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Show de lançamento de “SadSexySillySongs”, de Letrux, no Sesc Pinheiros, em SP

Quem já esteve na plateia de algum show de Letícia Novaes, a Letrux, sabe que é sempre uma experiência marcante. Pois neste sábado (4) e domingo (5), a cantora, compositora, escritora e atriz carioca faz uma apresentação (e mais intimista) no palco do Teatro Paulo Autran, em São Paulo. É o lançamento de seu novo álbum, “SadSexySillySongs”, em que a artista reúne músicas inéditas, descritas como tristes, sensuais ou divertidas, em português e inglês. Ingressos a partir de R$ 21. (Amauri Terto)
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“Sexistential", o aguardado retorno de Robyn

Oito anos após o aclamado “Honey”, a popstar sueca está de volta com o que sabe fazer de melhor: transformar vulnerabilidade em música para a pista de dança. Em nove faixas, entre batidas eletrônicas maximalistas e momentos introspectivos, Robyn reflete sobre identidade, sexualidade e o amadurecimento na casa dos 40, com referências sutis à maternidade iniciada em 2022. Robyn volta mais direta e complexa, tratando desejo e autonomia com uma honestidade rara no pop, escreve Jia Tolentino na The New Yorker. (Amauri Terto)
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Macunaíma e a ancestralidade indígena na Pinacoteca de SP

A partir de uma proposta do artista indígena Gustavo Caboco, curador da exposição, "Macunaíma é Duwid" revela a inspiração do personagem de Mário de Andrade na entidade Duwid, presente em cosmologias de povos do norte do país. A partir de sábado (28), obras com autores que vão de Lasar Segall a Denilson Baniwa ocupam o Pina Estação, numa releitura do clássico da literatura brasileira por uma perspectiva indígena. (Leonardo Neiva)
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A investigação da Reuters sobre a identidade de Banksy

Quem é Banksy? Há décadas essa pergunta ronda o mundo das artes e, agora, uma reportagem da Reuters tenta desvendá-la. A investigação reúne pistas, documentos, imagens e deslocamentos para mostrar como o anonimato do grafiteiro britânico é parte da sua obra, da mitologia ao seu redor e do seu valor de mercado. O texto, mais do que revelar uma identidade, aponta os paradoxos de um artista que critica o sistema enquanto movimenta milhões, desafia autoridades e influencia a cultura global. (Ana Elisa Faria)
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“Ataque à Indiferença: Ensaios sobre arte e política”, de Moacir dos Anjos

Uma resposta para quem acha que arte e política não devem se misturar. O livro do crítico e curador Moacir dos Anjos, coordenador-geral do Museu do Homem do Nordeste, que sai pela Cobogó, cumpre a promessa do título. Ele traz 14 ensaios sobre a obra de nomes como Hélio Oiticica, Lygia Pape e Jean-Luc Godard, artistas que compartilham uma recusa em aceitar normas e um compromisso em imaginar novos mundos possíveis. (Leonardo Neiva)
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"Quem Matou Meu Pai", com Édouard Louis, nos últimos dias da MIT, em SP

A 11ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo termina no domingo (15), mas ainda dá tempo de assistir a alguns espetáculos do festival, como "Quem Matou Meu Pai" (quinta e sexta, às 20h, no Sesc Pinheiros), baseado no livro do francês Édouard Louis, protagonista da peça. Outro destaque é a canadense "Vigiada e Punida", (sexta, às 21h, sábado e domingo, às 20h, no Teatro do Sesi), que transforma o ódio das redes sociais em uma obra musical política.
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“Retrospectiva Pedro Almodóvar” na Cinemateca Brasileira, em SP

Maternidade e segredos de família, desejo e sexualidade, traumas e memória – tudo isso em cores vibrantes. Até 15/3, o público de São Paulo poderá descobrir (ou redescobrir) esses e outros temas da filmografia de Almodóvar. Ao todo, 20 dos 23 longas do premiado cineasta espanhol serão exibidos na Cinemateca Brasileira. Realizada em parceria com a Embaixada da Espanha no Brasil e o Instituto Cervantes, a mostra tem entrada gratuita, com ingressos distribuídos uma hora antes de cada sessão.
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De cenografia ao cinema de terror japonês, os cursos do MIS-SP

A fim de embarcar num novo curso ainda neste início de ano? Pois o MIS-SP oferece uma série de aulas variadas ligadas à arte ao longo de todo o mês de março. Se você tem interesse por temas como fotografia, cinema de horror, discotecagem, história da arte ou a jornada do Pequeno Príncipe, vale a pena fazer sua inscrição no site do museu. Há opções online e presenciais, com valores que vão de R$ 100 a no máximo R$ 300.