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A releitura moderna de "Dona Beja", com Grazi Massafera, na HBO Max

Na tevê como a carismática vilã Arminda de “Três Graças”, da Globo, Grazi Massafera acaba de chegar ao streaming como a mocinha afrontosa Ana Jacinta de São José, a Dona Beja. Ambientada no Brasil imperial — mas falada no português de hoje, com trilha sonora e temas contemporâneos —, a obra é uma releitura livre e moderna da novela de 1986 que narra a trajetória da personagem, cujo futuro é transformado ao ser raptada por um ouvidor do rei. (Ana Elisa Faria)
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A nova temporada da frenética "The Pitt", na HBO Max

Ambientada meses após o evento que abalou a superlotada emergência em Pittsburgh, a segunda temporada do drama médico mantém o clima caótico da primeira, premiada no Emmy. No mesmo formato — cada episódio equivale a uma hora de plantão —, os capítulos se passam no 4 de julho e têm novos personagens, como a doutora Baran Al-Hashimi (Sepideh Moafi), substituta do médico Robby (Noah Wyle), em sabático. (Ana Elisa Faria)
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“Cazuza Além da Música”, no Globoplay

A série documental explora a trajetória de Agenor, ícone mais conhecido como Cazuza. Em quatro episódios, conta desde a descoberta dos palcos, a ascensão no Barão Vermelho, passando pelo pioneirismo ao assumir a AIDS e pelo legado do artista. Dirigido por Patrícia Guimarães, a obra tem depoimentos de familiares e amigos como Frejat, Guto Goffi, Sandra de Sá, Caetano Veloso e Ney Matogrosso — além de revelações do diário do cantor. (Sarah Kelly)
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O filme taiwanês “A Garota Canhota”, na Netflix

Três gerações de mulheres de uma família tentam se adaptar à vida na cidade grande e aos inúmeros preconceitos à sua volta neste elogiado longa taiwanês, um dos favoritos para a indicação a filme estrangeiro no Oscar. Mas o que “A Garota Canhota” (2025) faz de melhor é envolver seu intenso drama familiar em tons leves e até cômicos. Sem contar que a pequena protagonista Nina Ye é um show à parte de carisma e fofura. (Leonardo Neiva)
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“Ângela Diniz, Assassinada e Condenada”, na HBO Max

Já são 49 anos desde a morte da mineira pelo então namorado, mas o crime ainda ecoa no Brasil de hoje, que registrou no ano passado um recorde de 1.492 feminicídios, numa média de quatro por dia. Dividida em seis capítulos, a série é dirigida por Andrucha Waddington, estrelada por Marjorie Estiano e mostra como a sociedade brasileira julgou e condenou Diniz por viver sua liberdade — e como tudo isso impulsionou o movimento feminista. (Isabelle Moreira Lima)
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“Pluribus”, nova série de Vince Gilligan, autor de “Breaking Bad”

Saem metanfetamina, traficantes, advogados amalucados, policiais e dramas familiares. Entra em cena uma anti-heroína rabugenta e infeliz, que precisa salvar o planeta da felicidade tóxica. Essa é a premissa do novo trabalho de Vince Gilligan, autor de “Breaking Bad” e “Better Call Saul”, a série distópica disponível na Apple TV. Na trama, Carol Sturka (Rhea Seehorn) é uma escritora de best-sellers de fantasia e única cidadã imune a um vírus que transforma todos em pessoas felizes. (Ana Elisa Faria)
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“Tremembé”, no Prime Video

A história de criminosos famosos no Brasil, que passaram ou seguem presos na Penitenciária de Tremembé (SP), é contada na nova série de sucesso do Prime Video. Baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, a produção combina pesquisa jornalística com romances e conspirações muitas vezes ficcionais. A série tem gerado debates nas redes, como o levantado pela mãe de Isabella Nardoni – assassinada pelo pai e a madrasta –, que pediu para que criminosos não sejam transformados em celebridades. (Luara Calvi Anic)
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“I Love LA”, na HBO Max

Se você viu “Shiva Baby” (2020) e “Bottoms” (2023) já caiu no feitiço da atriz Rachel Sennott, que interpreta complicadas e perfeitinhas como ninguém. Em “I Love LA", ela volta a fazer sua magia também como roteirista. Retrato da GenZ entrando na fase adulta, a série apresenta dramas de todos nós, como se sentir humilhada pela amiga com milhares de seguidores e que supostamente faz muito dinheiro, mas nem tudo é o que parece ser. (Tereza Novaes)
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“O Lendário Martin Scorsese”, na Apple TV+

Entrevistas inéditas, desenhos da infância, os primeiros filmes. A série documental sobre o diretor de cinema norte-americano, autor de obras icônicas como “Taxi Driver” (1976) e “Os Bons Companheiros” (1990), traz um mergulho na sua história de vida e mostra como os temas que permeiam sua obra, como a presença do bem e do mal na natureza humana, a violência e a religião, sempre estiveram próximos dele. (Isabelle Moreira Lima)
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Jude Law e Jason Bateman em “Black Rabbit”, na Netflix

Dois irmãos e um restaurante. Os personagens e o ambiente podem até lembrar “The Bear”, mas esta minissérie da Netflix segue por um caminho completamente oposto — aqui, o drama familiar envolve ação e violência. Jake (Jude Law) comanda um restaurante badalado em Nova York e sua vida parece sob controle até o retorno do irmão Vince (Jason Bateman), cujas dívidas e problemas o arrastam para o submundo e fazem com que o passado volte a assombrá-lo. (Tereza Novaes)