Conteúdos sobre série de TV na Gama Revista

série de TV

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O legado de Michael K. Williams

De “The Wire” à “Boardwalk Empire”, Michael K. Williams roubava a cena em qualquer lugar em
que estivesse. O ator, encontrado morto em sua casa na última segunda (8), tinha 54 anos e foi indicado ao Emmy de melhor ator coadjuvante por sua performance na série “Lovecraft Country”. Relembrado como um homem carinhoso por amigos, Williams era conhecido pela entrega completa a cada papel, não importa o tamanho, como afirma o obituário na The Atlantic. Parte do seu legado pode ser conferido em “The Wire”, como o icônico traficante Omar Little, e em “Lovecraft Country”, como Montrose Freeman. Ambas na HBO Max. (Daniel Vila Nova)
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“The Chair”, nova série com Sandra Oh da Netflix

O irresistível humor ácido de Sandra Oh, já visto em “Grey’s Anatomy” (2005-2021) e “Killing Eve” (2018-2021), brilha como nunca em “The Chair”, lançamento da Netflix. Na série, ela encarna uma acadêmica que chega à chefia do departamento de língua inglesa de uma universidade e enfrenta uma série de desafios na nova empreitada. Os conflitos orbitam ao redor das diferenças geracionais entre estudantes e professores, abordando brilhantemente discussões atuais sem tomar partido. Para a revista americana The Atlantic, o roteiro é “quase perfeito”. (Betina Neves)
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Segunda temporada de Modern Love na Amazon Prime

Uma boa notícia para os fãs da série “Modern Love”: a segunda temporada sai nesta sexta-feira (13) na Amazon Prime Video. Baseada na coluna de sucesso do New York Times, que reconta histórias de amor enviadas por leitores, a nova temporada terá oito episódios, com atores como Kit Harington, Lucy Boynton e Anna Paquin em meio a um elenco de peso. “Existem quatro episódios da segunda temporada que acho mais fortes que qualquer coisa que fizeram na primeira”, contou a Gama Daniel Jones, editor da coluna do Times. (Leonardo Neiva)
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“Generation”, nova série do HBO Max

Um momento de dúvidas e descobertas, no limiar entre suas maiores vontades e aquilo que seus pais, professores e a sociedade esperam de você. Essa realidade repleta de contradições que marca a adolescência é o foco de “Generation”, série de drama que acaba de estrear no Brasil pelo HBO Max. A história acompanha um grupo de estudantes de ensino médio e explora sua sexualidade bastante diversa em meio a uma comunidade adulta ainda conservadora. (Leonardo Neiva)
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“Veneno”, série espanhola sobre um ícone LGBTQIA+

Na década de 90, Cristina Ortiz Rodríguez conquistou a Espanha com sua personalidade extravagante e seu talento em frente às câmeras. Inspirada em sua biografia, a série "Veneno" conta a história de como a cantora, atriz e apresentadora se tornou "La Veneno", um ícone LGBTQIA+ europeu. A série, já disponível na HBO Max brasileira, conta com 8 episódios e explora o passado da cantora, sua ascensão à fama e as dificuldades que uma mulher trans enfrenta em nossa sociedade. (Daniel Vila Nova)
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Liniker protagoniza série da Amazon Prime Video

“Manhãs de Setembro” chega à plataforma nesta sexta (25) e tem a cantora Liniker estreando como atriz no papel principal. A produção nacional conta em cinco episódios a jornada de uma mulher trans que deixa sua cidade natal e vai para São Paulo em busca de liberdade e independência, mas é confrontada por um filho que teve no passado. O nome da série é uma menção à música de Vanusa, ídola da personagem. Paulo Miklos, Isa Ordoñez e Gero Camilo também estão no elenco. (Betina Neves)
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Um perfil de Omar Sy, protagonista de ‘Lupin’

Um dos homens mais populares da França e astro da série “Lupin” (2021), Omar Sy é um fenômeno em ascensão. Após o sucesso de “Intocáveis” (2011), filme francês que lhe rendeu um César, Sy partiu para Hollywood e vem conquistando cada vez mais espaço no cinema americano. No perfil escrito pela jornalista Lauren Collins, a vida, o charme, a insegurança e a carreira do ator são relatadas de maneira íntima e detalhada. Prepare-se para se apaixonar pelo ator. (Daniel Vila Nova)
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Já dá para maratonar 'Mare of Easttown'

