Achamos que vale

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    Meryl Streep e Anne Hathaway em “O Diabo Veste Prada 2” 

    Igualmente fashionistas e se odiando, a icônica dupla da moda — e do cinema — Miranda Priestly (Streep) e Andy Sachs (Hathaway) está de volta às telas duas décadas depois. Nesta sequência, também com direção de David Frankel, a trama aborda a crise do jornalismo impresso e as novas disputas na indústria do vestuário de luxo, sem abrir mão do jogo de vaidades que fez a fama do primeiro filme. (Ana Elisa Faria)  

    30 de Abril de 2026
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    “Na Sala dos Espelhos”, no Theatro Municipal, em SP

    A discussão sobre a tirania da imagem e a batalha da autoestima é o centro da peça baseada no quadrinho de Liv Strömquist e encenada por Carolina Manica, indicada ao APCA de melhor atriz. Com direção de Michelle Ferreira e Maíra de Grandi e trilha de Ava Rocha e Grisa, o espetáculo deixa o questionamento: por que sentimos ansiedade, raiva, tristeza e frustração quando rolamos o feed das redes sociais? Em cartaz de 1º a 10/5 com ingressos gratuitos retirados pelo site ou no local. (Isabelle Moreira Lima)

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    O drama político e familiar “A Sombra do Meu Pai”, em cartaz nos cinemas

    Ambientado em Lagos, na Nigéria, durante a crise eleitoral de 1993, o longa acompanha um pai e dois filhos pequenos ao longo de um único dia, enquanto tentam atravessar a cidade e voltar para casa em meio à instabilidade política. Dirigido pelo britânico-nigeriano Akinola Davies Jr., o filme transforma a convulsão social do país em pano de fundo para uma história sobre vínculos rompidos, deslocamento, amor e tensão familiar. (Ana Elisa Faria)

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    “Caymmi”, álbum em que Alice Caymmi revisita a obra do avô Dorival

    Para recolocar a obra do ícone baiano na boca do povo, a cantora carioca recria parte do repertório solar de Dorival Caymmi em seu novo trabalho de estúdio. São 12 canções do poeta do mar e da Bahia, incluindo as clássicas “O que é que a baiana tem”, “Modinha para Gabriela” e "Morena do Mar”, em roupagens renovadas, que vão do reggae ao trip-hop. A produção é assinada pelo parceiro de outras empreitadas, Iuri Rio Branco. (Amauri Terto)

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    “Verão na Névoa”, o novo livro de Michel Laub

    O gaúcho reúne em sua obra mais recente dois ícones inusitados da arte: o cantor Renato Russo e o escritor sul-africano J.M. Coetzee, vencedor do Nobel de Literatura. Em “Verão na Névoa” (Companhia das Letras, 2026), o autor de “Diário da Queda” mescla memória e ensaio cultural usando como fio condutor a relação dos dois artistas com as drogas, numa obra que ironiza elementos da psicanálise e das narrativas de superação. (Leonardo Neiva)

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