Como estão as férias das crianças?

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Bloco de notas

Filmes clássicos dos anos 1980 e 90 para ver com as crianças

De “E.T. O Extraterrestre” a “Menino Maluquinho”, obras para apresentar às novas gerações e garantir a diversão da família toda

Filmes clássicos dos anos 1980 e 90 para ver com as crianças

13 de Julho de 2025

De “E.T. O Extraterrestre” a “Menino Maluquinho”, obras para apresentar às novas gerações e garantir a diversão da família toda

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    “E.T. O Extraterrestre” (1982) ocupou o posto de maior bilheteria de todos os tempos por 11 anos. Inspirada na vivência do diretor Steven Spielberg durante o divórcio de seus pais, a trama apresenta Elliot (Henry Thomas) e seus irmãos Michael (Robert MacNaughton) e Gertie (Drew Barrymore). Nesta mistura de ficção científica, aventura e drama, as crianças ganham um amigo inesperado: um alienígena perdido na Terra. Disponível na Netflix e no Telecine.

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    Uma das tramas natalinas mais criativas e provavelmente o filme de Natal mais visto de todos os tempos, “Esqueceram de Mim” (1990) acompanha o caçula Kevin McCallister (Macaulay Culkin), acidentalmente abandonado quando sua família parte para as férias. Com produção e roteiro de John Hughes e direção de Chris Columbus, o longa mostra o deslumbre do garoto — que finalmente tem a casa só para si — e seu empenho em combater invasores inesperados e atrapalhados. Disponível no Disney+.

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    Quando alienígenas ameaçam obrigar os Looney Tunes a virarem atração de um parque de diversões, Pernalonga desafia os vilões em um jogo de basquete cheio de piadas, truques e energia. Ele ainda traz Michael Jordan, estrela do basquete, para reforçar o time e fazer valer o título “Space Jam: O Jogo do Século” (1996). Disponível na Max.

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    Um clássico da Sessão da Tarde, “Querida, Encolhi as Crianças” (1989) traz quatro jovens reduzidos a um tamanho microscópico após serem atingidos acidentalmente pelo raio da máquina do cientista Wayne Szalinski (Rick Moranis). Agora, elas precisam atravessar o jardim e serem encontrados por Szalinski — enfrentando insetos, a agulha de um toca-discos e até as teclas de uma máquina de escrever, entre outros perigos inusitados. Disponível no Disney+.

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    Em “Free Willy” (1993), Jesse (Jason James Richter), um garoto órfão e rebelde, encontra em Willy — uma jovem orca capturada — o parceiro que faltava para se sentir acolhido. A trama, que poderia ser só mais uma versão “menino e seu cão”, ganha força ao mostrar o vínculo improvável entre dois seres deslocados, costurando lições de empatia, coragem e pertencimento. Disponível na Max.

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    Baseado na obra de Ziraldo, “Menino Maluquinho – O Filme” (1995), do diretor Helvécio Ratton, acompanha um garoto traquinas que transforma simples brincadeiras em grandes aventuras. Maluquinho (Samuel Costa) é inteligente, alegre e tem uma família carinhosa. Porém, quando os pais (Patrícia Pillar e Roberto Bomtempo) decidem se divorciar, ele fica sem comer e não quer mais brincar. Para curar essa tristeza, o avô leva o rapaz e os amigos para uma temporada de férias na fazenda. Disponível no Globoplay.

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    Ao completar 13 anos, Kiki cumpre a tradição de todas as bruxas e se muda, na companhia de seu gato, para uma cidade com o propósito de viver um treinamento no qual descobrirá sua vocação. Na cidade litorânea que tanto sonhava, a protagonista encontra dificuldades para fazer amizades e se descobrir como um indivíduo único longe dos pais. O quarto filme lançado pelo Studio Ghibli, “O Serviço de Entregas da Kiki” (1989) carrega lições sobre autodescoberta para todas as idades. Para o diretor Hayao Miyazaki, o filme abraça a independência e a confiança entre as jovens adolescentes japonesas. Também aborda a natureza da criatividade e do talento. Disponível na Netflix.

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    Inspirado na ideia de misturar Natal e Halloween, o diretor Henry Selick se uniu a Tim Burton para criar “O Estranho Mundo de Jack” (1993). A animação em stop-motion acompanha Jack Skellington, o Rei das Abóboras, em sua missão de levar o Natal para a Cidade do Halloween. O clima trevoso e as músicas soturnas de Danny Elfman dão um toque único ao filme. Disponível no Disney+.

     

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    Para quem gosta de histórias sobre boas amizades, “Conta Comigo” (1986) — baseado na obra mais pessoal de Stephen King + — é a escolha perfeita. No drama indicado para maiores de 12 anos, um aclamado escritor relembra uma viagem de sua infância em que ele e três amigos partiram em busca do corpo de um menino desaparecido, na esperança de se tornarem heróis. O que eles não sabem é que uma gangue de adolescentes tem o mesmo plano. Disponível na Max.

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    Inspirado no romance do alemão Michael Ende (1929-1995), “A História Sem Fim” (1984) é uma fábula sobre o poder da imaginação. Conta a história de Bastian (Barret Oliver), que ao ter contato com um livro “perigoso”, se transporta para um universo fantástico misterioso chamado “Fantasia”. Lá, a imperatriz está morrendo e todo o reino corre o risco de desaparecer junto com ela. A única esperança é um jovem guerreiro, que se parece exatamente com Bastien. Recomendado para maiores de 8 anos, contém uma cena trágica de morte de animal. Disponível na Apple TV+.

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