O sétimo e último episódio da série já está disponível na HBO. E há boas razões para assistir: a atuação impecável da Kate Winslet, que incorpora uma detetive em uma pequena cidade do estado americano da Pensilvânia; o roteiro bem amarrado e a complexidade dos dramas humanos envolvidos. Eles atraem tanto quanto o misterioso assassinato investigado. (Betina Neves)
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O caso Evandro agora na TV

Conhecido do público principalmente graças ao trabalho do jornalista Ivan Mizanzuk, que tratou do assunto em seu podcast Projeto Humanos, o caso Evandro virou série da Globo. A história do assassinato de um menino de seis anos, envolvendo bruxaria e uma longa contenda judicial, desta vez será contada em oito episódios, dois por semana, com direção do cineasta Aly Muritiba. Os dois primeiros já estão disponíveis na Globoplay. (Leonardo Neiva)
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'Succession'? Não, F1

O mundo da Fórmula 1 é repleto de heróis, vilões e de tramas dignas das melhores séries. A Netflix sabe do potencial dramático do esporte e lança a terceira temporada de “F1: Dirigir Para Viver”, que acompanha dez equipes que concorrem na modalidade. Do triunfo de Lewis Hamilton ao drama das equipes menores, a série documental conta com dez capítulos, cada um focado em um time, e promete emoção até a última curva. (Daniel Vila Nova)
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Uma animação para dormir melhor

A série de animação “Headspace - Guia para Dormir Melhor”, uma produção da Netflix em parceria com o aplicativo de meditação de mesmo nome, conta com sete episódios de 20 minutos, onde uma suave voz responde algumas das dúvidas mais comuns sobre o sono. Após cinco minutos de explicação, o episódio se transforma em uma meditação guiada que tem como objetivo te fazer dormir. (Daniel Vila Nova)
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Terapia de (outros) casais

Você toparia abrir as suas sessões de terapia para o mundo? Na série "Terapia de Casal", a Dra. Orna nos conduz pelas sessões reais de terapia de quatro casais que aceitaram o desafio, e que tocam em temas como racismo, transsexualidade e violência doméstica. Se a princípio é fácil tentar escolher lados, as sessões mostram como cada casal é formado por duas pessoas, cada uma com seus desejos, traumas e vulnerabilidades. Os nove episódios da série e um especial da covid-19 estão disponíveis no Globoplay. (Thiago Quadros)
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A sinopse do amor verdadeiro na Netflix

A ideia de que o amor é uma língua universal ganha representação audiovisual na série “Meu Amor” (Netflix, 2021), que retrata o sentimento em diferentes culturas ao contar a história de seis casais juntos há mais de 40 anos. Nicinha e Jurema -- duas mulheres negras, faveladas, LGBTQ+ e umbandistas -- são as protagonistas do episódio brasileiro e mostram como é viver o amor longe das idealizações românticas. (Dandara Franco) 
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A origem do Bekoo das Pretas

As festas não vão voltar tão cedo, mas o Instituto Das Pretas, em parceria com a Budweiser, encontrou um jeito de matar a saudade de uma aglomeração: a websérie “Bekoo das Pretas Made By Queens”. A série retrata a história da festa “Bekoo das Pretas”, evento cultural organizado por mulheres negras que celebra a diversidade racial nas periferias do Espírito Santo. Serão um total de sete episódios lançados até oito de abril, todos no YouTube. (Daniel Vila Nova)
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Série vencedora do Globo de Ouro na Globoplay

Uma das séries de maior destaque da temporada, a antologia “Small Axe” está com seu primeiro episódio disponível na Globoplay. Criada e dirigida por Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”), a série narra cinco histórias de imigrantes negros caribenhos em Londres, abordando temas como racismo e violência policial. Além de John Boyega, que levou o prêmio de melhor ator no Globo de Ouro, o elenco também conta com nomes como Letitia Wright e Jack Lowden. (Leonardo Neiva)
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Apogeu e queda do dono de Bangu

Em quatro episódios, a série documental “Doutor Castor” conta a história do bicheiro que foi presidente do Bangu Atlético Clube e patrono da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, além de líder do jogo do bicho em um dos bairros mais populosos da zona oeste do Rio. Disponível no Globoplay, a série conta uma típica história de gângster e traz em entrevistas e reportagens da época um mundo que não existe mais (e, talvez, ainda bem). (Isabelle Moreira Lima)
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O clichê do ladrão sofisticado

A nova série da Netflix, “Lupin” (2021), traz Omar Sy ("Os Intocáveis"), de volta às telas. Em busca de vingança por seu pai, o papel de ladrão culto o coloca sempre um passo à frente de seus rivais -- ainda que seja vítima de racismo, pois desta vez o gatuno elegante é negro. Entretenimento perfeito para o Brasil, a produção francesa traz um protagonista com cara de Robin Hood em um enredo simples mas com questões importantes. (Manuela Stelzer).
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Scorsese e Lebowitz em Nova York

