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“Vladimir”, com Rachel Weisz, na Netflix

Uma professora universitária (Weisz numa performance cheia de ironia e tesão) tem um casamento aberto com outro professor (John Slattery), acusado de ter assediado alunas no passado. Em meio ao escândalo sexual e a um clash geracional (jovens alunas cobram que ela não apoie o marido), ela conhece e imediatamente se interessa por um jovem professor (Leo Woodall, de “White Lotus”) que acaba de chegar à universidade com a esposa, também acadêmica. Uma série divertida e muito, muito sexy. (Isabelle Moreira Lima)
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"Escravos da Fé – Os Arautos do Evangelho", na HBO Max

Obras sobre seitas sempre causam um burburinho e, com “Escravos da Fé”, não foi diferente. Desta vez, os ruídos começaram antes mesmo da estreia, com uma batalha no STF em torno da exibição da série documental, que foi liberada e já pode ser vista. Em três episódios, o documentário investiga denúncias de abusos, exorcismos e manipulação psicológica relatadas por ex-membros de um grupo católico ultraconservador que atua no Brasil. (Ana Elisa Faria)
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A série “Rivalidade Ardente”, na HBO Max

Adaptação do livro homônimo da canadense Rachel Reid, a produção retrata um romance secreto entre dois jogadores rivais de hóquei no gelo. Com cenas intensas estreladas por Connor Storrie e Hudson Williams – ex-garçons que estreiam como protagonistas –, a série virou sucesso imediato na América do Norte. O fenômeno catapultou os atores à fama e transformou a obra de Reid, parte da saga “Game Changes”, em best-seller. (Amauri Terto)
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A releitura moderna de "Dona Beja", com Grazi Massafera, na HBO Max

Na tevê como a carismática vilã Arminda de “Três Graças”, da Globo, Grazi Massafera acaba de chegar ao streaming como a mocinha afrontosa Ana Jacinta de São José, a Dona Beja. Ambientada no Brasil imperial — mas falada no português de hoje, com trilha sonora e temas contemporâneos —, a obra é uma releitura livre e moderna da novela de 1986 que narra a trajetória da personagem, cujo futuro é transformado ao ser raptada por um ouvidor do rei. (Ana Elisa Faria)
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A nova temporada da frenética "The Pitt", na HBO Max

Ambientada meses após o evento que abalou a superlotada emergência em Pittsburgh, a segunda temporada do drama médico mantém o clima caótico da primeira, premiada no Emmy. No mesmo formato — cada episódio equivale a uma hora de plantão —, os capítulos se passam no 4 de julho e têm novos personagens, como a doutora Baran Al-Hashimi (Sepideh Moafi), substituta do médico Robby (Noah Wyle), em sabático. (Ana Elisa Faria)
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“Cazuza Além da Música”, no Globoplay

A série documental explora a trajetória de Agenor, ícone mais conhecido como Cazuza. Em quatro episódios, conta desde a descoberta dos palcos, a ascensão no Barão Vermelho, passando pelo pioneirismo ao assumir a AIDS e pelo legado do artista. Dirigido por Patrícia Guimarães, a obra tem depoimentos de familiares e amigos como Frejat, Guto Goffi, Sandra de Sá, Caetano Veloso e Ney Matogrosso — além de revelações do diário do cantor. (Sarah Kelly)
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O filme taiwanês “A Garota Canhota”, na Netflix

Três gerações de mulheres de uma família tentam se adaptar à vida na cidade grande e aos inúmeros preconceitos à sua volta neste elogiado longa taiwanês, um dos favoritos para a indicação a filme estrangeiro no Oscar. Mas o que “A Garota Canhota” (2025) faz de melhor é envolver seu intenso drama familiar em tons leves e até cômicos. Sem contar que a pequena protagonista Nina Ye é um show à parte de carisma e fofura. (Leonardo Neiva)
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“Ângela Diniz, Assassinada e Condenada”, na HBO Max

Já são 49 anos desde a morte da mineira pelo então namorado, mas o crime ainda ecoa no Brasil de hoje, que registrou no ano passado um recorde de 1.492 feminicídios, numa média de quatro por dia. Dividida em seis capítulos, a série é dirigida por Andrucha Waddington, estrelada por Marjorie Estiano e mostra como a sociedade brasileira julgou e condenou Diniz por viver sua liberdade — e como tudo isso impulsionou o movimento feminista. (Isabelle Moreira Lima)
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“Pluribus”, nova série de Vince Gilligan, autor de “Breaking Bad”

Saem metanfetamina, traficantes, advogados amalucados, policiais e dramas familiares. Entra em cena uma anti-heroína rabugenta e infeliz, que precisa salvar o planeta da felicidade tóxica. Essa é a premissa do novo trabalho de Vince Gilligan, autor de “Breaking Bad” e “Better Call Saul”, a série distópica disponível na Apple TV. Na trama, Carol Sturka (Rhea Seehorn) é uma escritora de best-sellers de fantasia e única cidadã imune a um vírus que transforma todos em pessoas felizes. (Ana Elisa Faria)