, encontros e também parcerias com a associação cultural Pivô, colega de condomínio da livraria, tão logo seja possível. Por ora, a visitação aos 216 metros quadrados de Megafauna está limitada a dez clientes por vez, de segunda a sábado, das 13h às 19h. Para quem ainda não quer se expor aos encontros presenciais, vale circular pelo perfil da livraria no Instagram. Dá para matar a curiosidade sobre o espaço, sair com boas indicações de leitura, e até encomendá-las pelo Whatsapp. (Laura Capelhuchnik)
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Festa do livro sem aglomeração

Depois de mais de duas décadas de vendas, leituras e descontos, a Festa do Livro da USP chega ao seu 22º ano. Desde o dia 9 de novembro, já é possível garimpar os livros participantes direto do conforto de casa, na primeira edição 100% virtual do evento, que vai até o dia 15. E o melhor: todos os volumes saem com no mínimo 50% de desconto. Apesar de terem acabado as enormes filas em frente às editoras mais concorridas, a demanda não diminuiu. Logo no primeiro dia, o site do evento recebeu tanta gente que chegou a ficar indisponível. Das 169 editoras presentes este ano, algumas são bem conhecidas, como a Martins Fontes, a Todavia, a L&PM. Outras, nem tanto — uma ótima oportunidade de conhecer livros e editoras fora da nossa zona de conforto. Para acessar as obras à venda, os leitores devem entrar no site do evento, onde serão direcionados para as listas das editoras de sua preferência. (Leonardo Neiva)
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As mil e uma receitas do Líbano

Às vésperas da celebração dos 140 anos da imigração libanesa no Brasil, em novembro, a editora Ernest Books lança a versão em português do livro “Culinária Libanesa”. Trata-se de uma espécie de enciclopédia que traz mais de mil receitas da comida típica do país que são ao mesmo tempo instigantes e factíveis, sem exigir ingredientes misteriosos ou inalcançáveis (alô Ottolenghi!). A autora, Salma Hage, tem hoje 78 anos e conta um pouco da sua história, de como começou a cozinhar para ajudar a mãe, que teve 12 filhos; do seu fascínio ao receber uma panela de cobre cheia de melaço ainda na infância, antes mesmo de ter experimentado chocolate. Ela explica sobre a despensa e o jardim libaneses, ou seja, que temperos e ervas, legumes e hortaliças, dão vida a essa cozinha tão fresca quanto saborosa. De molho de romã a uma imensa variedade de pratos de cordeiro, o livro é riquíssimo. O investimento pode ser alto, mas vale para ter um livro de consulta vitalício.
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Um festival de não-ficção

Yuval Noah Harari, Lilia Moritz Schwarcz, Djamila Ribeiro, Ailton Krenak e Sidarta Ribeiro estarão juntos, a partir desta quinta (21) até o próximo domingo, no festival virtual "Na Janela". Nesta edição, o tema é "literatura de não-ficção". No total, 13 autores publicados pela editora serão entrevistados em seu canal do YouTube. A programação completa está disponível no site da editora. A Amazon também participa do festival com uma página dedicada ao "Na Janela", onde há descontos em mais de cem títulos de não-ficção.
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Receitas e histórias de uma jornalista de gastronomia

Se a reclusão trazida pela pandemia o deixou perdido entre panelas, “Comida Cheia de História” (Editora Senac, 2017), da jornalista Patrícia Ferraz pode ajudá-lo. Tudo parece ficar mais gostoso quando há uma história por trás, e é o caso aqui. Patrícia, que foi editora de gastronomia do jornal "O Estado de S. Paulo" por anos reúne, além de receitas, crônicas em que conta como provou cada prato pela primeira vez, o que geralmente envolve casos divertidas de chefs famosos e celebridades em 240 páginas. No que diz respeito às receitas, todas foram testadas e produzidas em sua pequena cozinha, o que traz um incentivo extra ao leitor.
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Um pouco de magia na pandemia

Faz quase nove anos que o último filme da saga “Harry Potter” foi lançado, mas o amor dos fãs continua implacável. Pensando nisso, a Wizarding World reuniu (virtualmente, é claro) diversos famosos para ler os capítulos do primeiro romance da série em vídeos e áudios fofíssimos, em inglês. O primeiro capítulo é lido pelo próprio Harry, Daniel Radcliffe. Nomes como Eddie Redmayner, Dakota Fanning e David Beckham vão participar da ação, que pode ser encontrada no site do projeto “Harry Potter at Home” e no Spotify.
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Uma reflexão sobre o amanhã

A pandemia do coronavírus pôs em cheque todas as nossas certezas. É difícil pensar no amanhã quando o hoje parece não findar. Em "O Amanhã Não Está à Venda", Ailton Krenak, uma das mais importantes lideranças indígenas do Brasil, reflete sobre o relacionamento entre a humanidade e a natureza, advocando por uma convivência mais harmônica. Krenak questiona o desejo pela volta a uma suposta normalidade, quando a verdadeira reflexão deveria ser sobre uma nova realidade mais justa e igual. A versão digital está disponível de forma gratuita na Amazon.