Além de estrela da série documental “Faz de Conta que NY É uma Cidade”, de Martin Scorsese, a humorista Fran Lebowitz é também grande amiga do cineasta. Agora, numa imperdível entrevista para o Times, traduzida pela Folha, os dois falam sobre a série, a cidade e a pandemia — que os impediu até de passar a última véspera de Ano Novo juntos —, desfilando uma química que só dois amigos de longa data conseguem compartilhar. (Leonardo Neiva)
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Quando Jane Austen encontra 'Gossip Girl'

Nem só de dramas hospitalares vive Shonda Rhimes. Bridgerton (2020), a nova produção da criadora de Grey's Anatomy, estreou na Netflix no Natal e já é um hit no pódio da plataforma. Baseada na coleção literária de Julia Quinn, traz cenário e figurino da época da Regência Britânica (século 19) -- mas questões e tramas assustadoramente atuais, com mulheres imponentes, um jornal de fofocas a la "Gossip Girl" e uma corte diversa. (Manuela Stelzer)
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Remédio audiovisual para a carentena

Normal People é lenta. E clean. Ao mesmo tempo, é agridoce e profundamente sexy. A adaptação do livro de Sally Rooney, em menos de duas semanas desde sua estreia no Brasil, já foi receitada como remédio para os mais solitários (vide a Antologia Profética de Fernando Luna), ao trazer cenas de sexo inspiradas e inspiradoras e oportunidades iguais de nudez. Estrelada por Daisy Edgar-Jones e Paul Mescal, conta as idas e vindas do jovem casal irlandês Marianne e Connel, ela pobre menina rica, ele filho da amorosa faxineira da família dela. Ele, popular na escola; ela, nerd esquisitona; os dois, inteligentíssimos e lindos, pegam fogo juntos. A primeira temporada, de 12 episódios de 30 minutos, está disponível na plataforma Starz.
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Jogue xadrez com a rainha

Se você é uma das 62 milhões de pessoas que maratonou “O Gambito da Rainha”, é bem provável que tenha sido despertado para uma vontade de jogar xadrez. A popularidade da produção foi tamanha que tabuleiros se esgotaram nos EUA e surgiram diversos novos cursos online. Um deles, tem a própria Beth Harmon como professora. O site Chess.com criou robôs que simulam o estilo de jogo e a habilidade de Beth em diversas fases de sua vida. É possível jogar contra a Beth de oito anos, quando ela ainda está aprendendo o básico do jogo, ou desafiar a Beth de 22 anos, que detém o título de campeã mundial do esporte. Ao todo, são sete versões de Beth, cada uma com um nível de desafio diferente para testar sua habilidade contra a maior jogadora de xadrez da ficção. (Daniel Vila Nova)
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Uma jovem desafia as convenções do xadrez

Uma garota prodígio tenta conquistar o título máximo do xadrez mundial em “O Gambito da Rainha”, minissérie de ficção disponível na Netflix. Apesar do nome, a história nada tem a ver com as pernas da rainha Elizabeth II, como sugerem as várias piadas e memes que pipocaram na internet. Os gambitos em questão são movimentos típicos do xadrez, em que o jogador sacrifica uma de suas peças com a intenção de conseguir uma posição mais vantajosa no jogo. Interpretada pela atriz Anya Taylor-Joy (de filmes como “A Bruxa”, “Fragmentado” e “Emma”), a protagonista Beth Harmon é uma órfã que ainda luta com problemas emocionais e contra o vício em álcool e drogas nos anos 1950 e 1960. A série é inspirada no livro de mesmo nome, escrito pelo norte-americano Walter Tevis, autor de obras que originaram sucessos do cinema, como “O Homem que Caiu na Terra” e “The Hustler”. A narrativa da série desafia as convenções de um esporte predominantemente masculino e de histórico machista. Na vida real, até hoje nunca houve uma campeã feminina do torneio mundial de xadrez, excetuando-se as competições exclusivamente para mulheres. (Leonardo Neiva)
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Como nasce um hit

“Oh, a vida é maior, é maior que você, e você não sou eu. Até onde eu iria, a distância nos seus olhos. Oh, não, eu falei demais.” Você já deve ter ouvido esses versos antes, provavelmente em inglês. Eles abrem a canção “Losing My Religion”, um dos maiores sucessos da banda americana R.E.M. e foco de um episódio da nova série documental da Netflix, “Song Exploder”. Um hino da insegurança e da dúvida é como o vocalista Michael Stipe descreve a música, cuja gênese é destrinchada ao longo de pouco menos de meia hora. Inspirada num podcast de sucesso, a primeira temporada traz um hit por episódio, em que artistas contam em detalhes o processo de concepção e lançamento de uma de suas canções. Além do conhecido refrão do R.E.M., a série conta com Alicia Keys apresentando a recente “3 Hour Drive” e Lin-Manuel Miranda, que abre o processo de criação da música “Wait for It”, do musical “Hamilton”, concluindo com o rapper Ty Dolla $ign falando sobre a gênese de “LA”. (Leonardo Neiva)
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Michaela Coel conversa com Donald Glover

Michaela Coel encantou o mundo do entretenimento com sua série “I May Destroy You” (2020). Escrita, produzida, dirigida e atuada por Coel, a série se transformou em um sucesso ao falar sobre violência sexual de uma maneira diferente de tudo o que havia sido feito na mídia até então. Capa da GQ de novembro, Coel se sentou com o também encantador Donald Glover, responsável por “Atlanta” (2016), e os dois tiveram uma das conversas mais interessantes do turbulento ano de 2020. Parte desconhecidos, parte amigos, eles navegam em um bate-papo sobre seus processos criativos, suas vidas e suas carreiras. A conversa pode ser lida na íntegra no site da GQ. Revolucionários — cada um à sua maneira —, os dois criadores provaram que há espaço para séries pensadas a partir da perspectiva negra. Vale acompanhar a produção — e as conversas — de duas das mais novas estrelas da TV mundial.
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Grande Catarina na TV

Quantos filmes, séries e minisséries já foram feitos sobre Catarina II da Rússia, a Grande, a czarina iluminista que transformou o país no século 18? De Marlene Dietrich a Helen Mirren, incontáveis atrizes já encarnaram a personagem, que é encantadoramente feminista muito antes de qualquer manifestação clara pelo voto ou pela liberação feminina. A novidade de "The Great" (2020), nova série que conta a história de como uma menina aparentemente romântica toma o trono do marido, é a oportunidade de ouro dada a Elle Fanning, atriz que vive a protagonista, de fazer uma Catarina mais bem humorada, quase amalucada, que vai da inocência a Maquiavel sin perder la ternura. A série é uma invenção em cima do que conta a história, com personagens modificados, mais força nas tintas, e um timing de humor perfeito. Pedro, o marido de Catarina, por exemplo, une sadismo à autoestima do homem hétero branco que usa um colar de pérolas rebuscado para sentir-se mais próximo da mãe. A corte russa bebe vodca e quebra taças sem parar, o sexo corre solto em qualquer lugar do palácio, e os sacerdotes recorrem a cogumelos alucinógenos para ter visões mais claras sobre o que deve ser feito para o bem da Rússia. Disponível no StartzPlay, vale a assinatura e, como dizem por lá, huzzah!
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‘Eu sou capaz de me apaixonar’

É o que diz uma das personagens da nova série documental da Netflix, “Amor no Espectro”, que acompanha o dia a dia de sete jovens adultos australianos (e autistas) que estão em busca de sua metade da laranja. Encontrar o amor pode ser difícil, e para pessoas no espectro, é uma tarefa ainda mais complicada. Apesar dos desafios de se comunicar e socializar, parte da rotina diária dos personagens, a produção tenta desmistificar o falso estereótipo de que pessoas no espectro seriam incapazes de se relacionar. E a verdade é que, dentro ou fora dele, todo mundo já enfrentou um primeiro encontro embaraçoso, ou não soube lidar direito com mundo imprevisível dos relacionamentos.
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O retorno de um dos maiores detetives do mundo

Se Holmes, Poirot e Dupin são tidos como os mais brilhantes detetives da ficção, Perry Mason não fica para trás. O investigador americano volta a ação na nova série da HBO, “Perry Mason”. Criado na década de 1930, o personagem surgiu nas páginas de ficção pulp e fez um sucesso estrondoso na década de 1960 com sua série de TV. Agora, Mason retorna a Nova York da década de 30 em uma nova versão – mais sombria – pronto para resolver o misterioso e brutal assassinato de uma criança. A primeira temporada completa já está pronta para ser maratonada na HBO GO e conta com Tatiana Maslany e Matthew Rhys nos papéis principais.
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Food porn latino-americano

Dos criadores de “Chef’s Table”, “Street Food: América Latina” segue o sucesso da primeira temporada, que foca no continente asiático. O programa explora a comida de rua de seis cidades latinas: Buenos Aires, Salvador, Oaxaca, Lima, Bogotá e La Paz. Em uma época em que viagens internacionais parecem cada vez mais distantes, “Street Food” dá uma chance de se deliciar, mesmo que apenas visualmente, com pratos incríveis e de mergulhar na rica cultura e tradição culinária latino-americana.
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Catástrofe suave para maratonar

Não se trata de um lançamento, mas de um bálsamo para quem não aguenta mais pensar nas questões de saúde pública e mental em que estamos submersos. “Sem Compromisso” (2015-2019) parte de uma premissa banal, lida e assistida à exaustão – mulher engravida de quase desconhecido – com pequenos detalhes que alteram o curso da história: eles têm mais de 40 anos, decidem ter o bebê e, mais que isso, casar-se. A história se passa em Londres e Sharon Horgan e Rob Delaney interpretam os protagonistas e dividem os créditos de criação da série. Vale a pena pelas risadas mas também pelas pequenas reflexões sobre parentalidade real que a série discretamente apresenta ao longo de seus 24 episódios. Está disponível na Globoplay.
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Um show verdadeiramente transformador

Do jeito que as coisas vão, vamos admitir, é bom ter um descanso de vez em quando. A quinta temporada de “Queer Eye” estreia na Netflix nesta sexta-feira (5) para felicidade de todos. Se a sua praia são histórias surpreendentemente emocionantes, transformações bapho e muito bom humor, fique tranquilo porque os Cinco Fabulosos voltaram. Dessa vez, Antoni, Bobby, Jonathan, Karamo e Tan vão para Filadélfia, nos Estados Unidos, e promovem o makeover de um DJ, de uma tosadora de cães e de outras almas perdidas. Prepare seus lenços e vista seu melhor look.
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O oposto de 'Black Mirror'

Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”, disse que daria um tempo na série porque o mundo estava triste e sombrio demais. Isso explica o sucesso da nova ficção científica da Amazon Prime Video “Tales From The Loop”, batizada como a “antiBlack Mirror” pela internet. A antologia opta por explorar a relação entre a humanidade e a tecnologia sob um prisma positivo e esperançoso, talvez o que o mundo mais necessite no presente momento. Cada episódio é baseado em um quadro do pintor sueco Simon Stålenhag. A série já está disponível no serviço de streaming.
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Um menu aberto de clássicos da era de ouro da TV

“Não é TV, é HBO”, dizia o anúncio da emissora de TV a cabo mais famosa dos EUA. Pretensiosos? Talvez. Mas se você ficou curioso, é possível tirar a prova na próxima semana. A HBO Brasil disponibilizou o acesso gratuito a algumas de suas minisséries mais premiadas. O épico de guerra “Band Of Brothers”, a série policial “True Detective” e o mistério criminal “The Night Of” estão disponíveis na HBO GO e no site da HBO Brasil até dia 13 de maio. Além das minisséries, também é possível conferir as primeiras temporadas de “Família Soprano”, “Sex and The City” e “Barry”.
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Amor atemporal no Globoplay

Algumas histórias são atemporais. Troque telefones fixos por smartphones e pronto, e a narrativa é tão atual quanto um novo aplicativo de celular. “Todas as Mulheres do Mundo”, nova série do Globoplay, é a prova de que algumas obras merecem uma releitura. Baseada no homônimo filme de 1966, de Domingos de Oliveira, a série aposta no humor para falar sobre temas como vida, amor e morte. Acompanhamos Paulo, interpretado por Emilio Dantas, e cada episódio nos mostra um novo caso de amor na vida do arquiteto. Sophie Charlotte, Matheus Nachtergaele e Lilia Cabral completam o elenco da série, que está disponível no aplicativo da Globo.
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Em tempos estranhos, uma série de TV estranha

De Monty Python à "The Office", a comédia britânica sempre foi considerada uma das mais influentes do mundo. Suas produções podem não ser as mais populares em termos de audiência, mas pode ter certeza que os showrunners que escrevem as maiores sitcoms americanas amam as séries cult britânicas. É o caso da estranhíssima e hilária Peep Show, que vem se tornando uma das séries mais populares da quarentena dos britânicos. Seguindo a vida de dois amigos esquisitos, a comédia adota uma linguagem particular, com câmeras em ponto de vista e monólogos interiores. O humor negro da série é definido por um dos criadores como "a persistência teimosa do sofrimento humano". São apenas 54 episódios, cada um de 20 minutos, todos disponíveis na Netflix.